Herdeiros e autores: liderança, consciência e o espaço entre aquilo que recebemos e aquilo que escolhemos

Ao longo dos anos, trabalhando com líderes de diferentes culturas, organizações e momentos de carreira, uma pergunta começou a aparecer com cada vez mais força para mim: quanto daquilo que chamamos de escolha é, de fato, uma escolha consciente?

É uma pergunta que ultrapassa a liderança.

Ela toca o desenvolvimento humano.

Quando observamos uma decisão tomada por um executivo, é relativamente fácil analisá-la depois: havia informações disponíveis, alternativas possíveis, riscos conhecidos e consequências previsíveis. Mas quem trabalha de perto com pessoas percebe rapidamente que uma decisão nunca nasce apenas de uma planilha, de uma estratégia ou de um processo racional.

Quem decide é uma pessoa.

E essa pessoa chega àquele momento carregando uma história.

Carrega experiências, educação, cultura, relações familiares, sucessos, fracassos, medos, necessidades, memórias, crenças e maneiras de interpretar o mundo. Carrega também processos dos quais nem sempre tem consciência.

Por isso, talvez uma das questões mais importantes no desenvolvimento de uma liderança seja reconhecer que não decidimos apenas a partir da realidade que está diante de nós. Decidimos também a partir da realidade que existe dentro de nós.

Da Grécia antiga à sala de reuniões

Curiosamente, essa preocupação com os limites humanos não é nova.

Os gregos antigos utilizavam a palavra hubris para descrever uma espécie de desmedida: o momento em que alguém, tomado pelo poder, pelo orgulho ou pela própria certeza, ultrapassava os limites que deveria reconhecer.

Na narrativa grega, a hubris frequentemente encontrava a nêmesis: a consequência que restabelecia a medida perdida.

Não precisamos interpretar isso literalmente como uma força sobrenatural. Podemos lê-lo também como uma poderosa metáfora sobre comportamento humano.

Quantas vezes encontramos, nas organizações, líderes cuja trajetória de sucesso começa justamente a diminuir sua capacidade de questionar a si mesmos?

A experiência que antes lhes proporcionava segurança começa a produzir certeza excessiva. A confiança transforma-se em convicção. A convicção, em fechamento. E aquilo que construiu o sucesso de ontem passa silenciosamente a limitar as decisões de amanhã.

Talvez exista aí uma forma contemporânea de hubris.

Acreditar que, por termos chegado até determinado lugar, compreendemos necessariamente tudo aquilo que nos trouxe até lá.

E, principalmente, acreditar que compreendemos perfeitamente por que fazemos o que fazemos.

Do outro lado do mundo: ação e consequência

Em uma tradição completamente diferente, desenvolvida na Índia antiga, encontramos outra ideia fascinante: karma.

É importante não reduzir karma à versão popular de “fez algo ruim, algo ruim acontecerá”. Sua história filosófica é muito mais complexa.

Em termos amplos, karma está ligado à ação e às consequências produzidas pelas ações.

Há aqui uma ideia que considero particularmente relevante para o desenvolvimento humano: aquilo que fazemos repetidamente cria continuidade.

Repetimos comportamentos.

Comportamentos constroem padrões.

Padrões produzem consequências.

E consequências tornam-se parte do ambiente no qual tomaremos nossas próximas decisões.

Não estou propondo uma equivalência entre o pensamento grego e as tradições indianas. São culturas, cosmologias e sistemas filosóficos profundamente diferentes.

Mas existe algo intelectualmente provocador no fato de que, em períodos relativamente próximos da história humana, sociedades muito distantes começaram a refletir sobre perguntas semelhantes:

O que acontece quando ultrapassamos a medida?

O que nossas ações produzem?

Até que ponto somos livres?

E o que significa conhecer a si mesmo?

A ilusão da escolha puramente racional

Séculos depois, psicologia, neurociência e ciências comportamentais acrescentaram novas camadas a essas perguntas.

Hoje sabemos que a ideia do ser humano completamente racional é insuficiente para explicar nosso comportamento.

Decidimos através de atalhos mentais.

Somos influenciados por vieses cognitivos.

Interpretamos acontecimentos utilizando experiências anteriores.

Respondemos emocionalmente antes mesmo de formularmos explicações sofisticadas para aquilo que sentimos.

E existe ainda uma dimensão frequentemente negligenciada no mundo corporativo: o corpo participa da decisão.

A mente não chega sozinha à reunião.

Chegam também as horas de sono daquela noite, o nível de estresse acumulado, a sensação de segurança ou ameaça, o cansaço, a alimentação, o estado de alerta do organismo.

Corpo e mente não são dois sistemas independentes negociando entre si.

Somos um organismo integrado.

A mesma conversa pode ser interpretada de maneiras completamente diferentes dependendo do estado interno de quem a recebe.

Aquilo que às nove da manhã parece uma crítica construtiva pode, ao final de um dia de pressão, ser percebido como uma ameaça.

Por isso, falar de liderança sem falar de autorregulação é tratar apenas uma parte do fenômeno.

Inteligência emocional não é apenas controlar emoções

É aqui que a inteligência emocional ganha uma dimensão muito mais interessante.

Às vezes ela é apresentada de forma excessivamente simplificada: reconhecer emoções, manter a calma, demonstrar empatia.

Tudo isso importa.

Mas inteligência emocional, para mim, começa um pouco antes.

Começa na capacidade de perceber o que está acontecendo dentro de nós enquanto estamos interpretando o que acontece fora de nós.

O que essa situação despertou em mim?

Por que determinada pessoa me provoca uma reação tão intensa?

Estou respondendo ao acontecimento presente ou a algo que ele representa para mim?

Estou ouvindo o outro ou preparando minha defesa?

Estou tomando uma decisão ou reagindo a uma ameaça?

Essas perguntas criam uma pequena distância entre estímulo e resposta.

E talvez seja justamente nesse espaço que uma parte importante da liderança aconteça.

Porque liderança não exige ausência de emoção.

Exige capacidade de reconhecer a emoção antes que ela se transforme silenciosamente em decisão.

Nós não começamos conosco

Existe ainda outra camada.

Nenhum de nós começa do zero.

Entramos no mundo dentro de famílias, culturas e sociedades que já possuem maneiras estabelecidas de lidar com autoridade, conflito, vulnerabilidade, afeto, medo, sucesso e fracasso.

Aprendemos observando.

Aprendemos pelo que nos disseram.

E aprendemos também pelo que nunca pôde ser dito.

Determinados padrões atravessam gerações não necessariamente porque exista uma transmissão consciente, mas porque comportamentos, silêncios, expectativas e formas de relacionamento são reproduzidos.

Uma geração ensina a seguinte a sobreviver ao mundo que conheceu.

O problema é que o mundo muda.

Estratégias de proteção que fizeram sentido em determinado contexto podem tornar-se limitações em outro.

Uma organização pode reproduzir algo semelhante.

Culturas corporativas também possuem memórias.

“Foi sempre assim.”

“Aqui funciona desse jeito.”

“Você precisa ser duro para liderar.”

“Demonstrar dúvida é sinal de fraqueza.”

Frases aparentemente pequenas podem transportar modelos inteiros de liderança de uma geração de gestores para outra.

É assim que organizações também desenvolvem seus próprios padrões inconscientes.

Somos herdeiros, mas também autores

Essa talvez seja, para mim, uma das ideias mais importantes do desenvolvimento pessoal.

Somos resultado daquilo que recebemos, mas não precisamos ser apenas repetidores daquilo que recebemos.

Somos herdeiros.

Mas também podemos nos tornar autores.

Autoria, nesse contexto, não significa imaginar que controlamos tudo.

Seria outra forma de hubris.

Não escolhemos nossa origem.

Não escolhemos muitas das experiências que nos formaram.

Não controlamos todas as circunstâncias.

E jamais teremos consciência completa de tudo aquilo que influencia nossas decisões.

Mas podemos ampliar nossa consciência.

Podemos reconhecer padrões.

Podemos interromper automatismos.

Podemos decidir que determinadas maneiras de agir terminam conosco.

E podemos escolher conscientemente aquilo que desejamos transmitir.

Talvez uma das perguntas mais poderosas que um líder possa fazer seja:

O que recebi, o que estou repetindo e o que escolho não passar adiante?

Liderança como processo contínuo

Depois de acompanhar líderes durante tantos processos de mudança, passei a olhar o desenvolvimento menos como aquisição de competências e mais como expansão de consciência.

Competências continuam sendo necessárias.

Estratégia continua sendo necessária.

Conhecimento técnico continua sendo necessário.

Mas existe um limite para aquilo que ferramentas externas conseguem transformar quando padrões internos permanecem invisíveis.

É possível ensinar alguém a conduzir uma conversa difícil.

Outra coisa é ajudá-lo a compreender por que evita determinadas conversas.

Podemos ensinar técnicas de delegação.

Mas talvez seja necessário compreender por que aquela pessoa associa controle a segurança.

Podemos ensinar comunicação.

Mas antes talvez seja preciso perceber por que ouvir uma opinião divergente é experimentado internamente como ameaça.

O trabalho de desenvolvimento começa, muitas vezes, quando deixamos de perguntar apenas “o que devo fazer?” e começamos a perguntar “o que em mim está fazendo com que eu responda dessa maneira?”

E então chegamos ao nosso tempo

Há algo extraordinário no momento histórico em que vivemos.

Nunca tivemos acesso tão rápido a tanto conhecimento.

Textos que durante séculos estiveram restritos a bibliotecas, universidades ou pequenos círculos intelectuais hoje podem ser consultados em segundos.

Podemos atravessar, em uma mesma reflexão, a Grécia antiga, as Upanishads indianas, a psicologia, a neurociência, a teoria da liderança e nossas próprias experiências profissionais.

E agora acrescentamos uma nova ferramenta a esse processo: a inteligência artificial.

Este próprio artigo nasceu, em parte, de uma conversa.

Não de uma máquina entregando uma conclusão pronta, mas de perguntas que provocaram outras perguntas.

Usei a inteligência artificial para organizar referências, confrontar conceitos, aproximar ideias e catalisar um pensamento que vinha sendo construído a partir da minha própria experiência com pessoas e lideranças.

É justamente aí que vejo uma das possibilidades mais interessantes dessa tecnologia.

Não pensar por nós.

Mas nos ajudar a pensar melhor.

A qualidade da resposta continuará dependendo, em grande medida, da qualidade da pergunta.

E nenhuma tecnologia substituirá aquilo que talvez continue sendo o trabalho humano mais difícil:

olhar para dentro.

A pergunta permanece

Talvez os gregos tenham chamado parte disso de hubris e nêmesis.

Talvez as tradições indianas tenham encontrado no karma outra maneira de pensar ação e consequência.

A psicologia trouxe o inconsciente.

As ciências comportamentais mostraram nossos vieses.

A inteligência emocional colocou atenção sobre aquilo que sentimos.

A fisiologia nos lembra que pensamos também através de um corpo.

E a história familiar e cultural nos mostra que carregamos muito mais passado do que imaginamos.

Mas, depois de todas essas teorias, talvez a pergunta fundamental continue surpreendentemente simples:

quanto da minha maneira de liderar é uma escolha — e quanto ainda é uma repetição?

Não acredito que desenvolvimento pessoal signifique alcançar um estado definitivo de consciência.

Talvez seja exatamente o contrário.

É perceber que nunca terminamos.

Somos um processo.

Recebemos.

Interpretamos.

Repetimos.

Questionamos.

Mudamos.

E transmitimos.

Somos consequência de histórias que começaram antes de nós e, ao mesmo tempo, participamos da construção das histórias que continuarão depois de nós.

Entre essas duas dimensões existe um pequeno espaço.

O espaço da consciência.

E talvez seja justamente ali que começa a verdadeira liderança.

Promovido a gerente! Desbravando o Caminho para o Sucesso Gerencial: Uma Jornada de Autoavaliação e Desenvolvimento Profissional

Como coach executivo, tive o privilégio de trabalhar ao lado de um profissional dedicado enquanto fazia a transição para uma posição de gerenciamento. Juntos, exploramos estratégias e aprimoramos habilidades essenciais para garantir uma integração tranquila no campo da liderança. Junte-se a mim nesta jornada iluminadora enquanto descobrimos os elementos-chave vitais para o sucesso no cenário gerencial.

Em princípio, ao buscar uma promoção para uma posição de gerenciamento, provar sua prontidão é apenas uma parte do processo. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. É essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

Primeiro, deixe-me fornecer algum contexto:

A transição para o gerenciamento pela primeira vez é um marco significativo na carreira. No momento em que você descobre que liderará uma equipe, que buscou pacientemente, mas persistentemente, essa promoção, mudando estrategicamente de emprego para se colocar em uma trilha acelerada para o gerenciamento em uma grande empresa com ótima reputação, você está convencido de que está pronto. Após celebrar o anúncio de sua ascensão ao gerenciamento, você rapidamente descobre que tem muito a aprender. Sua decisão de buscar uma promoção começou com a análise do cenário de liderança no local de trabalho. Você começou a comparar mentalmente suas próprias forças e realizações, encontrando-se pensando em ocasiões em que foi elogiado publicamente por alguém importante sobre o impacto de seu trabalho, ou momentos em que alguém o agradeceu privadamente por concluir uma tarefa significativa. Essas são histórias semelhantes às dos profissionais que apoio como coach, que estão ativamente buscando promoções. Seus resultados, habilidades e validações externas importam. Mas, para se tornar um gerente eficaz, é essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Digo isso com ênfase, não para te segurar, mas para te impulsionar para frente. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. Enquanto se prepara para o próximo passo, quero que pense além de provar que está pronto para uma promoção. Quero que seja proativo na criação de um plano de crescimento profissional que permitirá que navegue na transição e continue aprendendo em seu novo cargo. Meu trabalho como coach gira em torno de fazer perguntas, refletir sobre as respostas, identificar lacunas e fraquezas e propor medidas para abordá-las. Como primeiro passo, as perguntas de autoavaliação que utilizo nas sessões de coaching podem começar a gerar ideias e iluminar desafios. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

  • Habilidades de Gerenciamento
  1. Qual é o meu estilo de liderança? Seu estilo de liderança deriva de uma mistura de suas forças, personalidade e valores, aliados à sua visão e metas. Reflita sobre cada um desses componentes e decida pelo que deseja ser conhecido. Lembre-se, você pode adaptar sua abordagem ao longo do tempo à medida que continua aprendendo e avançando.
  2. Como posso ajudar minha equipe a se desenvolver? Compreender como medir o desempenho e avaliar lacunas e oportunidades de crescimento em sua equipe será essencial em seu papel como gerente. Reserve um tempo para pensar sobre como sua promoção pode impactar as estruturas e dinâmicas da equipe. Planeje oportunidades potenciais para desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento da equipe.
  3. Como priorizarei e delegarei o trabalho de maneira eficaz? Sou frequentemente solicitado a apoiar gerentes que estão lutando para atender a demandas concorrentes. Aprender a priorizar e delegar efetivamente será a chave para o seu sucesso como líder de equipe. Isso levará tempo para ser descoberto. Enquanto faz isso, continue a se questionar, por exemplo: O que preciso parar de fazer? O que preciso fazer mais? O que preciso manter? Como fornecerei supervisão e responsabilidade?
  4. Sou um bom orador público e consigo liderar reuniões? Sua comunicação como gerente é um fator-chave para como você atribui trabalho, impulsiona o envolvimento e compartilha informações com múltiplos interessados. Isso é frequentemente feito por meio de reuniões. Ao se preparar para dar o próximo passo no gerenciamento, faça uma avaliação honesta de suas habilidades de comunicação e avalie seu nível de conforto ao liderar reuniões e apresentar para grupos maiores.
  5. Como dou feedback construtivo e resolvo conflitos? Fornecer orientação, abordar lacunas de desempenho e resolver problemas são responsabilidades importantes do gerenciamento. Considere problemas que você pode ter testemunhado entre colegas em relação a processos, projetos ou dinâmicas interpessoais. O que você aprendeu com o que observou? Que habilidades você precisará para gerenciar o desempenho e resolver conflitos se a necessidade surgir?
  • Conhecimento
  1. Quais são as políticas da minha empresa em relação à saúde, segurança e requisitos regulatórios? A equipe de RH de sua empresa liderará garantindo que os funcionários passem por treinamentos necessários sobre políticas da empresa, mas agora é um ótimo momento para se familiarizar com o manual do funcionário e os recursos de RH. Como gerente, os membros de sua equipe virão até você com perguntas, e você será responsável por garantir a conformidade em toda a empresa com protocolos e políticas.
  2. Estou familiarizado com a legislação trabalhista? Novamente, sua equipe de RH será responsável pela orientação em relação à legislação trabalhista que impacta seu trabalho, e é inteligente se familiarizar com os guias da empresa e se manter atualizado com qualquer notícia relevante ou discussões sobre mudanças legislativas.
  3. Como lidarei com perguntas relacionadas à estratégia de compensação da empresa, participação nos lucros, benefícios e planejamento de equidade? Como funcionário, entender a composição de seu salário é importante. Como gerente responsável por uma equipe, você provavelmente receberá perguntas dos membros da equipe relacionadas a remuneração, benefícios e políticas de tempo. Após sua promoção para um cargo de gerenciamento, você precisará estar preparado para conversas confidenciais que podem incluir elegibilidade para horas extras para funcionários isentos e não isentos, dados financeiros de ciclos fiscais anuais, períodos de inscrição abertos para benefícios e protocolos da empresa para decisões de remuneração.
  4. Eu participei do processo completo de recrutamento? Como gerente, será necessário participar da execução dos planos de contratação. O ciclo completo de recrutamento varia desde avaliar as necessidades e criar descrições de cargo até selecionar candidatos, fazer ofertas e integrar novas contratações. Se uma promoção sinalizará sua primeira vez participando do processo de recrutamento, esteja preparado para pedir orientação à sua equipe de RH sobre procedimentos e melhores práticas.
  5. Eu conheço as últimas práticas de diversidade, equidade e inclusão? Compreender se sua organização tem diretrizes ou recursos ajudará a responder a perguntas ou esclarecer processos que você supervisionará em seu papel. Além disso, continue acompanhando desenvolvimentos mais amplos e notícias que possam impactar suas novas responsabilidades.

Buscar uma promoção para ma posição de gerente vai além de apenas conquistar um novo título. É uma oportunidade valiosa para considerar as forças, traços, expertise e conhecimento que o apoiarão, assim como as fraquezas, lacunas de habilidades e falta de exposição que poderiam torná-lo menos eficaz a longo prazo. Com uma avaliação objetiva, você pode criar próximos passos acionáveis para prepará-lo para o sucesso gerencial futuro.

Desenvolvendo a Inteligência Emocional: Um Guia Prático

Em um mundo em constante mudança e desafios, a inteligência emocional emerge como uma habilidade fundamental para o bem-estar pessoal e sucesso profissional.

Vou apresentar a você o conceito de inteligência emocional e compartilhar os passos práticos para desenvolvê-la em sua jornada pessoal e profissional.

O que é Inteligência Emocional? A inteligência emocional é a capacidade de reconhecer, compreender e gerenciar nossas próprias emoções, bem como de nos conectarmos empaticamente com as emoções dos outros. Essa habilidade nos permite enfrentar desafios com resiliência, melhorar nossos relacionamentos interpessoais e tomar decisões mais informadas.

Por que Desenvolver a Inteligência Emocional? O desenvolvimento da inteligência emocional tem um impacto significativo em todas as áreas da vida. Ao compreender melhor nossas emoções, podemos evitar reações impulsivas e tomar decisões mais ponderadas. Além disso, aprimorar a empatia nos permite estabelecer conexões mais genuínas com os outros e construir relacionamentos saudáveis e produtivos.

Passo a Passo para Desenvolver a Inteligência Emocional:

1. Autoconsciência: O primeiro passo é o autoconhecimento. Tire um momento para refletir sobre suas emoções em diferentes situações. Identifique os gatilhos que despertam sentimentos específicos e como você costuma reagir a eles.

2. Pratique o Mindfulness: O mindfulness é uma prática valiosa para se tornar mais consciente do momento presente. Experimente técnicas de meditação e respiração profunda para se conectar com suas emoções sem julgamento, aumentando sua capacidade de responder, em vez de reagir impulsivamente.

3. Identifique Padrões Emocionais: Ao analisar suas experiências passadas, identifique padrões emocionais que se repetem em diferentes situações. Ao compreender esses padrões, você pode começar a prever suas reações e, assim, adotar uma abordagem mais equilibrada.

4. Desenvolva Empatia: Pratique colocar-se no lugar dos outros e tente compreender suas emoções e perspectivas. A empatia fortalece os laços interpessoais e ajuda na resolução de conflitos de forma mais positiva.

5. Aprimore a Comunicação: Melhore suas habilidades de comunicação, ouvindo ativamente os outros e expressando suas próprias emoções de forma clara e respeitosa. Uma comunicação eficaz é essencial para construir relacionamentos saudáveis.

6. Gerencie o Estresse: Aprenda a lidar com o estresse de maneira saudável e construtiva. Encontre atividades que o ajudem a relaxar e a recarregar as energias, permitindo que você lide com situações desafiadoras com mais tranquilidade.

7. Desenvolva Resiliência Emocional: Cultive a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios. Ao desenvolver resiliência emocional, você estará mais preparado para enfrentar adversidades e manter uma perspectiva otimista.

8. Pratique a Escuta Ativa: Quando estiver em uma conversa, ouça atentamente o que o interlocutor está dizendo e observe suas expressões não-verbais. A escuta ativa demonstra empatia e melhora a qualidade de suas interações.

9. Responda, Não Reaja: Antes de agir, tire um momento para refletir sobre suas emoções e as possíveis consequências de suas ações. Opte por respostas ponderadas e construtivas em vez de reações impulsivas.

10. Busque Feedback: Peça feedback a amigos, familiares ou colegas de confiança sobre como você lida com suas emoções e interações. O feedback construtivo pode ajudá-lo a identificar áreas para aprimorar sua inteligência emocional.

Desenvolver a inteligência emocional é um processo contínuo e enriquecedor que traz benefícios notáveis para todas as áreas de nossas vidas. Ao abraçar a jornada de autoconhecimento e práticas conscientes, podemos nos tornar seres mais equilibrados, empáticos e resilientes, preparados para enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente. Invista em seu crescimento emocional e descubra como a inteligência emocional pode abrir portas para um futuro mais gratificante e bem-sucedido.

Mindfulness: A chave para desenvolver a inteligência emocional no ambiente corporativo

No ambiente corporativo acelerado em que vivemos atualmente, os executivos enfrentam uma enorme pressão para lidar com desafios complexos, tomar decisões críticas e liderar suas organizações rumo ao sucesso. Nesse contexto, a inteligência emocional desempenha um papel fundamental na liderança eficaz e na promoção de uma cultura corporativa positiva. O mindfulness, uma prática profundamente enraizada na autoconsciência e no foco no momento presente, oferece  uma poderosa ferramenta para desenvolver a inteligência emocional. Ao adotar o mindfulness, podemos cultivar a autoconsciência, empatia e tomada de decisões eficazes, resultando em uma melhoria nos resultados da liderança e no sucesso organizacional.

Desenvolvimento da autoconsciência: O mindfulness serve como base para desenvolver a autoconsciência, um aspecto crucial da inteligência emocional. Ao praticar o mindfulness, pode-se cultivar uma compreensão profunda de suas próprias emoções, gatilhos e padrões de comportamento. Essa autoconsciência aprimorada permite que os líderes reconheçam seus pontos fortes, fraquezas e preconceitos, possibilitando que tomem decisões conscientes em vez de reagir impulsivamente. A autoconsciência também promove a autenticidade e a transparência, criando um ambiente em que os funcionários se sintam valorizados e compreendidos.

Cultivo da autorregulação: As práticas de mindfulness permitem que os executivos desenvolvam a autorregulação, uma habilidade vital para a liderança eficaz. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas diárias,  desenvolve-se  a capacidade de observar seus pensamentos e emoções sem julgamento ou reatividade imediata. Essa pausa entre o estímulo e a resposta capacita os líderes a regular suas reações emocionais, tomar decisões ponderadas e manter a compostura durante situações de alta pressão. A autorregulação também estabelece um exemplo poderoso para os funcionários, incentivando-os a gerenciar suas emoções de forma eficaz.

Fomento da empatia: A empatia é uma característica fundamental dos líderes emocionalmente inteligentes, e o mindfulness pode ser um catalisador para o seu desenvolvimento. Por meio das práticas de mindfulness,  e possível  cultivar uma conexão profunda com suas próprias emoções, promovendo a autocompaixão e a compreensão. Essa maior autoconsciência e autocompaixão, por sua vez, aprimoram sua capacidade de se colocar no lugar dos outros e compreender as experiências e emoções de seus funcionários. O mindfulness ajuda a se tornarem ouvintes ativos, criando uma cultura de comunicação aberta e promovendo a confiança dentro da organização.

Facilitação da tomada de decisões eficazes: O mindfulness aprimora a capacidade de tomada de decisões permitindo que façam escolhas a partir de um lugar de clareza e presença. Ao praticar o mindfulness, cultiva-se a habilidade de se desligar das distrações, focar no momento presente e acessar sua intuição. Essa maior percepção permite que os líderes considerem múltiplas perspectivas, avaliem riscos e tomem decisões alinhadas com seus valores e com os interesses de longo prazo da organização. A tomada de decisões consciente leva a resultados melhores, reduz o estresse e aumenta o engajamento dos funcionários.

Promoção da resiliência e bem-estar: As práticas de mindfulness promovem a resiliência e o bem-estar, contribuindo para sua inteligência emocional como um todo. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas, pode-se reduzir o estresse, melhorar sua capacidade de lidar com adversidades e manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal. Essa resiliência permite que os líderes enfrentem desafios com equanimidade, sirvam como exemplo positivo para suas equipes e promovam uma cultura corporativa que priorize o bem-estar dos funcionários. Executivos mindful estão mais atentos às suas próprias necessidades e às de seus funcionários, criando um ambiente que incentiva o crescimento e o florescimento de todos.

No ambiente corporativo, onde a excelência na liderança e a inteligência emocional são fundamentais para o sucesso, o mindfulness serve como uma prática transformadora. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas diárias, os executivos podem desenvolver a autoconsciência, autorregulação, empatia e habilidades eficazes de tomada de decisões. Isso, por sua vez, promove uma cultura corporativa positiva, melhora o engajamento dos funcionários e impulsiona o sucesso organizacional. Ao abraçar o mindfulness como um aspecto central da liderança,  habilitando os lideres  a navegar por desafios, inspirar suas equipes e criar um ambiente de trabalho que promova o bem-estar e o crescimento para todos.

Como o coach executivo pode ajudar a desenvolver mindfulness ?

O coach pode desempenhar um papel significativo no auxílio aos clientes a desenvolver o mindfulness, que é a prática de estar conscientemente presente no momento presente, com atenção plena e sem julgamentos. O mindfulness é uma ferramenta poderosa para aumentar a consciência, reduzir o estresse e melhorar o desempenho pessoal e profissional. Aqui estão algumas maneiras pelas quais o coach executivo pode ajudar os clientes a desenvolver o mindfulness:

  1. Educação sobre mindfulness: O coach pode fornecer informações e educação sobre o que é o mindfulness, seus benefícios e como pode ser aplicado na vida pessoal e no ambiente de trabalho. Isso ajudará os clientes a compreender a importância dessa prática e motivá-los a incorporá-la em suas rotinas diárias.
  2. Práticas guiadas: O coach pode conduzir sessões de prática de mindfulness com os clientes. Essas sessões podem incluir meditações guiadas, exercícios de respiração consciente e outras técnicas de atenção plena para ajudar os clientes a desenvolverem a habilidade de focar sua atenção no momento presente.
  3. Identificação de pontos de estresse: O coach pode ajudar os clientes a identificar os pontos de estresse em sua vida profissional e pessoal. O mindfulness pode ser aplicado para gerenciar melhor esses momentos de tensão, permitindo que os clientes mantenham a calma e abordem os desafios de forma mais equilibrada e eficaz.
  4. Autogerenciamento emocional: O mindfulness ajuda as pessoas a desenvolverem uma maior consciência de suas emoções e reações automáticas. O coach pode apoiar os clientes a reconhecerem suas respostas emocionais, entendê-las e escolherem reações mais adequadas em situações desafiadoras.
  5. Foco e produtividade: O coach pode orientar os clientes a aplicarem o mindfulness para melhorar seu foco e concentração no trabalho. Isso pode levar a um aumento da produtividade, eficiência e capacidade de tomar decisões mais acertadas.
  6. Autoconhecimento e autorreflexão: O mindfulness promove a autorreflexão e o autoconhecimento. O coach pode incentivar a pratica do mindfulness para desenvolverem uma compreensão mais profunda de suas habilidades, valores, pontos fortes e áreas de melhoria.
  7. Cultivo de relacionamentos interpessoais: O mindfulness também pode ser aplicado para melhorar os relacionamentos interpessoais e a comunicação. O coach ajuda os clientes a aplicarem a atenção plena nas interações com colegas, subordinados e superiores, o que pode melhorar a empatia, a escuta ativa e a resolução de conflitos.

Em suma, o coach executivo pode ser um facilitador valioso para ajudar os clientes a desenvolverem o mindfulness em suas vidas profissionais e pessoais. Ao fornecer orientação, suporte e práticas específicas, o coach pode capacitar os clientes a cultivarem uma mentalidade mais consciente, levando a um maior bem-estar e sucesso em suas carreiras e vidas em geral

O mindset das palavras

Um estudo sobre os pensamentos e o impacto na saúde não seria completo sem examinar as palavras, fruto dos pensamentos. As palavras que usamos são forças vitais eletromagnéticas e quânticas que vêm do pensamento de dentro do nosso cérebro que você constrói em sua mente pensando, sentindo e escolhendo ao longo do tempo. As palavras contêm uma energia e refletem seus pensamentos, influenciando o mundo ao seu redor e as circunstâncias da vida. As palavras são portanto muito úteis, pois fornecem uma visão sobre o que está te segurando ou impulsionando para frente.

As palavras que falamos se alimentam de pensamentos físicos que foram construídos na mente, reforçando a memória de onde vieram.

Quando fazemos declarações negativas, liberamos substâncias químicas negativas. Essas matérias químicas permitem que as memórias negativas se tornem mais fortes, especialmente se continuamos a permitir que os pensamentos negativos dominem o pensamento constante. Tudo o que pensamos mais, cresce. Quando constantemente pensamos e falamos sobre algo negativo isso pode se tornar uma fortaleza negativa que controla a atitude e a vida. Cada vez que pronunciamos uma declaração negativa, liberamos energia quântica negativa que perturba o equilíbrio dos peptídeos, o que afeta o ambiente do cérebro e coloca o corpo em estresse tóxico.

Por outro lado, quanto mais você fala positivamente, mais você pensa positivamente. Atenção! estou me referindo sobre “alem” de falar positivamente ou repetir afirmações positivas como um papagaio, enquadrar seu mundo com palavras positivas não é o mesmo que agir positivamente.  O problema com afirmações positivas, per se, é que elas operam no nível superficial do pensamento consciente, mas não se alinham com a mente inconsciente, onde as crenças limitantes realmente residem.

Suas palavras devem ser respaldadas por honestidade e integridade, ou o que, em termos psicológicos, é chamado de congruência cognitiva. A afirmação positiva só funciona quando você acredita no que diz. Se você mentir para si mesmo, experimentará dissonância cognitiva, o oposto da congruência cognitiva, que pode afetar sua saúde mental e física porque você está criando uma guerra interna. Purificar seus pensamentos e palavras tóxicos com afirmações de pensamento positivo é apenas uma solução temporária, uma abordagem superficial. 

O que você faz e diz exteriormente deve refletir realmente o que você pensa e acredita internamente.  A raiz (o que você realmente está pensando) e a fruta (o que você está dizendo) precisam alinhar-se, ou você criará um caos neuroquímico no cérebro.  A falta de congruência causa estresse toxico e afeta a forma como a informação é processada e a memória é construída. Estar intencionalmente mais consciente sobre o que você quer dizer, o que está dizendo e o que está realmente pensando sobre o que está dizendo, traz todos os tipos de recursos pré-frontais para ajudar a libertar a amígdala das emoções toxicas. Isso acontece porque quanto mais intencionalmente consciente você for, mais ativação você terá no córtex pré-frontal ventrolateral direito e menos ativação terá na amígdala em resposta.

Por exemplo: usar uma afirmação positiva como “Sou brilhante e bem-sucedido” pode sair pela culatra se não acreditar verdadeiramente e profundamente ao nível inconsciente. Para reconceituar  efetivamente  seu pensamento e suas palavras resultantes,  considere que você está se tornando, concentrando-se em seu progresso. Uma afirmação mais realista seria algo como: “Acredito que tenho potencial para liberar dentro de min, e a cada dia passarei de um a três minutos trabalhando consciente e deliberadamente para alcançar esse objetivo”. Então você  coloca um impulso positivo na realidade honesta do que você está sentindo no momento do agora. Você redesenha seu futuro, porque seu futuro está em suas mãos.

Enquadrar o mundo com suas palavras envolve substituir o pensamento negativo e as palavras, mudando sua mentalidade de palavras. Quando você começa a falar palavras positivas,  palavras que estão enraizadas no pensamento honesto, você literalmente destrói a velha memória tóxica e cria uma bela nova memória para substituir a dolorosa e opressiva. Obviamente, você ainda vai se lembrar do que aconteceu com você no passado, mas a memória foi reconceituada – ela não governa mais a sua vida. Em vez disso, torna-se uma parte rica no caminho da sua personalidade.

O pensamento congruente e  não as palavras positivas criam as mudanças necessárias no cérebro. Esse tipo  de pensamento leva tempo e esforço, porque você precisa estar ciente das suas palavras e da mentalidade por trás delas.  Essa consciência permite que você capture esses pensamentos e os altere. Você também não pode resolver um problema em um instante.  O sucesso vem da percepção de que nem sempre estamos à altura dos nossos sonhos. Muitas vezes temos que mudar nossa direção ou reconhecer que estamos evoluindo à medida que nos dirigimos para alcançar nossos objetivos.

Segue algumas dicas:

Reconheça que existe um problema observando as palavras que você esta usando e o impacto que elas têm em você, nas outras pessoas  e na sua vida. Torne-se intencionalmente consciente sobre isso.

Examine suas palavras e  compare-as com os pensamentos de onde elas vêm. São congruentes?

Pratique estar em superposição (consciente da estrutura e conteúdo das palavras)  e reserve um tempo para examinar suas palavras, pensando no que está errado, no que está certo e como você diz. Considere quem você está se tornando, concentrando-se em seu progresso.

Comece a substituir declarações negativas por positivas, pensando no tipo de mudanças que deseje na sua vida. Você pode reconceituar sua conversa interna como: “Eu estou trabalhando os meus pensamentos e palavras, estou progredido no meu processo, e está tudo bem”.  Desta forma será mais realista. Outro exemplo é dizer a si mesmo: “A cada momento estou me esforçando para ser mais consciente sobre como administro meu tempo e as minhas palavras”. Esta declaração reconhece o fato que você esta evoluindo e que você tem a opção de criar um futuro melhor para si mesmo.

Colocar o sentimento em palavras tem um tremendo efeito terapêutico em sua mente e cérebro.

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A arte da persuasão

Idéias são a moeda do século XXI.

Pensamento analítico e inovação, aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem,  criatividade, originalidade e iniciativa; Considerando a importância da imaginação, inovação, colaboração e a capacidade de compreender várias perspectivas para cada uma delas, isso define a colaboração criativa como a base das três principais habilidades futuras. 

A capacidade de persuadir, mudar corações e mentes, talvez seja a maior habilidade que lhe dará uma vantagem competitiva na economia do conhecimento – uma época em que as idéias são mais importantes do que nunca. Alguns economistas acreditam que a persuasão é responsável por gerar um quarto ou mais da renda nacional total da América. À medida que nossa economia evoluiu de uma agrária para uma industrial, para uma baseada no conhecimento, pessoas bem-sucedidas em quase todas as profissões tornaram-se capazes de convencer os outros a agir sobre suas idéias. Pense no papel da persuasão em nossas vidas diárias: Os empresários convencem os investidores a apoiar suas startups. Os candidatos a emprego convencem os recrutadores a contratá-los. Os políticos convencem as pessoas a votar nelas. Os líderes convencem os funcionários a engajar planos de ação específicos. Os CEOs convencem os analistas a escrever relatórios favoráveis sobre suas empresas. Os vendedores convencem os clientes a escolherem seu produto em detrimento da oferta de um concorrente. Em resumo, a persuasão não é mais um “soft skills” – é uma habilidade fundamental que pode ajudá-lo a atrair investidores, vender produtos, criar marcas, inspirar equipes e desencadear movimentos. A persuasão é tão importante para o bilionário Warren Buffett que é o único diploma que ele orgulhosamente exibe em seu escritório, é um certificado de oratória de um curso da Dale Carnegie. Certa vez, ele disse aos estudantes de administração de empresas que melhorar suas habilidades de comunicação aumentaria seu valor profissional em 50% – instantaneamente. Palavras e idéias criaram o mundo moderno, e palavras e idéias têm o potencial de fazer de você uma estrela em seu campo, desde que você possa convencer alguém a agir de acordo com elas. Seguir as táticas de um filósofo grego antigo pode ajudar. Há mais de 2.000 anos atrás, Aristóteles esboçou uma fórmula sobre como dominar a arte da persuasão em sua obra Retórica. Muitos dos grandes comunicadores o usaram ao longo do tempo para fazer dos seus discursos e apresentações mais influentes, compartilhando suas idéias com o mundo. Para se tornar um mestre em persuasão e vender com sucesso suas próprias idéias, tente usar esses cinco dispositivos retóricos que Aristóteles identificou em seu próximo discurso ou apresentação:


1) Ethos ou “personagem”
O ethos representa a parte de um discurso ou apresentação quando seu público-alvo obtém alguma percepção da sua credibilidade. Aristóteles acreditava que, se as ações de um palestrante não apoiassem suas palavras, elas perderiam credibilidade e, enfim, enfraqueceriam seus argumentos. Por exemplo, em um famoso TED Talk sobre reforma do sistema de justiça criminal, o procurador de direitos humanos Bryan Stevenson começa: “Passo a maior parte do meu tempo em cadeias, penitenciárias, no corredor da morte. Passo a maior parte do meu tempo em comunidades de baixa renda nos projetos e lugares onde há muita desesperança. ” Você notará que Stevenson não lista seus diplomas, realizações e prêmios como ele poderia fazer em um currículo. Em vez disso, ele estabelece seu caráter para aqueles na platéia que não o conhecem. Ao fazer isso, ele está construindo um senso de confiança entre ele e seus ouvintes. Como seres humanos, estamos empenhados em procurar razões para confiar em outra pessoa, e fazemos isso rapidamente. Afinal, nossos ancestrais tiveram um instante para determinar se um estranho era amigo ou inimigo. Um simples lembrete de que você está comprometido com o bem-estar de outras pessoas aumentará sua credibilidade antes de apresentar seu argumento.


2) Logos ou “Motivo”
Depois que o ethos é estabelecido, é hora de fazer um apelo lógico à razão. Por que seu público se preocupa com a sua ideia? Se economizar o dinheiro do seu público-alvo, por exemplo, eles vão querer saber quanto isso os salvará e como a economia será realizada. O mesmo raciocínio se aplica a ganhar dinheiro. Como sua idéia ajudará seus ouvintes a obter lucro? Que passos eles devem seguir? Todos esses são recursos lógicos que ajudarão você a obter suporte. Use dados, evidências e fatos para formar um argumento racional.


3) Pathos ou “Emoção“
Segundo Aristóteles, a persuasão não pode ocorrer na ausência de emoção. As pessoas são levadas à ação pela maneira como um orador as faz sentir. Aristóteles acreditava que a melhor maneira de transferir emoções de uma pessoa para outra é através do dispositivo retórico da narrativa. Mais de 2.000 anos depois, os neurocientistas descobriram sua tese precisa. Estudos descobriram que as narrativas desencadeiam uma onda de neuroquímicos no cérebro, notadamente chamada ocitocina, a “molécula moral” que conecta as pessoas em um nível emocional mais profundo. Em uma análise das 500 palestras TED mais populares de todos os tempos, descobre que as histórias compunham 65% do discurso médio dos oradores, das quais 25% foram para logos e 10% para ethos. Em outras palavras, a fórmula vencedora para uma palestra popular sobre TED é envolver a grande idéia em uma história. Que tipo de história? O curador do TED, Chris Anderson, explica: “As histórias que podem gerar a melhor conexão são histórias sobre você pessoalmente ou sobre pessoas próximas a você. Contos de fracasso, constrangimento, infortúnio, perigo ou desastre, contados com autenticidade, aceleram um profundo envolvimento. ” O conteúdo mais pessoal é o mais relacionável.


4) Metáfora
Aristóteles acreditava que a metáfora confere à linguagem sua beleza verbal. “Ser um mestre em metáforas é a melhor habilidade que pode adquirir”, escreveu ele. Quando você usa uma metáfora ou analogia para comparar uma nova idéia com algo familiar ao seu público, ela esclarece sua idéia, transformando o abstrato em algo concreto.Vamos voltar ao exemplo de Warren Buffett, um dos praticantes mais persuasivos da persuasão. Buffett raramente dá uma entrevista sem usar a metáfora para argumentar. Quando você ouve investidores dizerem que procuram empresas cercadas por um fosso, por exemplo, é uma referência a uma metáfora popular que ele estabeleceu. Buffett disse repetidamente que procura empresas que são “castelos econômicos” cercados por fossos que dificultam a entrada de concorrentes no setor. Mais recentemente, Buffett fez um discurso na assembléia anual da Berkshire Hathaway em 2017, afirmando que o crescimento dos gastos com saúde é a “tênia” da economia americana. Por meio dessa metáfora visceral, Warren descreveu com precisão um sério problema corroendo a base do nosso sistema econômico. Buffett não precisou explicar o que acontece quando a tênia cresce. Jornais e blogs que cobriam o evento usavam “tênia” em suas manchetes. Aqueles que dominam a metáfora têm a capacidade de transformar palavras em imagens que ajudam os outros a entender melhor suas idéias – porem, mais importante, lembre-se e compartilhe-as. É uma ferramenta poderosa.


5) Brevidade
Aqui, novamente, Aristóteles estava à frente de seu tempo. “Aristóteles descobriu que existem limites bastante universais para a quantidade de informações que qualquer ser humano pode absorver e reter”, escreve Edith Hall, professora do Kings College, sobre Aristóteles. “Quando se trata de persuasão, menos é sempre mais.” A brevidade é um elemento crucial para fazer um discurso persuasivo. Um argumento, disse Aristóteles, deve ser expresso “da maneira mais compacta e no menor número possível de palavras”. Ele também observou que a abertura do discurso de uma pessoa é o mais importante, já que “a atenção diminui em todos os outros lugares, e não no começo”. A lição aqui é: comece com o seu ponto mais forte.
A boa notícia para os comunicadores é que Aristóteles acreditava que a persuasão pode ser aprendida. De fato, de acordo com a elite culta, ele era visto como “bastante ameaçador” para a classe política na Grécia antiga quando disponibilizou as ferramentas da retórica para as massas. Eles queriam manter a fórmula em segredo. Mas Aristóteles queria que todos tivessem acesso. Ele defendeu a ideia de que a capacidade de uma pessoa para falar e escrever bem e usar dispositivos retóricos para mudar a perspectiva de outras pessoas poderia liberar o potencial humano e maximizar a felicidade. Enquanto as ferramentas que usamos para comunicar idéias mudaram nos últimos dois mil anos, o cérebro humano não mudou. A mesma fórmula que funcionou então funcionará agora.

A conversa inteligente

foto: pintura de Arnold Lakhovsky, The Conversation (1935)

Todos nós já dissemos coisas que as pessoas interpretaram de forma muito diferente do queríamos dizer.
Deslizes verbais ocorrem frequentemente porque nós dizemos coisas sem noção das sutis implicações que essas carregam.
A compreensão dessas implicações requer uma consciência social – “O termo consciência, em seu sentido moral, é a habilidade, capacidade, intuição, ou julgamento do intelecto que distingue o certo do errado. Juízos morais desse tipo podem refletir valores ou normas sociais.”  especificamente  relacionado a Inteligência Emocional IQ-  que seria a habilidade de compreender as emoções e as experiências das outras pessoas.
A TalentSmart testou a inteligência emocional (IQ) de mais de um milhão de pessoas e descobriu que a consciência social é uma habilidade que esta faltando em muitas pessoas.
 
Temos falta de consciência social, porque estamos tão focados no que nós vamos dizer enquanto ouvimos as outras pessoas que perdemos a habilidade de ouvir com empatia – uma  demonstração de “Tentar primeiro compreender “  para depois ser compreendido implica numa profunda mudança de paradigma. Quase sempre nós queremos primeiro ser compreendidos. Basicamente não conseguimos escutar o outro com a intenção de compreendê-lo. Ouvimos com a intenção de responder, pois enquanto o outro fala, já estamos elaborando a resposta. Filtramos tudo por meio das nossas experiências e lemos a nossa biografia no que o outro fala.
“Oh! sei exatamente como se sente!
Já passei por isso também. Vou contar o que aconteceu comigo também.“
E assim, não entendemos realmente o que o outro disse, apenas ansiamos por responder ou interferir com a nossa própria história.
Estamos tomados pelos nossos conceitos, pela nossa própria biografia. Queremos que nos compreendam, mas jamais entendemos o que realmente se passa dentro do outro ser humano.
Portanto, fique atento. Quando você se perceber usando inadequadamente uma reação autobiográfica, ou seja, testando, avaliando, aconselhando ou interpretando, mude a situação, reconhecendo a falta de atenção na audição e pedindo desculpas. Talvez seja uma boa ideia solicitar o interlocutor que recomece sua fala e, dessa vez, você ficará genuinamente atento.
Este é um desafio, porque nós, seres humanos possuímos  uma mente complexa. Você não pode esperar entender alguém até que você se concentre toda a sua atenção na sua direção.
A beleza da consciência social é que com alguns ajustes simples farão você melhorar muito suas relações com outras pessoas.
Para melhorar consciência social, segue  alguns  exemplos de frases que as pessoas emocionalmente inteligentes são cuidadosas e evitam usar em uma conversa casual:
“Você parece cansado.” Pessoas cansadas são incrivelmente desagradável, elas têm os olhos caídos e cabelo bagunçado, elas têm dificuldade de concentração, e são ranzinzas. Dizer a alguém que ela parece cansado implica todos os itens acima e muitos outros. Em vez disso diga: “Está tudo bem?” A maioria das pessoas perguntam se alguém está cansado, porque elas estão com a intenção de serem úteis (elas querem saber se a outra pessoa está bem). Em vez de assumir a disposição de alguém, basta perguntar. Dessa forma, ela poderá abrir-se e compartilhar o que esta sentindo. E o mais importante, ela vai ver que você esta preocupado com ela, em vez de grosseiro e induzir a pessoa a um pensamento.
“Você emagreceu !” Mais uma vez, um comentário bem intencionado, neste caso um elogio que cria a impressão de que você está sendo crítico. Dizer a alguém que perdeu muito peso sugere que a pessoa costumava ser gordo ou pouco atraente. Em vez disso diga: “Você esta muito bem”. Em vez de comparar como ela esta agora com como ela costumava ser, apenas faça um cumprimento deixando o passado fora da questão.
“Você era bom demais para ela!” Quando alguém rompe os laços em uma relação, seja pessoal ou profissional, este comentário implica que a pessoa tem mau gosto e fez uma má escolha.
Em vez disso diga: “Quem perdeu foi ela!” Isso fornece o mesmo apoio entusiástico e otimismo sem qualquer crítica implícita.
Estes são pequenos exemplos de como é possível desenvolver uma comunicação eficiente, como consequência uma melhor qualidade de vida.
A PNL – programação neurolinguistica  é um metodo de comunicação e desenvolvimento pessoal, nela existe o Metamodelo: uma ferramenta criada a partir de diversos princípios da gramática transformacional a partir de observações e modelagem de pessoas que desempenhavam com excelência a prática clínica. Bandler e Grinder observaram, dentre outros, Frits Pearls, Milton Erickson e Virgínia Satir. A partir dessas informações o metamodelo pode ser codificado em padrões eficazes de comunicação para que as falhas fossem detectadas. Com essa técnica podemos tornar nossa comunicação mais incisiva e com isso chegar mais facilmente ao nosso objetivo.

Renato Moreira – Coach Executivo

Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL alem de atuar como coach para profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.
renatomoreira@me.com

Falar em Público

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No periodo em que eu estive envolvido em ajudar as pessoas a falar em público, percebi o quanto a maioria de nós somos confusos em relação ao significado do termo comunicação.
Em uma forma basica seria: falar com outra pessoa, comunicar seus pensamentos e dizer-lhe uma historia, seja ela qual for, da forma mais sincera e honesta possível; hoje é uma forma quase rara, esta se perdeu.
O mundo inteiro ama ouvir histórias,  sejam elas verdadeiras ou as que sabemos que foram inventadas – nós não nos importamos  – desde que sejam emocionalmente verdadeiras.
E ainda mais, o contador da historia, seja ele quem for, tem que ser tocado pela historia que esta contando, para fazer isso; primeiro ele tem que entender o que quer contar.
Para fazer isso, primeiro ele têm que entender a pessoa que esta contando a história – ele têm de compreender a si mesmo.
Todo ser humano que se atreve a levantar e falar em frente as pessoas, tem uma enorme responsabilidade em falar de dentro do  coração. Isto é o que nós vamos explorar. Conversar com as pessoas é sempre emocional, não há como esconder as emoções, mas aprender a expressar-se honestamente não será tão assustador ou tão difícil quanto você imagina.
O medo é a chave que tranca a porta do potencial das pessoas. Se você se sentir seguro para falar, sua honestidade natural e eloqüência será ouvida.
A confiança para falar facilmente a um público já existe dentro em você. O que você provavelmente precisará, acima de tudo  é a crença de que ela está lá. Essa crença vai crescer, à medida que exploramos tanto físico como emocionalmente aquilo que te impede.
Falar com outras pessoas pode ser qualquer coisa entre um prazer e um pesadelo. O quão bom ou ruim que você acredita que comunica seus pensamentos e sonhos sobre  o mundo ao seu redor – é o que você faz deles.
O que será que os grandes comunicadores têm em comum? Consciente ou inconscientemente, eles conseguem gerar estados alterados de consciência ou percepção nos quais o consciente e o inconsciente das pessoas se tornam mais receptivos. 

Renato Moreira – Coach Executivo
Organizo o workshop “Descubra a sua voz”
Uma experiência  transformativa  combinando coaching ,PNL e técnicas de oratoria, onde aprendemos como encontrar a sua verdadeira voz. Vamos  explorar as qualidades de uma conversa perfeita e mostrar como alcançá-la a cada vez que você conversa.
Aprenda processos mentais que te  conduzem a enfrentar seu medo e desmistificar o que é que faz com que algumas pessoas falam terrivelmente  e outras falam brilhantemente. À medida que exploramos como encontrar a chave para abrir a parte oculta em você, o resto seguirá seguira fluentemente, dando-lhe cada vez mais confiança para mostrar seu verdadeiro eu.
Desenvolva a habilidade de entender como usar a linguagem verbal e não-verbal para melhorar sua comunicação. informações: renatomoreira@me.com

A anatomia de uma conversa excelente

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A maioria das pessoas possuem uma irresistível tendência de entrar no modo resolve-problema entre os 60 segundos da conversa,  movendo rapidamente do ponto A para o ponto B, completando um objetivo presumido. Assim temos a tendência de perder um monte de preciosas sugestões, dicas, contexto, ideias malucas que poderiam levar a um conjunto inesperado de soluções e resultados mais ricos.
Todas as conversas excelentes possuem uma anatomia. Para entender essa forma,  pegue dois funis e coloque um sobre o outro, sendo um de cabeça para baixo, e pronto! Esta é a forma da conversa excelente, a anatomia da conversa otimizada. Eu desenho estes dois funis no meu bloco de anotações sempre que faço uma sessão de coaching com os meus clientes, é como um lembrete, uma ótima conversa tem basicamente duas metades.
Uma abertura ampla para explorar e  outra para estreitar uma ação. Isto parece muito mais simples do que é na realidade.  Para trabalhar bem as duas metades é preciso assumir duas mentalidades muito diferentes e tornar-se duas pessoas diferentes com uma agenda e personagens contrastantes.
Deixe a conversa desenvolver livre na primeira metade da conversa. Por  exemplo:  uma sessão de coaching que dura uma hora, nos primeiros 30 minutos da conversa uso para abrir caminho para uma exploração. O meu objetivo nesta primeira metade é absolutamente esquecer que eu deveria dirigir a conversa na direção de um resultado. Este é o segredo,  porque libera o coach da obrigação de pressionar para obter algo com um final tangível.  Como consequência ouço muito mais.  Meu objetivo é me perder na estória do cliente e segui-lo a onde ele quiser ir com a conversa, estando sempre curioso e aberto. Cada vez que ele diz algo que  parece importante ou interessante, eu simplesmente envio uma ‘sonda’ –  “Conte-me mais?”
Na outra metade, entramos nos 30 minutos seguintes da sessão, a este ponto o coach se transforma em uma pessoa diferente, agora ele dirige a conversa, com foco singular e com intenção, buscando um sentido concreto, sinalizando o fechamento do funil.
Uma vez alguém me disse: “ Coaching que não termina com resultados concretos é apenas uma conversa agradável”  dito isso, não vou direto a ação,  uso o processo de “Brainstorm”:  Peço ao cliente cinco opções de respostas,  porque cinco? As três primeiras repostas que as pessoas dão tendem a ser as mais convencionais, elas quase sempre fazem um pausa antes de começar o numero quatro, e geralmente  uma pausa ainda mais longa precede a opção numero cinco. As opções numero quatro e cinco muitas vezes são as “out-of-the box”  ideias fora-da-caixa ou ações que o cliente tem resistido a tomar, e estas são muitas vezes aquelas que fazem a diferença no resultado quando aplicadas. 
Para fechar: A maioria dos desafios  no trabalho e na vida são resolvidos através da conversa. Aprender tecnicas de coaching pode ajudar você e as pessoas ao seu redor a otimizar as conversas e obter muito mais delas. 

Renato Moreira – Coach Executivo e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal.

Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

Liderança Emocional

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Nos últimos anos mudanças enormes ocorreram no mundo exterior (pense sobre o fato de que a televisão comercial foi criada apenas a 60 anos, o computador a mais ou menos uns 30 anos) com isto  aconteceram mudanças  em nossas experiências interiores e no nosso modo de vida, por isso  temos a necessidade de adaptar-nos neste ambiente em  constante evolução, pois só assim podemos sobreviver.

A maioria das pessoas estão tentando mudar. Algumas se vestem de acordo com a moda, pessoas mais velhas fazem cirurgias plásticas, outras usam muita maquiagem, algumas querem ficar mais bonitas, outras precisam de aventuras, outras querem mais fama e fortuna e outras leem livros sobre diferentes temas.
Dos mais pobres aos mais ricos, as pessoas não estão felizes como  são. Elas querem  se tornar  melhores, querem ter uma aparência melhor, um comportamento melhor, e o que elas mais querem acima de tudo é contentar-se consigo mesmo.

Na busca de tentar encontrar uma vida melhor, as pessoas tendem a fazer ajustes externos. Elas não deixaram claro na sua cabeça que tipo de mudança e o resultado que desejam ter. Elas querem mudar, mas não sabem como, então, às vezes fazem alterações que não são essenciais e na maioria das vezes inúteis.

Então que tipo de mudança estamos interessados? Precisamos mudar nosso penteado para ser bem sucedido na nossa carreira? Queremos ser bonitos para que os outros possam nos admirar ? Ou talvez nós queremos mudar a maneira que pensamos sobre nós mesmos e sobre o mundo à nossa volta, mudar a forma como lidamos com nós mesmos, mudar a forma como nos sentimos sobre nós e a maneira como tomamos decisões sobre a nossa vida?

Muitas vezes vemos pessoas que sabem o que elas querem mudar na sua vida,  sabem o que elas não estão satisfeitas, porem não sabem como mudar isso, assim elas precisam de algum tipo de tecnologia que possam usar  para atingir o resultado desejado.
Esta é a missão do workshop de liderança emocional, propor uma plataforma para promover a mudança, apresentar técnicas de coaching e uso aplicado da Programação Neurolinguistica.
Vamos falar sobre simples, rápidas e eficientes maneiras que você pode usar para alcançar seus objetivos, como se tornar o líder que você quer ser.
Quase tudo o que fazemos começa com uma idéia. O resultado dessa idéia é a materialização de um evento.
Convido e desafio você a agir! E gerar mudanças surpreendentes na sua vida!
Você vai aprender como usar sua mente e o seu comportamento para se conectar profundamente e sinceramente com si mesmo e com os outros e viver uma vida plena e criativa.

Informações: liderancaemocional@outlook.com


Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas, elevando seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL.