Herdeiros e autores: liderança, consciência e o espaço entre aquilo que recebemos e aquilo que escolhemos

Ao longo dos anos, trabalhando com líderes de diferentes culturas, organizações e momentos de carreira, uma pergunta começou a aparecer com cada vez mais força para mim: quanto daquilo que chamamos de escolha é, de fato, uma escolha consciente?

É uma pergunta que ultrapassa a liderança.

Ela toca o desenvolvimento humano.

Quando observamos uma decisão tomada por um executivo, é relativamente fácil analisá-la depois: havia informações disponíveis, alternativas possíveis, riscos conhecidos e consequências previsíveis. Mas quem trabalha de perto com pessoas percebe rapidamente que uma decisão nunca nasce apenas de uma planilha, de uma estratégia ou de um processo racional.

Quem decide é uma pessoa.

E essa pessoa chega àquele momento carregando uma história.

Carrega experiências, educação, cultura, relações familiares, sucessos, fracassos, medos, necessidades, memórias, crenças e maneiras de interpretar o mundo. Carrega também processos dos quais nem sempre tem consciência.

Por isso, talvez uma das questões mais importantes no desenvolvimento de uma liderança seja reconhecer que não decidimos apenas a partir da realidade que está diante de nós. Decidimos também a partir da realidade que existe dentro de nós.

Da Grécia antiga à sala de reuniões

Curiosamente, essa preocupação com os limites humanos não é nova.

Os gregos antigos utilizavam a palavra hubris para descrever uma espécie de desmedida: o momento em que alguém, tomado pelo poder, pelo orgulho ou pela própria certeza, ultrapassava os limites que deveria reconhecer.

Na narrativa grega, a hubris frequentemente encontrava a nêmesis: a consequência que restabelecia a medida perdida.

Não precisamos interpretar isso literalmente como uma força sobrenatural. Podemos lê-lo também como uma poderosa metáfora sobre comportamento humano.

Quantas vezes encontramos, nas organizações, líderes cuja trajetória de sucesso começa justamente a diminuir sua capacidade de questionar a si mesmos?

A experiência que antes lhes proporcionava segurança começa a produzir certeza excessiva. A confiança transforma-se em convicção. A convicção, em fechamento. E aquilo que construiu o sucesso de ontem passa silenciosamente a limitar as decisões de amanhã.

Talvez exista aí uma forma contemporânea de hubris.

Acreditar que, por termos chegado até determinado lugar, compreendemos necessariamente tudo aquilo que nos trouxe até lá.

E, principalmente, acreditar que compreendemos perfeitamente por que fazemos o que fazemos.

Do outro lado do mundo: ação e consequência

Em uma tradição completamente diferente, desenvolvida na Índia antiga, encontramos outra ideia fascinante: karma.

É importante não reduzir karma à versão popular de “fez algo ruim, algo ruim acontecerá”. Sua história filosófica é muito mais complexa.

Em termos amplos, karma está ligado à ação e às consequências produzidas pelas ações.

Há aqui uma ideia que considero particularmente relevante para o desenvolvimento humano: aquilo que fazemos repetidamente cria continuidade.

Repetimos comportamentos.

Comportamentos constroem padrões.

Padrões produzem consequências.

E consequências tornam-se parte do ambiente no qual tomaremos nossas próximas decisões.

Não estou propondo uma equivalência entre o pensamento grego e as tradições indianas. São culturas, cosmologias e sistemas filosóficos profundamente diferentes.

Mas existe algo intelectualmente provocador no fato de que, em períodos relativamente próximos da história humana, sociedades muito distantes começaram a refletir sobre perguntas semelhantes:

O que acontece quando ultrapassamos a medida?

O que nossas ações produzem?

Até que ponto somos livres?

E o que significa conhecer a si mesmo?

A ilusão da escolha puramente racional

Séculos depois, psicologia, neurociência e ciências comportamentais acrescentaram novas camadas a essas perguntas.

Hoje sabemos que a ideia do ser humano completamente racional é insuficiente para explicar nosso comportamento.

Decidimos através de atalhos mentais.

Somos influenciados por vieses cognitivos.

Interpretamos acontecimentos utilizando experiências anteriores.

Respondemos emocionalmente antes mesmo de formularmos explicações sofisticadas para aquilo que sentimos.

E existe ainda uma dimensão frequentemente negligenciada no mundo corporativo: o corpo participa da decisão.

A mente não chega sozinha à reunião.

Chegam também as horas de sono daquela noite, o nível de estresse acumulado, a sensação de segurança ou ameaça, o cansaço, a alimentação, o estado de alerta do organismo.

Corpo e mente não são dois sistemas independentes negociando entre si.

Somos um organismo integrado.

A mesma conversa pode ser interpretada de maneiras completamente diferentes dependendo do estado interno de quem a recebe.

Aquilo que às nove da manhã parece uma crítica construtiva pode, ao final de um dia de pressão, ser percebido como uma ameaça.

Por isso, falar de liderança sem falar de autorregulação é tratar apenas uma parte do fenômeno.

Inteligência emocional não é apenas controlar emoções

É aqui que a inteligência emocional ganha uma dimensão muito mais interessante.

Às vezes ela é apresentada de forma excessivamente simplificada: reconhecer emoções, manter a calma, demonstrar empatia.

Tudo isso importa.

Mas inteligência emocional, para mim, começa um pouco antes.

Começa na capacidade de perceber o que está acontecendo dentro de nós enquanto estamos interpretando o que acontece fora de nós.

O que essa situação despertou em mim?

Por que determinada pessoa me provoca uma reação tão intensa?

Estou respondendo ao acontecimento presente ou a algo que ele representa para mim?

Estou ouvindo o outro ou preparando minha defesa?

Estou tomando uma decisão ou reagindo a uma ameaça?

Essas perguntas criam uma pequena distância entre estímulo e resposta.

E talvez seja justamente nesse espaço que uma parte importante da liderança aconteça.

Porque liderança não exige ausência de emoção.

Exige capacidade de reconhecer a emoção antes que ela se transforme silenciosamente em decisão.

Nós não começamos conosco

Existe ainda outra camada.

Nenhum de nós começa do zero.

Entramos no mundo dentro de famílias, culturas e sociedades que já possuem maneiras estabelecidas de lidar com autoridade, conflito, vulnerabilidade, afeto, medo, sucesso e fracasso.

Aprendemos observando.

Aprendemos pelo que nos disseram.

E aprendemos também pelo que nunca pôde ser dito.

Determinados padrões atravessam gerações não necessariamente porque exista uma transmissão consciente, mas porque comportamentos, silêncios, expectativas e formas de relacionamento são reproduzidos.

Uma geração ensina a seguinte a sobreviver ao mundo que conheceu.

O problema é que o mundo muda.

Estratégias de proteção que fizeram sentido em determinado contexto podem tornar-se limitações em outro.

Uma organização pode reproduzir algo semelhante.

Culturas corporativas também possuem memórias.

“Foi sempre assim.”

“Aqui funciona desse jeito.”

“Você precisa ser duro para liderar.”

“Demonstrar dúvida é sinal de fraqueza.”

Frases aparentemente pequenas podem transportar modelos inteiros de liderança de uma geração de gestores para outra.

É assim que organizações também desenvolvem seus próprios padrões inconscientes.

Somos herdeiros, mas também autores

Essa talvez seja, para mim, uma das ideias mais importantes do desenvolvimento pessoal.

Somos resultado daquilo que recebemos, mas não precisamos ser apenas repetidores daquilo que recebemos.

Somos herdeiros.

Mas também podemos nos tornar autores.

Autoria, nesse contexto, não significa imaginar que controlamos tudo.

Seria outra forma de hubris.

Não escolhemos nossa origem.

Não escolhemos muitas das experiências que nos formaram.

Não controlamos todas as circunstâncias.

E jamais teremos consciência completa de tudo aquilo que influencia nossas decisões.

Mas podemos ampliar nossa consciência.

Podemos reconhecer padrões.

Podemos interromper automatismos.

Podemos decidir que determinadas maneiras de agir terminam conosco.

E podemos escolher conscientemente aquilo que desejamos transmitir.

Talvez uma das perguntas mais poderosas que um líder possa fazer seja:

O que recebi, o que estou repetindo e o que escolho não passar adiante?

Liderança como processo contínuo

Depois de acompanhar líderes durante tantos processos de mudança, passei a olhar o desenvolvimento menos como aquisição de competências e mais como expansão de consciência.

Competências continuam sendo necessárias.

Estratégia continua sendo necessária.

Conhecimento técnico continua sendo necessário.

Mas existe um limite para aquilo que ferramentas externas conseguem transformar quando padrões internos permanecem invisíveis.

É possível ensinar alguém a conduzir uma conversa difícil.

Outra coisa é ajudá-lo a compreender por que evita determinadas conversas.

Podemos ensinar técnicas de delegação.

Mas talvez seja necessário compreender por que aquela pessoa associa controle a segurança.

Podemos ensinar comunicação.

Mas antes talvez seja preciso perceber por que ouvir uma opinião divergente é experimentado internamente como ameaça.

O trabalho de desenvolvimento começa, muitas vezes, quando deixamos de perguntar apenas “o que devo fazer?” e começamos a perguntar “o que em mim está fazendo com que eu responda dessa maneira?”

E então chegamos ao nosso tempo

Há algo extraordinário no momento histórico em que vivemos.

Nunca tivemos acesso tão rápido a tanto conhecimento.

Textos que durante séculos estiveram restritos a bibliotecas, universidades ou pequenos círculos intelectuais hoje podem ser consultados em segundos.

Podemos atravessar, em uma mesma reflexão, a Grécia antiga, as Upanishads indianas, a psicologia, a neurociência, a teoria da liderança e nossas próprias experiências profissionais.

E agora acrescentamos uma nova ferramenta a esse processo: a inteligência artificial.

Este próprio artigo nasceu, em parte, de uma conversa.

Não de uma máquina entregando uma conclusão pronta, mas de perguntas que provocaram outras perguntas.

Usei a inteligência artificial para organizar referências, confrontar conceitos, aproximar ideias e catalisar um pensamento que vinha sendo construído a partir da minha própria experiência com pessoas e lideranças.

É justamente aí que vejo uma das possibilidades mais interessantes dessa tecnologia.

Não pensar por nós.

Mas nos ajudar a pensar melhor.

A qualidade da resposta continuará dependendo, em grande medida, da qualidade da pergunta.

E nenhuma tecnologia substituirá aquilo que talvez continue sendo o trabalho humano mais difícil:

olhar para dentro.

A pergunta permanece

Talvez os gregos tenham chamado parte disso de hubris e nêmesis.

Talvez as tradições indianas tenham encontrado no karma outra maneira de pensar ação e consequência.

A psicologia trouxe o inconsciente.

As ciências comportamentais mostraram nossos vieses.

A inteligência emocional colocou atenção sobre aquilo que sentimos.

A fisiologia nos lembra que pensamos também através de um corpo.

E a história familiar e cultural nos mostra que carregamos muito mais passado do que imaginamos.

Mas, depois de todas essas teorias, talvez a pergunta fundamental continue surpreendentemente simples:

quanto da minha maneira de liderar é uma escolha — e quanto ainda é uma repetição?

Não acredito que desenvolvimento pessoal signifique alcançar um estado definitivo de consciência.

Talvez seja exatamente o contrário.

É perceber que nunca terminamos.

Somos um processo.

Recebemos.

Interpretamos.

Repetimos.

Questionamos.

Mudamos.

E transmitimos.

Somos consequência de histórias que começaram antes de nós e, ao mesmo tempo, participamos da construção das histórias que continuarão depois de nós.

Entre essas duas dimensões existe um pequeno espaço.

O espaço da consciência.

E talvez seja justamente ali que começa a verdadeira liderança.

Promovido a gerente! Desbravando o Caminho para o Sucesso Gerencial: Uma Jornada de Autoavaliação e Desenvolvimento Profissional

Como coach executivo, tive o privilégio de trabalhar ao lado de um profissional dedicado enquanto fazia a transição para uma posição de gerenciamento. Juntos, exploramos estratégias e aprimoramos habilidades essenciais para garantir uma integração tranquila no campo da liderança. Junte-se a mim nesta jornada iluminadora enquanto descobrimos os elementos-chave vitais para o sucesso no cenário gerencial.

Em princípio, ao buscar uma promoção para uma posição de gerenciamento, provar sua prontidão é apenas uma parte do processo. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. É essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

Primeiro, deixe-me fornecer algum contexto:

A transição para o gerenciamento pela primeira vez é um marco significativo na carreira. No momento em que você descobre que liderará uma equipe, que buscou pacientemente, mas persistentemente, essa promoção, mudando estrategicamente de emprego para se colocar em uma trilha acelerada para o gerenciamento em uma grande empresa com ótima reputação, você está convencido de que está pronto. Após celebrar o anúncio de sua ascensão ao gerenciamento, você rapidamente descobre que tem muito a aprender. Sua decisão de buscar uma promoção começou com a análise do cenário de liderança no local de trabalho. Você começou a comparar mentalmente suas próprias forças e realizações, encontrando-se pensando em ocasiões em que foi elogiado publicamente por alguém importante sobre o impacto de seu trabalho, ou momentos em que alguém o agradeceu privadamente por concluir uma tarefa significativa. Essas são histórias semelhantes às dos profissionais que apoio como coach, que estão ativamente buscando promoções. Seus resultados, habilidades e validações externas importam. Mas, para se tornar um gerente eficaz, é essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Digo isso com ênfase, não para te segurar, mas para te impulsionar para frente. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. Enquanto se prepara para o próximo passo, quero que pense além de provar que está pronto para uma promoção. Quero que seja proativo na criação de um plano de crescimento profissional que permitirá que navegue na transição e continue aprendendo em seu novo cargo. Meu trabalho como coach gira em torno de fazer perguntas, refletir sobre as respostas, identificar lacunas e fraquezas e propor medidas para abordá-las. Como primeiro passo, as perguntas de autoavaliação que utilizo nas sessões de coaching podem começar a gerar ideias e iluminar desafios. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

  • Habilidades de Gerenciamento
  1. Qual é o meu estilo de liderança? Seu estilo de liderança deriva de uma mistura de suas forças, personalidade e valores, aliados à sua visão e metas. Reflita sobre cada um desses componentes e decida pelo que deseja ser conhecido. Lembre-se, você pode adaptar sua abordagem ao longo do tempo à medida que continua aprendendo e avançando.
  2. Como posso ajudar minha equipe a se desenvolver? Compreender como medir o desempenho e avaliar lacunas e oportunidades de crescimento em sua equipe será essencial em seu papel como gerente. Reserve um tempo para pensar sobre como sua promoção pode impactar as estruturas e dinâmicas da equipe. Planeje oportunidades potenciais para desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento da equipe.
  3. Como priorizarei e delegarei o trabalho de maneira eficaz? Sou frequentemente solicitado a apoiar gerentes que estão lutando para atender a demandas concorrentes. Aprender a priorizar e delegar efetivamente será a chave para o seu sucesso como líder de equipe. Isso levará tempo para ser descoberto. Enquanto faz isso, continue a se questionar, por exemplo: O que preciso parar de fazer? O que preciso fazer mais? O que preciso manter? Como fornecerei supervisão e responsabilidade?
  4. Sou um bom orador público e consigo liderar reuniões? Sua comunicação como gerente é um fator-chave para como você atribui trabalho, impulsiona o envolvimento e compartilha informações com múltiplos interessados. Isso é frequentemente feito por meio de reuniões. Ao se preparar para dar o próximo passo no gerenciamento, faça uma avaliação honesta de suas habilidades de comunicação e avalie seu nível de conforto ao liderar reuniões e apresentar para grupos maiores.
  5. Como dou feedback construtivo e resolvo conflitos? Fornecer orientação, abordar lacunas de desempenho e resolver problemas são responsabilidades importantes do gerenciamento. Considere problemas que você pode ter testemunhado entre colegas em relação a processos, projetos ou dinâmicas interpessoais. O que você aprendeu com o que observou? Que habilidades você precisará para gerenciar o desempenho e resolver conflitos se a necessidade surgir?
  • Conhecimento
  1. Quais são as políticas da minha empresa em relação à saúde, segurança e requisitos regulatórios? A equipe de RH de sua empresa liderará garantindo que os funcionários passem por treinamentos necessários sobre políticas da empresa, mas agora é um ótimo momento para se familiarizar com o manual do funcionário e os recursos de RH. Como gerente, os membros de sua equipe virão até você com perguntas, e você será responsável por garantir a conformidade em toda a empresa com protocolos e políticas.
  2. Estou familiarizado com a legislação trabalhista? Novamente, sua equipe de RH será responsável pela orientação em relação à legislação trabalhista que impacta seu trabalho, e é inteligente se familiarizar com os guias da empresa e se manter atualizado com qualquer notícia relevante ou discussões sobre mudanças legislativas.
  3. Como lidarei com perguntas relacionadas à estratégia de compensação da empresa, participação nos lucros, benefícios e planejamento de equidade? Como funcionário, entender a composição de seu salário é importante. Como gerente responsável por uma equipe, você provavelmente receberá perguntas dos membros da equipe relacionadas a remuneração, benefícios e políticas de tempo. Após sua promoção para um cargo de gerenciamento, você precisará estar preparado para conversas confidenciais que podem incluir elegibilidade para horas extras para funcionários isentos e não isentos, dados financeiros de ciclos fiscais anuais, períodos de inscrição abertos para benefícios e protocolos da empresa para decisões de remuneração.
  4. Eu participei do processo completo de recrutamento? Como gerente, será necessário participar da execução dos planos de contratação. O ciclo completo de recrutamento varia desde avaliar as necessidades e criar descrições de cargo até selecionar candidatos, fazer ofertas e integrar novas contratações. Se uma promoção sinalizará sua primeira vez participando do processo de recrutamento, esteja preparado para pedir orientação à sua equipe de RH sobre procedimentos e melhores práticas.
  5. Eu conheço as últimas práticas de diversidade, equidade e inclusão? Compreender se sua organização tem diretrizes ou recursos ajudará a responder a perguntas ou esclarecer processos que você supervisionará em seu papel. Além disso, continue acompanhando desenvolvimentos mais amplos e notícias que possam impactar suas novas responsabilidades.

Buscar uma promoção para ma posição de gerente vai além de apenas conquistar um novo título. É uma oportunidade valiosa para considerar as forças, traços, expertise e conhecimento que o apoiarão, assim como as fraquezas, lacunas de habilidades e falta de exposição que poderiam torná-lo menos eficaz a longo prazo. Com uma avaliação objetiva, você pode criar próximos passos acionáveis para prepará-lo para o sucesso gerencial futuro.

Desenvolvendo a Inteligência Emocional: Um Guia Prático

Em um mundo em constante mudança e desafios, a inteligência emocional emerge como uma habilidade fundamental para o bem-estar pessoal e sucesso profissional.

Vou apresentar a você o conceito de inteligência emocional e compartilhar os passos práticos para desenvolvê-la em sua jornada pessoal e profissional.

O que é Inteligência Emocional? A inteligência emocional é a capacidade de reconhecer, compreender e gerenciar nossas próprias emoções, bem como de nos conectarmos empaticamente com as emoções dos outros. Essa habilidade nos permite enfrentar desafios com resiliência, melhorar nossos relacionamentos interpessoais e tomar decisões mais informadas.

Por que Desenvolver a Inteligência Emocional? O desenvolvimento da inteligência emocional tem um impacto significativo em todas as áreas da vida. Ao compreender melhor nossas emoções, podemos evitar reações impulsivas e tomar decisões mais ponderadas. Além disso, aprimorar a empatia nos permite estabelecer conexões mais genuínas com os outros e construir relacionamentos saudáveis e produtivos.

Passo a Passo para Desenvolver a Inteligência Emocional:

1. Autoconsciência: O primeiro passo é o autoconhecimento. Tire um momento para refletir sobre suas emoções em diferentes situações. Identifique os gatilhos que despertam sentimentos específicos e como você costuma reagir a eles.

2. Pratique o Mindfulness: O mindfulness é uma prática valiosa para se tornar mais consciente do momento presente. Experimente técnicas de meditação e respiração profunda para se conectar com suas emoções sem julgamento, aumentando sua capacidade de responder, em vez de reagir impulsivamente.

3. Identifique Padrões Emocionais: Ao analisar suas experiências passadas, identifique padrões emocionais que se repetem em diferentes situações. Ao compreender esses padrões, você pode começar a prever suas reações e, assim, adotar uma abordagem mais equilibrada.

4. Desenvolva Empatia: Pratique colocar-se no lugar dos outros e tente compreender suas emoções e perspectivas. A empatia fortalece os laços interpessoais e ajuda na resolução de conflitos de forma mais positiva.

5. Aprimore a Comunicação: Melhore suas habilidades de comunicação, ouvindo ativamente os outros e expressando suas próprias emoções de forma clara e respeitosa. Uma comunicação eficaz é essencial para construir relacionamentos saudáveis.

6. Gerencie o Estresse: Aprenda a lidar com o estresse de maneira saudável e construtiva. Encontre atividades que o ajudem a relaxar e a recarregar as energias, permitindo que você lide com situações desafiadoras com mais tranquilidade.

7. Desenvolva Resiliência Emocional: Cultive a capacidade de se recuperar de contratempos e desafios. Ao desenvolver resiliência emocional, você estará mais preparado para enfrentar adversidades e manter uma perspectiva otimista.

8. Pratique a Escuta Ativa: Quando estiver em uma conversa, ouça atentamente o que o interlocutor está dizendo e observe suas expressões não-verbais. A escuta ativa demonstra empatia e melhora a qualidade de suas interações.

9. Responda, Não Reaja: Antes de agir, tire um momento para refletir sobre suas emoções e as possíveis consequências de suas ações. Opte por respostas ponderadas e construtivas em vez de reações impulsivas.

10. Busque Feedback: Peça feedback a amigos, familiares ou colegas de confiança sobre como você lida com suas emoções e interações. O feedback construtivo pode ajudá-lo a identificar áreas para aprimorar sua inteligência emocional.

Desenvolver a inteligência emocional é um processo contínuo e enriquecedor que traz benefícios notáveis para todas as áreas de nossas vidas. Ao abraçar a jornada de autoconhecimento e práticas conscientes, podemos nos tornar seres mais equilibrados, empáticos e resilientes, preparados para enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente. Invista em seu crescimento emocional e descubra como a inteligência emocional pode abrir portas para um futuro mais gratificante e bem-sucedido.

Mindfulness: A chave para desenvolver a inteligência emocional no ambiente corporativo

No ambiente corporativo acelerado em que vivemos atualmente, os executivos enfrentam uma enorme pressão para lidar com desafios complexos, tomar decisões críticas e liderar suas organizações rumo ao sucesso. Nesse contexto, a inteligência emocional desempenha um papel fundamental na liderança eficaz e na promoção de uma cultura corporativa positiva. O mindfulness, uma prática profundamente enraizada na autoconsciência e no foco no momento presente, oferece  uma poderosa ferramenta para desenvolver a inteligência emocional. Ao adotar o mindfulness, podemos cultivar a autoconsciência, empatia e tomada de decisões eficazes, resultando em uma melhoria nos resultados da liderança e no sucesso organizacional.

Desenvolvimento da autoconsciência: O mindfulness serve como base para desenvolver a autoconsciência, um aspecto crucial da inteligência emocional. Ao praticar o mindfulness, pode-se cultivar uma compreensão profunda de suas próprias emoções, gatilhos e padrões de comportamento. Essa autoconsciência aprimorada permite que os líderes reconheçam seus pontos fortes, fraquezas e preconceitos, possibilitando que tomem decisões conscientes em vez de reagir impulsivamente. A autoconsciência também promove a autenticidade e a transparência, criando um ambiente em que os funcionários se sintam valorizados e compreendidos.

Cultivo da autorregulação: As práticas de mindfulness permitem que os executivos desenvolvam a autorregulação, uma habilidade vital para a liderança eficaz. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas diárias,  desenvolve-se  a capacidade de observar seus pensamentos e emoções sem julgamento ou reatividade imediata. Essa pausa entre o estímulo e a resposta capacita os líderes a regular suas reações emocionais, tomar decisões ponderadas e manter a compostura durante situações de alta pressão. A autorregulação também estabelece um exemplo poderoso para os funcionários, incentivando-os a gerenciar suas emoções de forma eficaz.

Fomento da empatia: A empatia é uma característica fundamental dos líderes emocionalmente inteligentes, e o mindfulness pode ser um catalisador para o seu desenvolvimento. Por meio das práticas de mindfulness,  e possível  cultivar uma conexão profunda com suas próprias emoções, promovendo a autocompaixão e a compreensão. Essa maior autoconsciência e autocompaixão, por sua vez, aprimoram sua capacidade de se colocar no lugar dos outros e compreender as experiências e emoções de seus funcionários. O mindfulness ajuda a se tornarem ouvintes ativos, criando uma cultura de comunicação aberta e promovendo a confiança dentro da organização.

Facilitação da tomada de decisões eficazes: O mindfulness aprimora a capacidade de tomada de decisões permitindo que façam escolhas a partir de um lugar de clareza e presença. Ao praticar o mindfulness, cultiva-se a habilidade de se desligar das distrações, focar no momento presente e acessar sua intuição. Essa maior percepção permite que os líderes considerem múltiplas perspectivas, avaliem riscos e tomem decisões alinhadas com seus valores e com os interesses de longo prazo da organização. A tomada de decisões consciente leva a resultados melhores, reduz o estresse e aumenta o engajamento dos funcionários.

Promoção da resiliência e bem-estar: As práticas de mindfulness promovem a resiliência e o bem-estar, contribuindo para sua inteligência emocional como um todo. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas, pode-se reduzir o estresse, melhorar sua capacidade de lidar com adversidades e manter um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal. Essa resiliência permite que os líderes enfrentem desafios com equanimidade, sirvam como exemplo positivo para suas equipes e promovam uma cultura corporativa que priorize o bem-estar dos funcionários. Executivos mindful estão mais atentos às suas próprias necessidades e às de seus funcionários, criando um ambiente que incentiva o crescimento e o florescimento de todos.

No ambiente corporativo, onde a excelência na liderança e a inteligência emocional são fundamentais para o sucesso, o mindfulness serve como uma prática transformadora. Ao incorporar o mindfulness em suas rotinas diárias, os executivos podem desenvolver a autoconsciência, autorregulação, empatia e habilidades eficazes de tomada de decisões. Isso, por sua vez, promove uma cultura corporativa positiva, melhora o engajamento dos funcionários e impulsiona o sucesso organizacional. Ao abraçar o mindfulness como um aspecto central da liderança,  habilitando os lideres  a navegar por desafios, inspirar suas equipes e criar um ambiente de trabalho que promova o bem-estar e o crescimento para todos.

Como o coach executivo pode ajudar a desenvolver mindfulness ?

O coach pode desempenhar um papel significativo no auxílio aos clientes a desenvolver o mindfulness, que é a prática de estar conscientemente presente no momento presente, com atenção plena e sem julgamentos. O mindfulness é uma ferramenta poderosa para aumentar a consciência, reduzir o estresse e melhorar o desempenho pessoal e profissional. Aqui estão algumas maneiras pelas quais o coach executivo pode ajudar os clientes a desenvolver o mindfulness:

  1. Educação sobre mindfulness: O coach pode fornecer informações e educação sobre o que é o mindfulness, seus benefícios e como pode ser aplicado na vida pessoal e no ambiente de trabalho. Isso ajudará os clientes a compreender a importância dessa prática e motivá-los a incorporá-la em suas rotinas diárias.
  2. Práticas guiadas: O coach pode conduzir sessões de prática de mindfulness com os clientes. Essas sessões podem incluir meditações guiadas, exercícios de respiração consciente e outras técnicas de atenção plena para ajudar os clientes a desenvolverem a habilidade de focar sua atenção no momento presente.
  3. Identificação de pontos de estresse: O coach pode ajudar os clientes a identificar os pontos de estresse em sua vida profissional e pessoal. O mindfulness pode ser aplicado para gerenciar melhor esses momentos de tensão, permitindo que os clientes mantenham a calma e abordem os desafios de forma mais equilibrada e eficaz.
  4. Autogerenciamento emocional: O mindfulness ajuda as pessoas a desenvolverem uma maior consciência de suas emoções e reações automáticas. O coach pode apoiar os clientes a reconhecerem suas respostas emocionais, entendê-las e escolherem reações mais adequadas em situações desafiadoras.
  5. Foco e produtividade: O coach pode orientar os clientes a aplicarem o mindfulness para melhorar seu foco e concentração no trabalho. Isso pode levar a um aumento da produtividade, eficiência e capacidade de tomar decisões mais acertadas.
  6. Autoconhecimento e autorreflexão: O mindfulness promove a autorreflexão e o autoconhecimento. O coach pode incentivar a pratica do mindfulness para desenvolverem uma compreensão mais profunda de suas habilidades, valores, pontos fortes e áreas de melhoria.
  7. Cultivo de relacionamentos interpessoais: O mindfulness também pode ser aplicado para melhorar os relacionamentos interpessoais e a comunicação. O coach ajuda os clientes a aplicarem a atenção plena nas interações com colegas, subordinados e superiores, o que pode melhorar a empatia, a escuta ativa e a resolução de conflitos.

Em suma, o coach executivo pode ser um facilitador valioso para ajudar os clientes a desenvolverem o mindfulness em suas vidas profissionais e pessoais. Ao fornecer orientação, suporte e práticas específicas, o coach pode capacitar os clientes a cultivarem uma mentalidade mais consciente, levando a um maior bem-estar e sucesso em suas carreiras e vidas em geral

A nossa maior força vem dos nossos lugares mais escuros

Qualquer pessoa pode se sentir confiante e otimista quando a vida corre bem, mas o que podemos dizer quando as coisas ficam difíceis? É ai que o verdadeiro crescimento acontece.
Todos nós temos recordações de sair fora da nossa estrada quando a vida nos apresenta desafios!
Como lidamos com isso? Como usamos a oportunidade para crescer?
As vezes nos perguntamos: O que esta controlando a nossa vida?
Um fato que sabemos sobre a vida é que ela esta sempre mudando, é como uma montanha russa, as vezes estamos no alto as vezes estamos em baixo, as vezes as coisas vão muito bem as vezes  vão muito mal,  as vezes estamos triste as vezes estamos felizes, isto é o que chamamos VIDA.
Quando começamos a aceitar  que a vida tem momentos altos e baixos, nos momentos baixos é onde o crescimento acontece,  é ali onde o verdadeiro trabalho acontece!
O verdadeiro desafio é quando estamos no chão!
Como você enfrenta os desafios?

Segue o relato de um meu cliente.

 
Há alguns anos, ele se descobriu absorvido num padrão de frustração e raiva. Ele via problemas por todos os lados que se virava. A esse ponto, pensar positivamente não figurava no alto da lista de soluções. Afinal ele era inteligente, e pessoas inteligentes não fazem as coisas parecerem positivas quando não são! Havia muitas pessoas ao seu redor que concordavam com essa ideia (que também se sentiam frustadas com suas vidas!). Ele era incrivelmente negativo na ocasião, e via as coisas piores do que eram. Ele usava o seu pessimismo como escudo. Era uma fraca tentativa de se proteger da dor das expectativas fracassadas: Ele faria qualquer coisa para não ficar desapontado outra vez. Ao adotar esse padrão, a mesma barreira que protegia da dor, isolava do prazer.  Ho impedia de encontrar soluções, e se enterrava em uma tumba emocional, onde nunca se experimenta, onde sempre se justifica as ações limitadas com o argumento – “estou sendo apenas realista”. 

Um dos fundamentos da PNL é a oposição entre fracasso e feedback. Não existe fracasso, o que existe são apenas resultados, que podem ser usados como feedback, correções úteis e uma esplendida oportunidade para aprender algo que passou despercebido. O fracasso é apensas uma forma de descrever um resultado indesejável. Podemos usar os resultados para reorientar nossos esforços. O feedback faz com que não percamos nosso objetivo de vista. O fracasso é um beco sem saída. São duas palavras que representam duas maneiras totalmente diferentes de pensar.
Pessoas bem sucedidas consideram o fracasso parte do crescimento e uma oportunidade para aprender e progredir. Elas acreditam que, por mais que fracasse, vão se levantar e seguir em frente, mais fortes que antes.

Renato Moreira  Coach executivo
Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

Falar em Público

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No periodo em que eu estive envolvido em ajudar as pessoas a falar em público, percebi o quanto a maioria de nós somos confusos em relação ao significado do termo comunicação.
Em uma forma basica seria: falar com outra pessoa, comunicar seus pensamentos e dizer-lhe uma historia, seja ela qual for, da forma mais sincera e honesta possível; hoje é uma forma quase rara, esta se perdeu.
O mundo inteiro ama ouvir histórias,  sejam elas verdadeiras ou as que sabemos que foram inventadas – nós não nos importamos  – desde que sejam emocionalmente verdadeiras.
E ainda mais, o contador da historia, seja ele quem for, tem que ser tocado pela historia que esta contando, para fazer isso; primeiro ele tem que entender o que quer contar.
Para fazer isso, primeiro ele têm que entender a pessoa que esta contando a história – ele têm de compreender a si mesmo.
Todo ser humano que se atreve a levantar e falar em frente as pessoas, tem uma enorme responsabilidade em falar de dentro do  coração. Isto é o que nós vamos explorar. Conversar com as pessoas é sempre emocional, não há como esconder as emoções, mas aprender a expressar-se honestamente não será tão assustador ou tão difícil quanto você imagina.
O medo é a chave que tranca a porta do potencial das pessoas. Se você se sentir seguro para falar, sua honestidade natural e eloqüência será ouvida.
A confiança para falar facilmente a um público já existe dentro em você. O que você provavelmente precisará, acima de tudo  é a crença de que ela está lá. Essa crença vai crescer, à medida que exploramos tanto físico como emocionalmente aquilo que te impede.
Falar com outras pessoas pode ser qualquer coisa entre um prazer e um pesadelo. O quão bom ou ruim que você acredita que comunica seus pensamentos e sonhos sobre  o mundo ao seu redor – é o que você faz deles.
O que será que os grandes comunicadores têm em comum? Consciente ou inconscientemente, eles conseguem gerar estados alterados de consciência ou percepção nos quais o consciente e o inconsciente das pessoas se tornam mais receptivos. 

Renato Moreira – Coach Executivo
Organizo o workshop “Descubra a sua voz”
Uma experiência  transformativa  combinando coaching ,PNL e técnicas de oratoria, onde aprendemos como encontrar a sua verdadeira voz. Vamos  explorar as qualidades de uma conversa perfeita e mostrar como alcançá-la a cada vez que você conversa.
Aprenda processos mentais que te  conduzem a enfrentar seu medo e desmistificar o que é que faz com que algumas pessoas falam terrivelmente  e outras falam brilhantemente. À medida que exploramos como encontrar a chave para abrir a parte oculta em você, o resto seguirá seguira fluentemente, dando-lhe cada vez mais confiança para mostrar seu verdadeiro eu.
Desenvolva a habilidade de entender como usar a linguagem verbal e não-verbal para melhorar sua comunicação. informações: renatomoreira@me.com

Mude seus pensamentos , mude sua vida

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Alguma vez você já se perguntou o que faz as pessoas se sentirem miseráveis?
É a pobreza? é o stress no trabalho ? são os problemas familiares ?
Posso assegurar-lhe que não é nenhuma das opções acima ! A única coisa responsável por fazer as pessoas se sentirem  miseráveis são seus próprios pensamentos sobre si mesmo e sobre o futuro.
As pessoas perdem tanto tempo se preocupando com a vida que se elas gastassem metade do tempo tentando melhorar as suas vidas, estas seriam muito melhor.
Se você quer uma vida maravilhosa , você deve começar com pensamentos maravilhosos !!!
A única coisa que você tem que enfrentar é um pensamento e um pensamento você pode mudar.
Seja qual for o problema que você está enfrentando, suas experiências , estes são apenas os resultados externos dos pensamentos que você teve .
Até mesmo a maneira como você se sente sobre si mesmo é o resultado de um pensamento.
Se você acha que ” eu não sou bom o suficiente ” , pense na emoção que ele cria dentro de você.
Se você parar com esse pensamento você vai eliminar a emoção negativa. Mude o seu pensamento e a emoção desaparecerá.
Não importa por quanto tempo você teve pensamentos negativos ou emoções desagradáveis. O poder está no Agora. Você pode acabar com toda essa dor agora, com um novo pensamento !
O ponto do seu poder está sempre no Agora.
Tudo que você tem lidado até agora são os resultados dos seus pensamentos e convicções .
Estes resultados foram gerados pelos pensamentos e desejos que você teve ontem , no mês passado , no ano passado , 10 anos atrás. Isto é passado! O que importa agora é o que você escolher o que  pensar – Neste momento.
Porque esses pensamentos e experiências vão criar o seu futuro.
O pensamento que você está tendo neste momento – É a base para o seu futuro – É preciso estar consciente.
Olhe para a sua historia pessoal de outra forma!
A experiencia humana so existe no momento presente. O passado existe enquanto recordação, mas para lembrarmos dessas recordações, temos que revivencia-las  de uma certa maneira no presente. O futuro existe enquanto expectativas ou fantasias, também criadas no presente. A ancoragem amplia a liberdade emocional, permitindo-nos escapar a tirania das experiências do passado e criar um futuro positivo.
A mudança da historia pessoal é uma técnica de reavaliação das lembranças problemáticas a luz do conhecimento atual. Todos temos uma rica historia de experiências passadas, que no presente só existem como lembranças. Embora o que realmente aconteceu  não possa ser mudado, podemos mudar o significado no presente e portanto, seu efeito sobre nosso comportamento.
Por exemplo o  ciúme quase sempre é gerado não a partir do que realmente aconteceu mas sim das imagens criadas sobre o que achamos que aconteceu. Portanto, nosso mal-estar é uma reação a essas imagens, apesar de jamais terem acontecidos realmente, às vezes as imagens são tao reais ao ponto de causar reações extremas!
No meu trabalho de  coach as pessoas vivem me dizendo: “Renato, você não entende, mudanças são lentas e dolorosas”.
E aí eu respondo “Eu não sou uma pessoa sensata”  eu me recuso aceitar crenças limitadoras somente porque me disseram que são assim! E uma outra coisa que as pessoas continuam a me dizer: “Você tem que descobrir quem você é e aceitar” , bom eu vou te dizer: Não, você não tem que ser nada que você não queira ser.
Porque você agiu como uma pessoa tímida até agora não significa que você está condenado a ser tímido para o resto da sua vida,  o fato de você pode ter agido preguiçoso ou imprudente não faz de você assim – é um padrão de comportamento, não quem você é, você pode ser como você escolher ser.
Mudanças acontecem o tempo todo, esta é a única constante na vida.
O ponto é, você vai escolher o rumo que sua vida vai tomar e o tipo de pessoa que você vai se tornar , ou você vai  apenas sentar e esperar que a vida aconteça para você ?
Comece a promover mudanças, invista tempo e dedicação no teu  desenvolvimento pessoal,  faça um primeiro passo: comece a mudar o modo de pensar, sentir e se comportar.
Você começa a tomar o controle  do que está fazendo – tanto dentro da sua cabeça quanto no mundo real  e reprogramar-se.
Para que você possa fazer mudanças significantes  na sua mente, você tem que mudar para assumir o controle da sua vida, mas só funcionara se você agir – se você realmente se comprometer a fazer o que é preciso para mudar as coisas e fazer isso acontecer.
Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas, elevando seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL, atualmente vivo entre a Holanda e o Brasil.

Liderança Emocional

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Nos últimos anos mudanças enormes ocorreram no mundo exterior (pense sobre o fato de que a televisão comercial foi criada apenas a 60 anos, o computador a mais ou menos uns 30 anos) com isto  aconteceram mudanças  em nossas experiências interiores e no nosso modo de vida, por isso  temos a necessidade de adaptar-nos neste ambiente em  constante evolução, pois só assim podemos sobreviver.

A maioria das pessoas estão tentando mudar. Algumas se vestem de acordo com a moda, pessoas mais velhas fazem cirurgias plásticas, outras usam muita maquiagem, algumas querem ficar mais bonitas, outras precisam de aventuras, outras querem mais fama e fortuna e outras leem livros sobre diferentes temas.
Dos mais pobres aos mais ricos, as pessoas não estão felizes como  são. Elas querem  se tornar  melhores, querem ter uma aparência melhor, um comportamento melhor, e o que elas mais querem acima de tudo é contentar-se consigo mesmo.

Na busca de tentar encontrar uma vida melhor, as pessoas tendem a fazer ajustes externos. Elas não deixaram claro na sua cabeça que tipo de mudança e o resultado que desejam ter. Elas querem mudar, mas não sabem como, então, às vezes fazem alterações que não são essenciais e na maioria das vezes inúteis.

Então que tipo de mudança estamos interessados? Precisamos mudar nosso penteado para ser bem sucedido na nossa carreira? Queremos ser bonitos para que os outros possam nos admirar ? Ou talvez nós queremos mudar a maneira que pensamos sobre nós mesmos e sobre o mundo à nossa volta, mudar a forma como lidamos com nós mesmos, mudar a forma como nos sentimos sobre nós e a maneira como tomamos decisões sobre a nossa vida?

Muitas vezes vemos pessoas que sabem o que elas querem mudar na sua vida,  sabem o que elas não estão satisfeitas, porem não sabem como mudar isso, assim elas precisam de algum tipo de tecnologia que possam usar  para atingir o resultado desejado.
Esta é a missão do workshop de liderança emocional, propor uma plataforma para promover a mudança, apresentar técnicas de coaching e uso aplicado da Programação Neurolinguistica.
Vamos falar sobre simples, rápidas e eficientes maneiras que você pode usar para alcançar seus objetivos, como se tornar o líder que você quer ser.
Quase tudo o que fazemos começa com uma idéia. O resultado dessa idéia é a materialização de um evento.
Convido e desafio você a agir! E gerar mudanças surpreendentes na sua vida!
Você vai aprender como usar sua mente e o seu comportamento para se conectar profundamente e sinceramente com si mesmo e com os outros e viver uma vida plena e criativa.

Informações: liderancaemocional@outlook.com


Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas, elevando seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL.

Os hábitos que sabotam a sua felicidade!

Os nossos hábitos moldam e nos transforma  naquilo que somos hoje. São eles que nos movem para a frente ou nos impedem de avançar.
Infelizmente, quando se trata de hábitos, é muito mais fácil ganhar maus hábitos do que um bom hábito. Isto  acontece porque os maus hábitos são geralmente fáceis de ganhar, uma vez que acarretam pouco esforço. Por outro lado, o bom hábito exige esforço e auto-disciplina. Assim, são muito mais difíceis de adquirir.

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então não é um ato, mas um hábito.” – Aristoteles

Segue a lista dos hábitos que sabotam a felicidade:

1. Focar na história dos outros, exceto na sua própria.
Você fica tão satisfeito com as histórias de sucesso dos outros e como as coisas aconteceram para eles que você se esquece de escrever a sua própria historia. Escreva sua própria história e traga à vida. Você tem tudo que precisa para tornar-se o que você é capaz de se tornar. Mudanças incríveis acontecem quando você decide tomar o controle. Isso significa consumir menos e criar mais. Significa recusar-se a deixar que outros controlem o seu pensamento, falem e decidam por você. Significa aprender a respeitar e usar suas próprias idéias e instintos para escrever a sua história.
Se você quiser que sua história de vida suba a novas alturas, você tem que limpar o caminho, reduzir o peso que te  puxa para baixo e adquirir hábitos  que  lhe dão asas. Mantenha seus melhores desejos e seus maiores objetivos perto de seu coração e dedique tempo a eles todos os dias. Se você realmente se preocupa com o que você faz e  trabalha com afinco para isso, o céu é o limite para as tuas realizações.
2. Esperar o momento perfeito.
Não entre no mito do momento perfeito. Momentos não são perfeitos; eles são o que você faz deles. Então, muitas pessoas esperam as “estrelas se alinharem” ao invés de fazer o que estamos aqui para fazer. O momento perfeito, a oportunidade perfeita, o estado perfeito de ser, etc. Acorde! Esses estados de perfeição são mitos. Eles não existem.
Sua capacidade de crescer ao seu potencial está diretamente relacionado com a sua vontade de agir na face da imperfeição. Você não terá sucesso esperando encontrar um momento perfeito, mas aprendendo a ver e usar as imperfeições da vida perfeitamente.

3. Trabalhar por nada mais do que um salário.

O trabalho por um salário é uma de prisão. Mesmo que você não seja super-apaixonado pelo seu trabalho, você tem que pelo menos estar interessado nele. Quando você cria um estilo de vida em que o seu trabalho é algo que você sofre diariamente e estritamente para pagar suas contas, você acaba gastando toda a sua vida desejando o que as outras pessoas possuem.
Pense nisso. Esta é a sua vida; seu trabalho vai preencher uma grande porcentagem dela. Não é sobre o dinheiro; é sobre você. Ignore a propaganda, especialmente de pessoas que dizem: “Não deixe o seu trabalho defini-lo.” Reverta para esta mensagem: “Vou fazer o trabalho que me define” e foque nisso. Quando a essência de quem você é define pelo menos uma parte do trabalho que você faz para viver,  este trabalho gera satisfação.
Ponto de Partida: O interesse no seu trabalho coloca qualidade na sua produção e felicidade na sua mente. Não se contente somente com o salário. Troque de emprego até encontrar trabalho que lhe de satisfação.
4. Nutrir sentimentos de ódio.
Como Martin Luther King Jr. disse: “A escuridão não pode expulsar as trevas; apenas a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar o ódio; só o amor pode fazer isso”. Verdade seja dita: quando nutrimos sentimentos de ódio, as pessoas não recebem o melhor de nós. O ódio assume o controle de nossas vidas. Nos esquecemos, por isso que odiamos, o que odiamos e quem odiamos – nós simplesmente odiamos por odiar. E então, naturalmente, começamos a nos odiar também.
Tudo e todos que você odeia rende espaço permanente em sua cabeça e no coração. Então, se você quer eliminar algo ou alguém na sua mente, não odeie. Em vez disso, desligue-se, siga em frente e não olhe para trás.
5. Guardar preocupações e medos.
Algum dia, quando olhar para trás e ver sua vida você vai perceber que quase todas as suas preocupações e temores ansiosos nunca chegaram a se concretizar – eles foram medos completamente infundados. Então por que não acordar e perceber isso agora. Quando você olha para trás ao longo dos últimos anos, quantas oportunidades de alegria que você destruiu com preocupação desnecessária e negatividade? Embora não há nada que você possa fazer sobre estas alegrias perdidas, há muito que você pode fazer sobre as que ainda estão por vir.
Você vai descobrir que é necessário abandonar algumas coisas, simplesmente pela razão de que elas estão pesando ​​em seu coração e alma. Não coloque algemas em seus próprios tornozelos. É incrivelmente fácil desfrutar o melhor da sua vida agora, não importa qual seja a situação. É só uma questão de deixar de lado os pensamentos  negativos que estão te puxando para baixo.
Deixe de lado suas preocupações e medos, sua raiva e ciúme, sua necessidade de estar sempre certo e ter os outros sob controle. Deixe de lado a sua pretensão e sua necessidade de ter tudo à sua maneira. Debaixo de todas essas camadas de exagero, existe uma pessoa feliz e produtiva. Quando você começa a remover essas camadas  e simplesmente apreciar por tudo aquilo que você  é, a vida pode ser maravilhosamente gratificante.
6. Viver em dificuldades.
Um dia ruim é apenas um dia ruim. Escolha não torná-lo mais do isso. Tempos de adversidade, inevitavelmente, afetam as condições em que vivemos e trabalhamos; mas você não tem que deixar isso afetar quem você é e para onde está indo. Tome nota dos contratempos e ajuste-se a eles, mas não os expanda,  não os torne  uma parte maior na sua vida.
Cada dia traz novas lições e novas possibilidades. Há sempre uma maneira de dar o próximo passo a frente no caminho que você escolheu. Os eventos podem ser terríveis e inevitáveis, mas você sempre tem a escolha.
7. Constantemente buscar satisfação fugaz.
Existem duas variações de contentamento na vida – fugazes e duradouras. O tipo fugaz é derivado de instantes de conforto material, enquanto que o tipo duradoura é alcançada através do crescimento gradual da sua mente. É uma visão que poderia ser difícil de distinguir uma da outra, mas com o tempo, percebemos muito obviamente, que este último é muito superior.
Contentamento durável se sustenta por altos e baixos da vida, porque através deles o seu espírito mantém-se confiante e em paz. Por outro lado, quando as mudanças fugazes da vida tem a capacidade de irritar sua mente em um frenesi, até mesmo os confortos físicos mais elaborados não farão  você  mais feliz por muito tempo.
8. Tentar fazer uma grande diferença de uma só vez.
Se você quiser fazer diferença no mundo, comece com o mundo ao seu redor. Fazer uma grande diferença de uma só vez é, geralmente impossível, e o processo de tentar é extremamente estressante. No entanto, fazer imediatamente a diferença em algumas vidas é perfeitamente possível e, geralmente, bastante fácil. Você apenas tem que se concentrar em uma pessoa de cada vez e começar com o mais próximo a você.
Trabalhe para fazer um monte de pequenos gestos e deixe as ondas espalharem naturalmente. Se você quer mudar a mente ou o humor de uma pessoa, às vezes você tem que mudar as mentes ou humores das pessoas ao redor delas em primeiro lugar. Por exemplo, se você faz uma pessoa sorrir, seu sorriso só pode fazer os outros sorrirem também. Desta forma sutil, você pode tocar as pessoas com seu reflexo, sem se estressar.
9. Prender-se a alguém que te machuca.
Às vezes você tem que se afastar das pessoas, não porque você não se importa com elas, mas porque elas não se importam com você. Quando alguém te machuca uma vez, depois outra vez e mais outra, aceite o fato de que essa pessoa não se importa com você. É uma pílula difícil de engolir, mas é o remédio necessário. Não se esforce para impressionar ela ainda mais. Não perca mais um segundo de seu tempo tentando provar alguma coisa para ela. Nada precisa ser comprovado. Não gaste  mais pensamentos com ela.
10. Super valorizar a importância da beleza física.
Apaixonar por alguém simplesmente por sua aparência física é como escolher sua comida favorita com base na cor, em vez de gosto. Não faz nenhum sentido. São invisíveis as características quantificáveis ​​que criam atração duradoura.
Assim como algumas pessoas gostam do cheiro da menta, enquanto outros preferem o cheiro da canela, existe algo indiscutível, magnético, que nos atrai para as qualidades de certas pessoas, lugares e coisas. Às vezes até mesmo as cicatrizes da nossa alma cria os próprios elos que nos mantêm juntos a longo prazo.
Seja feliz!!

Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrar clareza e ganhar confiança para transformar  suas vidas, conduzindo seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL, atualmente vivo entre a Holanda e o Brasil.

Como promover “Responsabilidade”!

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Um tema muito recorrente entre meus clientes é a frustração resultada quando um colaborador  não conclui uma tarefa no tempo determinado.
Há muitas razões para isso:
A pessoa não é boa em administrar o seu tempo.
A pessoa se esqueceu ou não percebeu a importância do compromisso.
A pessoa concordou com o seu pedido, mas nunca teve a intenção de executar o compromisso.
A pessoa não verificou que tinha outros planos que afetariam a sua agenda.
A pessoa estava planejando em boa fé concluir a tarefa no tempo determinado, mas levou mais tempo do que o esperado.
A pessoa tem medo de dizer que não pode entregar a tempo (ou entregar a tarefa completa)
Há muitas formas de dar seguimento aos compromissos, mas primeiro você precisa ter clareza sobre o que está sendo requisitado. Não faça suposição; tome o tempo necessário para obter clareza sobre o pedido.
Responsabilização inclui:
  • Ter um plano claro, acordado com todos os participantes
  • Ter etapas com ações claras e complementadas por discussões
  • Ajudar a outra pessoa entender a importância do compromisso e o que mais pode ser relevante
  • Obter clareza sobre como a tarefa será monitorada
A sequência da responsabilização
 
1. As quatro partes solicitadas:
 
Você não pode simplesmente dizer a uma pessoa para entregar algo em uma determinada data e assumir que isso será feito no tempo e a sua satisfação. Em vez disso, você precisa confirmar que a pessoa entenda o que foi solicitado e se ela tem o tempo e a competência para completar a tarefa.
Às vezes, as opções e possibilidades soam bem, mas na hora de implementá-las isto é uma outra história. A discussão sobre a prestação de contas destina-se a criar uma forma de manter a outra pessoa responsável pelo seu compromisso. Isto também garante que a outra pessoa tenha a motivação interna suficiente para completar as próximas etapas.


Ao fazer um pedido, há quatro itens que precisam ser esclarecidos.

Tarefa: Esclarecer a tarefa. Será que a pessoa tem tempo e habilidades para completar o que foi solicitado?
Entrega: O que exatamente deve para ser entregue? (Você pode entender o seu pedido, mas a outra pessoa?)
Esclarecer o pedido: Solicite uma data de entrega e pergunte se a pessoa pode completar a tarefa no tempo determinado.
Esclarecer como / quando  renegociar se as circunstâncias mudarem e a outra pessoa não puder completar o pedido no prazo determinado. A renegociação deve ocorrer com o tempo suficiente para fazer outros planos.
Quem mais precisa fazer parte desta tarefa? Talvez o gerente da pessoa precisa saber que ela está executando esta tarefa.
Medidas: Como ambas as partes sabem que o pedido foi concluído? O que exatamente deve ser entregue?
Motivação: Porque é importante completar o pedido? Quem será afetado se for realizado ou não? Porque o cronograma é importante e quanta flexibilidade existe?
No final da discussão deve-se produzir um plano que defina:
  • Um pedido claro
  • A data de entrega
  • A descrição do que deve ser entregue ou como devera aparecer
  • Como é que vai ser entregue
  • Como renegociar o pedido (isto deve ser feito enquanto ainda há tempo para encontrar soluções alternativas)
2. Dicas
 
Você pode fazer um pedido, mas certifique-se de que a pessoa tem a oportunidade de negociar a entrega, caso contrário  ela vai concordar com o seu pedido só para agradar você.
Se a pessoa não puder entregar a tempo, então engaje com ela em um processo de resolução de problemas. Outros compromissos talvez possam ser  renegociados.
3. Conclua a reunião!  Wrap Up
 
Antes de encerrar a reunião, peça para outra pessoa repetir o que foi concordado.
Em PNL isto se chama BACKTRACKING 
Renato Moreira, Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem as suas vidas e levar os seus negócios para um alto nível.