Herdeiros e autores: liderança, consciência e o espaço entre aquilo que recebemos e aquilo que escolhemos

Ao longo dos anos, trabalhando com líderes de diferentes culturas, organizações e momentos de carreira, uma pergunta começou a aparecer com cada vez mais força para mim: quanto daquilo que chamamos de escolha é, de fato, uma escolha consciente?

É uma pergunta que ultrapassa a liderança.

Ela toca o desenvolvimento humano.

Quando observamos uma decisão tomada por um executivo, é relativamente fácil analisá-la depois: havia informações disponíveis, alternativas possíveis, riscos conhecidos e consequências previsíveis. Mas quem trabalha de perto com pessoas percebe rapidamente que uma decisão nunca nasce apenas de uma planilha, de uma estratégia ou de um processo racional.

Quem decide é uma pessoa.

E essa pessoa chega àquele momento carregando uma história.

Carrega experiências, educação, cultura, relações familiares, sucessos, fracassos, medos, necessidades, memórias, crenças e maneiras de interpretar o mundo. Carrega também processos dos quais nem sempre tem consciência.

Por isso, talvez uma das questões mais importantes no desenvolvimento de uma liderança seja reconhecer que não decidimos apenas a partir da realidade que está diante de nós. Decidimos também a partir da realidade que existe dentro de nós.

Da Grécia antiga à sala de reuniões

Curiosamente, essa preocupação com os limites humanos não é nova.

Os gregos antigos utilizavam a palavra hubris para descrever uma espécie de desmedida: o momento em que alguém, tomado pelo poder, pelo orgulho ou pela própria certeza, ultrapassava os limites que deveria reconhecer.

Na narrativa grega, a hubris frequentemente encontrava a nêmesis: a consequência que restabelecia a medida perdida.

Não precisamos interpretar isso literalmente como uma força sobrenatural. Podemos lê-lo também como uma poderosa metáfora sobre comportamento humano.

Quantas vezes encontramos, nas organizações, líderes cuja trajetória de sucesso começa justamente a diminuir sua capacidade de questionar a si mesmos?

A experiência que antes lhes proporcionava segurança começa a produzir certeza excessiva. A confiança transforma-se em convicção. A convicção, em fechamento. E aquilo que construiu o sucesso de ontem passa silenciosamente a limitar as decisões de amanhã.

Talvez exista aí uma forma contemporânea de hubris.

Acreditar que, por termos chegado até determinado lugar, compreendemos necessariamente tudo aquilo que nos trouxe até lá.

E, principalmente, acreditar que compreendemos perfeitamente por que fazemos o que fazemos.

Do outro lado do mundo: ação e consequência

Em uma tradição completamente diferente, desenvolvida na Índia antiga, encontramos outra ideia fascinante: karma.

É importante não reduzir karma à versão popular de “fez algo ruim, algo ruim acontecerá”. Sua história filosófica é muito mais complexa.

Em termos amplos, karma está ligado à ação e às consequências produzidas pelas ações.

Há aqui uma ideia que considero particularmente relevante para o desenvolvimento humano: aquilo que fazemos repetidamente cria continuidade.

Repetimos comportamentos.

Comportamentos constroem padrões.

Padrões produzem consequências.

E consequências tornam-se parte do ambiente no qual tomaremos nossas próximas decisões.

Não estou propondo uma equivalência entre o pensamento grego e as tradições indianas. São culturas, cosmologias e sistemas filosóficos profundamente diferentes.

Mas existe algo intelectualmente provocador no fato de que, em períodos relativamente próximos da história humana, sociedades muito distantes começaram a refletir sobre perguntas semelhantes:

O que acontece quando ultrapassamos a medida?

O que nossas ações produzem?

Até que ponto somos livres?

E o que significa conhecer a si mesmo?

A ilusão da escolha puramente racional

Séculos depois, psicologia, neurociência e ciências comportamentais acrescentaram novas camadas a essas perguntas.

Hoje sabemos que a ideia do ser humano completamente racional é insuficiente para explicar nosso comportamento.

Decidimos através de atalhos mentais.

Somos influenciados por vieses cognitivos.

Interpretamos acontecimentos utilizando experiências anteriores.

Respondemos emocionalmente antes mesmo de formularmos explicações sofisticadas para aquilo que sentimos.

E existe ainda uma dimensão frequentemente negligenciada no mundo corporativo: o corpo participa da decisão.

A mente não chega sozinha à reunião.

Chegam também as horas de sono daquela noite, o nível de estresse acumulado, a sensação de segurança ou ameaça, o cansaço, a alimentação, o estado de alerta do organismo.

Corpo e mente não são dois sistemas independentes negociando entre si.

Somos um organismo integrado.

A mesma conversa pode ser interpretada de maneiras completamente diferentes dependendo do estado interno de quem a recebe.

Aquilo que às nove da manhã parece uma crítica construtiva pode, ao final de um dia de pressão, ser percebido como uma ameaça.

Por isso, falar de liderança sem falar de autorregulação é tratar apenas uma parte do fenômeno.

Inteligência emocional não é apenas controlar emoções

É aqui que a inteligência emocional ganha uma dimensão muito mais interessante.

Às vezes ela é apresentada de forma excessivamente simplificada: reconhecer emoções, manter a calma, demonstrar empatia.

Tudo isso importa.

Mas inteligência emocional, para mim, começa um pouco antes.

Começa na capacidade de perceber o que está acontecendo dentro de nós enquanto estamos interpretando o que acontece fora de nós.

O que essa situação despertou em mim?

Por que determinada pessoa me provoca uma reação tão intensa?

Estou respondendo ao acontecimento presente ou a algo que ele representa para mim?

Estou ouvindo o outro ou preparando minha defesa?

Estou tomando uma decisão ou reagindo a uma ameaça?

Essas perguntas criam uma pequena distância entre estímulo e resposta.

E talvez seja justamente nesse espaço que uma parte importante da liderança aconteça.

Porque liderança não exige ausência de emoção.

Exige capacidade de reconhecer a emoção antes que ela se transforme silenciosamente em decisão.

Nós não começamos conosco

Existe ainda outra camada.

Nenhum de nós começa do zero.

Entramos no mundo dentro de famílias, culturas e sociedades que já possuem maneiras estabelecidas de lidar com autoridade, conflito, vulnerabilidade, afeto, medo, sucesso e fracasso.

Aprendemos observando.

Aprendemos pelo que nos disseram.

E aprendemos também pelo que nunca pôde ser dito.

Determinados padrões atravessam gerações não necessariamente porque exista uma transmissão consciente, mas porque comportamentos, silêncios, expectativas e formas de relacionamento são reproduzidos.

Uma geração ensina a seguinte a sobreviver ao mundo que conheceu.

O problema é que o mundo muda.

Estratégias de proteção que fizeram sentido em determinado contexto podem tornar-se limitações em outro.

Uma organização pode reproduzir algo semelhante.

Culturas corporativas também possuem memórias.

“Foi sempre assim.”

“Aqui funciona desse jeito.”

“Você precisa ser duro para liderar.”

“Demonstrar dúvida é sinal de fraqueza.”

Frases aparentemente pequenas podem transportar modelos inteiros de liderança de uma geração de gestores para outra.

É assim que organizações também desenvolvem seus próprios padrões inconscientes.

Somos herdeiros, mas também autores

Essa talvez seja, para mim, uma das ideias mais importantes do desenvolvimento pessoal.

Somos resultado daquilo que recebemos, mas não precisamos ser apenas repetidores daquilo que recebemos.

Somos herdeiros.

Mas também podemos nos tornar autores.

Autoria, nesse contexto, não significa imaginar que controlamos tudo.

Seria outra forma de hubris.

Não escolhemos nossa origem.

Não escolhemos muitas das experiências que nos formaram.

Não controlamos todas as circunstâncias.

E jamais teremos consciência completa de tudo aquilo que influencia nossas decisões.

Mas podemos ampliar nossa consciência.

Podemos reconhecer padrões.

Podemos interromper automatismos.

Podemos decidir que determinadas maneiras de agir terminam conosco.

E podemos escolher conscientemente aquilo que desejamos transmitir.

Talvez uma das perguntas mais poderosas que um líder possa fazer seja:

O que recebi, o que estou repetindo e o que escolho não passar adiante?

Liderança como processo contínuo

Depois de acompanhar líderes durante tantos processos de mudança, passei a olhar o desenvolvimento menos como aquisição de competências e mais como expansão de consciência.

Competências continuam sendo necessárias.

Estratégia continua sendo necessária.

Conhecimento técnico continua sendo necessário.

Mas existe um limite para aquilo que ferramentas externas conseguem transformar quando padrões internos permanecem invisíveis.

É possível ensinar alguém a conduzir uma conversa difícil.

Outra coisa é ajudá-lo a compreender por que evita determinadas conversas.

Podemos ensinar técnicas de delegação.

Mas talvez seja necessário compreender por que aquela pessoa associa controle a segurança.

Podemos ensinar comunicação.

Mas antes talvez seja preciso perceber por que ouvir uma opinião divergente é experimentado internamente como ameaça.

O trabalho de desenvolvimento começa, muitas vezes, quando deixamos de perguntar apenas “o que devo fazer?” e começamos a perguntar “o que em mim está fazendo com que eu responda dessa maneira?”

E então chegamos ao nosso tempo

Há algo extraordinário no momento histórico em que vivemos.

Nunca tivemos acesso tão rápido a tanto conhecimento.

Textos que durante séculos estiveram restritos a bibliotecas, universidades ou pequenos círculos intelectuais hoje podem ser consultados em segundos.

Podemos atravessar, em uma mesma reflexão, a Grécia antiga, as Upanishads indianas, a psicologia, a neurociência, a teoria da liderança e nossas próprias experiências profissionais.

E agora acrescentamos uma nova ferramenta a esse processo: a inteligência artificial.

Este próprio artigo nasceu, em parte, de uma conversa.

Não de uma máquina entregando uma conclusão pronta, mas de perguntas que provocaram outras perguntas.

Usei a inteligência artificial para organizar referências, confrontar conceitos, aproximar ideias e catalisar um pensamento que vinha sendo construído a partir da minha própria experiência com pessoas e lideranças.

É justamente aí que vejo uma das possibilidades mais interessantes dessa tecnologia.

Não pensar por nós.

Mas nos ajudar a pensar melhor.

A qualidade da resposta continuará dependendo, em grande medida, da qualidade da pergunta.

E nenhuma tecnologia substituirá aquilo que talvez continue sendo o trabalho humano mais difícil:

olhar para dentro.

A pergunta permanece

Talvez os gregos tenham chamado parte disso de hubris e nêmesis.

Talvez as tradições indianas tenham encontrado no karma outra maneira de pensar ação e consequência.

A psicologia trouxe o inconsciente.

As ciências comportamentais mostraram nossos vieses.

A inteligência emocional colocou atenção sobre aquilo que sentimos.

A fisiologia nos lembra que pensamos também através de um corpo.

E a história familiar e cultural nos mostra que carregamos muito mais passado do que imaginamos.

Mas, depois de todas essas teorias, talvez a pergunta fundamental continue surpreendentemente simples:

quanto da minha maneira de liderar é uma escolha — e quanto ainda é uma repetição?

Não acredito que desenvolvimento pessoal signifique alcançar um estado definitivo de consciência.

Talvez seja exatamente o contrário.

É perceber que nunca terminamos.

Somos um processo.

Recebemos.

Interpretamos.

Repetimos.

Questionamos.

Mudamos.

E transmitimos.

Somos consequência de histórias que começaram antes de nós e, ao mesmo tempo, participamos da construção das histórias que continuarão depois de nós.

Entre essas duas dimensões existe um pequeno espaço.

O espaço da consciência.

E talvez seja justamente ali que começa a verdadeira liderança.

Eudaimonia na Liderança Executiva: Virtude e Propósito para Sucesso Sustentável

A filosofia grega antiga, com suas reflexões profundas sobre a natureza humana, a ética e o propósito da vida, continua a exercer uma influência significativa no mundo contemporâneo. Conceitos como a eudaimonia de Aristóteles, que enfatiza a realização pessoal através da virtude e do propósito, ressoam fortemente na busca moderna por bem-estar e liderança ética. As ideias de Platão sobre a justiça e a verdade, assim como as de Sócrates sobre a importância do autoconhecimento, oferecem fundamentos sólidos para debates atuais sobre moralidade, governança e desenvolvimento pessoal.

No mundo acelerado da liderança executiva, onde os critérios de sucesso muitas vezes se concentram em lucros trimestrais, participação de mercado e valor para os acionistas, o conceito antigo grego de eudaimonia oferece uma mudança refrescante e profunda. Enraizada na filosofia aristotélica, eudaimonia—comumente traduzida como “felicidade” ou “florescimento”—transcende o prazer fugaz e as conquistas efêmeras, enfatizando uma vida de virtude, propósito e bem-estar holístico. Integrar esta filosofia atemporal no coaching executivo, combinado com os princípios da inteligência emocional e os critérios ESG (Ambiental, Social e Governança), pode cultivar líderes que não apenas alcançam sucesso sustentável, mas também levam vidas de profunda realização e integridade ética.

Eudaimonia não se trata apenas de sentir-se bem ou acumular riquezas; trata-se de realizar o próprio potencial e viver uma vida de acordo com a razão e a virtude. Aristóteles postulava que a verdadeira felicidade surge de viver uma vida que expressa nossos valores mais profundos e maiores potenciais. Isso envolve atividade virtuosa, desenvolvendo e exercendo virtudes morais e intelectuais; racionalidade, tomando decisões baseadas na razão e considerações éticas; realização a longo prazo, buscando metas que contribuam para uma vida significativa e com propósito; e a integração de bens externos, reconhecendo que certas condições externas, como saúde e relacionamentos de apoio, são necessárias para viver bem.

O coaching executivo, tradicionalmente focado em aprimorar habilidades de liderança e alcançar metas profissionais, pode ser profundamente enriquecido ao incorporar os princípios de eudaimonia, inteligência emocional (IE) e ESG. A ética das virtudes enfatiza o caráter e as virtudes morais, como coragem, temperança, sabedoria e justiça. No coaching executivo, os coaches podem ajudar os líderes a identificar suas virtudes principais e áreas para crescimento através de ferramentas como a Pesquisa de Forças de Caráter VIA. As sessões de coaching podem focar no desenvolvimento dessas virtudes no contexto da liderança, incentivando os líderes a agir com integridade, justiça e empatia em seus papéis profissionais.

A inteligência emocional, a habilidade de reconhecer, entender, gerenciar e usar as emoções de maneira eficaz, é crucial para alcançar a eudaimonia. Líderes com alta IE estão mais bem equipados para navegar em interações sociais complexas, construir relacionamentos fortes e tomar decisões que considerem o impacto emocional sobre si mesmos e os outros. Incorporar IE no coaching envolve desenvolver autoconsciência, autorregulação, motivação, empatia e habilidades sociais.

Aristóteles destacou a importância da racionalidade para alcançar a eudaimonia. Para os executivos, isso significa julgamento fundamentado, onde os coaches podem introduzir estruturas para a tomada de decisões racionais que equilibram a perspicácia empresarial com considerações éticas, garantindo que as decisões contribuam para o sucesso a longo prazo e o bem-estar das partes interessadas. Práticas reflexivas, incentivando a reflexão regular, ajudam os líderes a avaliar o alinhamento de suas decisões com seus valores e metas a longo prazo.

Eudaimonia envolve buscar metas que realizem o potencial de cada um e contribuam para o bem maior. A liderança orientada por propósito pode ser fomentada através do coaching, ajudando os executivos a articular uma visão clara e orientada por propósito para sua liderança e sua organização, alinhando metas profissionais com valores pessoais e contribuições sociais. O estabelecimento de metas, dividindo aspirações a longo prazo em etapas acionáveis e gerenciáveis, garante progresso contínuo em direção a objetivos significativos.

Reconhecendo a importância dos bens externos, o coaching executivo pode abordar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, desenvolvendo estratégias para garantir que os líderes mantenham um equilíbrio saudável entre responsabilidades profissionais e bem-estar pessoal. Além disso, fomentar relacionamentos positivos dentro e fora do local de trabalho, enfatizando o valor da confiança, respeito e colaboração, é crucial.

A integração dos critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) no coaching executivo reforça ainda mais essa abordagem holística. ESG envolve práticas que garantem que as operações da empresa respeitem o meio ambiente, promovam justiça social e mantenham altos padrões de governança. No coaching executivo, isso se traduz em:

  • Ambiental: Incentivar líderes a adotar práticas sustentáveis, reduzindo a pegada de carbono da empresa e promovendo iniciativas ecológicas.
  • Social: Focar na responsabilidade social corporativa, assegurando que as práticas da empresa beneficiem a comunidade e respeitem os direitos humanos.
  • Governança: Promover transparência, ética e responsabilidade nas práticas de gestão e na tomada de decisões.

Resiliência e autossuficiência são cruciais para a eudaimonia sustentada. O treinamento em resiliência, incorporando técnicas como mindfulness, gerenciamento de estresse e adaptabilidade, é essencial para navegar nas complexidades dos papéis executivos. Incentivar uma mentalidade de aprendizado e crescimento contínuos permite que os líderes se adaptem e prosperem em ambientes em mudança.

Considere o caso de um executivo sênior em uma corporação multinacional enfrentando esgotamento e dilemas éticos. Através de uma abordagem eudaimônica no coaching, integrada com inteligência emocional e os critérios ESG, o executivo redescobre sua paixão por práticas empresariais sustentáveis. Focando em virtudes como justiça e temperança, ele implementa práticas trabalhistas mais justas e métodos de produção mais sustentáveis. Ele toma decisões estratégicas que equilibram lucratividade com responsabilidade ambiental e estabelece metas a longo prazo alinhadas tanto com a realização pessoal quanto com a responsabilidade social corporativa. Desenvolver uma cultura corporativa que priorize o bem-estar dos funcionários, o comportamento ético e a sustentabilidade ambiental leva a uma realização pessoal e redução do estresse para o executivo, enquanto a corporação se beneficia de uma reputação aprimorada, satisfação dos funcionários e sucesso sustentável.

Integrar os conceitos de eudaimonia, inteligência emocional e ESG no coaching executivo oferece uma abordagem holística para o desenvolvimento da liderança. Incentiva os líderes a cultivar virtudes, tomar decisões racionais e éticas, buscar metas significativas e criar ambientes de apoio. Isso não apenas leva à realização pessoal e profissional, mas também promove o sucesso organizacional sustentável e o impacto social positivo. Em um mundo onde a liderança é frequentemente medida por ganhos a curto prazo, abraçar eudaimonia, inteligência emocional e os princípios ESG pode redefinir o sucesso e levar a uma vida florescente para os executivos e as comunidades que eles influenciam.

Promovido a gerente! Desbravando o Caminho para o Sucesso Gerencial: Uma Jornada de Autoavaliação e Desenvolvimento Profissional

Como coach executivo, tive o privilégio de trabalhar ao lado de um profissional dedicado enquanto fazia a transição para uma posição de gerenciamento. Juntos, exploramos estratégias e aprimoramos habilidades essenciais para garantir uma integração tranquila no campo da liderança. Junte-se a mim nesta jornada iluminadora enquanto descobrimos os elementos-chave vitais para o sucesso no cenário gerencial.

Em princípio, ao buscar uma promoção para uma posição de gerenciamento, provar sua prontidão é apenas uma parte do processo. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. É essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

Primeiro, deixe-me fornecer algum contexto:

A transição para o gerenciamento pela primeira vez é um marco significativo na carreira. No momento em que você descobre que liderará uma equipe, que buscou pacientemente, mas persistentemente, essa promoção, mudando estrategicamente de emprego para se colocar em uma trilha acelerada para o gerenciamento em uma grande empresa com ótima reputação, você está convencido de que está pronto. Após celebrar o anúncio de sua ascensão ao gerenciamento, você rapidamente descobre que tem muito a aprender. Sua decisão de buscar uma promoção começou com a análise do cenário de liderança no local de trabalho. Você começou a comparar mentalmente suas próprias forças e realizações, encontrando-se pensando em ocasiões em que foi elogiado publicamente por alguém importante sobre o impacto de seu trabalho, ou momentos em que alguém o agradeceu privadamente por concluir uma tarefa significativa. Essas são histórias semelhantes às dos profissionais que apoio como coach, que estão ativamente buscando promoções. Seus resultados, habilidades e validações externas importam. Mas, para se tornar um gerente eficaz, é essencial descobrir o que você ainda não sabe. Além de reunir exemplos tangíveis que demonstrem suas credenciais de gerenciamento, faça uma avaliação objetiva das lacunas em sua experiência, conhecimento e habilidades de gerenciamento. Digo isso com ênfase, não para te segurar, mas para te impulsionar para frente. Para ser um gerente forte, é necessário ser um solucionador de problemas de alto nível. Enquanto se prepara para o próximo passo, quero que pense além de provar que está pronto para uma promoção. Quero que seja proativo na criação de um plano de crescimento profissional que permitirá que navegue na transição e continue aprendendo em seu novo cargo. Meu trabalho como coach gira em torno de fazer perguntas, refletir sobre as respostas, identificar lacunas e fraquezas e propor medidas para abordá-las. Como primeiro passo, as perguntas de autoavaliação que utilizo nas sessões de coaching podem começar a gerar ideias e iluminar desafios. Para determinar quais habilidades e conhecimentos você precisa melhorar ou desenvolver para se tornar um gerente eficaz pela primeira vez, faça a si mesmo estas 10 perguntas.

  • Habilidades de Gerenciamento
  1. Qual é o meu estilo de liderança? Seu estilo de liderança deriva de uma mistura de suas forças, personalidade e valores, aliados à sua visão e metas. Reflita sobre cada um desses componentes e decida pelo que deseja ser conhecido. Lembre-se, você pode adaptar sua abordagem ao longo do tempo à medida que continua aprendendo e avançando.
  2. Como posso ajudar minha equipe a se desenvolver? Compreender como medir o desempenho e avaliar lacunas e oportunidades de crescimento em sua equipe será essencial em seu papel como gerente. Reserve um tempo para pensar sobre como sua promoção pode impactar as estruturas e dinâmicas da equipe. Planeje oportunidades potenciais para desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento da equipe.
  3. Como priorizarei e delegarei o trabalho de maneira eficaz? Sou frequentemente solicitado a apoiar gerentes que estão lutando para atender a demandas concorrentes. Aprender a priorizar e delegar efetivamente será a chave para o seu sucesso como líder de equipe. Isso levará tempo para ser descoberto. Enquanto faz isso, continue a se questionar, por exemplo: O que preciso parar de fazer? O que preciso fazer mais? O que preciso manter? Como fornecerei supervisão e responsabilidade?
  4. Sou um bom orador público e consigo liderar reuniões? Sua comunicação como gerente é um fator-chave para como você atribui trabalho, impulsiona o envolvimento e compartilha informações com múltiplos interessados. Isso é frequentemente feito por meio de reuniões. Ao se preparar para dar o próximo passo no gerenciamento, faça uma avaliação honesta de suas habilidades de comunicação e avalie seu nível de conforto ao liderar reuniões e apresentar para grupos maiores.
  5. Como dou feedback construtivo e resolvo conflitos? Fornecer orientação, abordar lacunas de desempenho e resolver problemas são responsabilidades importantes do gerenciamento. Considere problemas que você pode ter testemunhado entre colegas em relação a processos, projetos ou dinâmicas interpessoais. O que você aprendeu com o que observou? Que habilidades você precisará para gerenciar o desempenho e resolver conflitos se a necessidade surgir?
  • Conhecimento
  1. Quais são as políticas da minha empresa em relação à saúde, segurança e requisitos regulatórios? A equipe de RH de sua empresa liderará garantindo que os funcionários passem por treinamentos necessários sobre políticas da empresa, mas agora é um ótimo momento para se familiarizar com o manual do funcionário e os recursos de RH. Como gerente, os membros de sua equipe virão até você com perguntas, e você será responsável por garantir a conformidade em toda a empresa com protocolos e políticas.
  2. Estou familiarizado com a legislação trabalhista? Novamente, sua equipe de RH será responsável pela orientação em relação à legislação trabalhista que impacta seu trabalho, e é inteligente se familiarizar com os guias da empresa e se manter atualizado com qualquer notícia relevante ou discussões sobre mudanças legislativas.
  3. Como lidarei com perguntas relacionadas à estratégia de compensação da empresa, participação nos lucros, benefícios e planejamento de equidade? Como funcionário, entender a composição de seu salário é importante. Como gerente responsável por uma equipe, você provavelmente receberá perguntas dos membros da equipe relacionadas a remuneração, benefícios e políticas de tempo. Após sua promoção para um cargo de gerenciamento, você precisará estar preparado para conversas confidenciais que podem incluir elegibilidade para horas extras para funcionários isentos e não isentos, dados financeiros de ciclos fiscais anuais, períodos de inscrição abertos para benefícios e protocolos da empresa para decisões de remuneração.
  4. Eu participei do processo completo de recrutamento? Como gerente, será necessário participar da execução dos planos de contratação. O ciclo completo de recrutamento varia desde avaliar as necessidades e criar descrições de cargo até selecionar candidatos, fazer ofertas e integrar novas contratações. Se uma promoção sinalizará sua primeira vez participando do processo de recrutamento, esteja preparado para pedir orientação à sua equipe de RH sobre procedimentos e melhores práticas.
  5. Eu conheço as últimas práticas de diversidade, equidade e inclusão? Compreender se sua organização tem diretrizes ou recursos ajudará a responder a perguntas ou esclarecer processos que você supervisionará em seu papel. Além disso, continue acompanhando desenvolvimentos mais amplos e notícias que possam impactar suas novas responsabilidades.

Buscar uma promoção para ma posição de gerente vai além de apenas conquistar um novo título. É uma oportunidade valiosa para considerar as forças, traços, expertise e conhecimento que o apoiarão, assim como as fraquezas, lacunas de habilidades e falta de exposição que poderiam torná-lo menos eficaz a longo prazo. Com uma avaliação objetiva, você pode criar próximos passos acionáveis para prepará-lo para o sucesso gerencial futuro.

Dois padres, um fumante e a varinha magica.

Um jovem clérigo entra em um seminário para se tornar padre, ele é um fumante, fuma 30-40 cigarros por dia.
Ele teme que terá que largar o vício; fumar e orar, não combina.
Ou será que sim, ele se pergunta?
Entre as muitas horas de oração e reflexão, ele sai no pátio.
Acende um cigarro e dá vários tragos.
Um dia, ele vê o monsenhor aproximando em alta velocidade, dando um olhar de desaprovação.
Na sua cabeça ele procura algo para dizer, alguma coisa que poderia dizer para não aparecer tão ruim, mas perde o momento.
E ele deixa escapar:
“Padre, esta certo fumar quando eu rezo?
O monsenhor olha para o chão…
A princípio, o jovem clérigo está confuso e também olha para baixo…
E senti um tapa afiado atrás cabeça.
“É claro que não! Retorne a sala de oração!“
Nosso fumante vai embora coçando a cabeça. Amaldiçoando-se por dizer tal bobagem.
Duas semanas depois, ele encontra o monsenhor novamente, desta vez, ele é inflexível ele vai fazer as coisas direito.
A lâmpada acende, ele sorri e diz:
“Padre, esta certo rezar quando eu fumar?”
“Sim, meu filho. Por favor continue. Desculpe por interrompe-lo! “
Veja como uma pequena mudança na forma como você enquadra suas idéias podem ter um efeito dramático, resultando numa grande diferença na forma como os outros percebem.
Antes de você pensar em uma  técnica ou padrão de linguagem pense na sequencia das ideias.
Lembre da lição do nosso seminarista:
“Padre, esta certo rezar quando eu fumar? “
Isso funcionou muito bem porque ele tocou no sistema de polarização e dos valores do monsenhor.
Quando você controlar o enquadramento de uma idéia ou problema, você podera direcionar o que as pessoas pensam, dizem e até mesmo o que fazem.
Sua varinha mágica é o uso intencional da linguagem.
A linguagem é o seu poder mágico para criar mundos onde as pessoas querem acompanhá-lo.
Quando você usa o enquadramento correto, influencia as pessoas a mudança, a assumir novas idéias e  inclusive apoiar as suas ideias; os seus projetos se tornam muito mais fáceis.
A PNL ensina a reformular crenças atuais, aplicando um significado diferente para os comportamentos, as situações da vida e também para novas crenças que você gostaria de ter.
 
Ela pode criar uma poderosa mudança na forma como você vê o mundo e como você lida com dificuldades na vida.

Renato Moreira – Coach Executivo

Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL alem de atuar como coach com  profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

renatomoreira@me.com

A conversa inteligente

foto: pintura de Arnold Lakhovsky, The Conversation (1935)

Todos nós já dissemos coisas que as pessoas interpretaram de forma muito diferente do queríamos dizer.
Deslizes verbais ocorrem frequentemente porque nós dizemos coisas sem noção das sutis implicações que essas carregam.
A compreensão dessas implicações requer uma consciência social – “O termo consciência, em seu sentido moral, é a habilidade, capacidade, intuição, ou julgamento do intelecto que distingue o certo do errado. Juízos morais desse tipo podem refletir valores ou normas sociais.”  especificamente  relacionado a Inteligência Emocional IQ-  que seria a habilidade de compreender as emoções e as experiências das outras pessoas.
A TalentSmart testou a inteligência emocional (IQ) de mais de um milhão de pessoas e descobriu que a consciência social é uma habilidade que esta faltando em muitas pessoas.
 
Temos falta de consciência social, porque estamos tão focados no que nós vamos dizer enquanto ouvimos as outras pessoas que perdemos a habilidade de ouvir com empatia – uma  demonstração de “Tentar primeiro compreender “  para depois ser compreendido implica numa profunda mudança de paradigma. Quase sempre nós queremos primeiro ser compreendidos. Basicamente não conseguimos escutar o outro com a intenção de compreendê-lo. Ouvimos com a intenção de responder, pois enquanto o outro fala, já estamos elaborando a resposta. Filtramos tudo por meio das nossas experiências e lemos a nossa biografia no que o outro fala.
“Oh! sei exatamente como se sente!
Já passei por isso também. Vou contar o que aconteceu comigo também.“
E assim, não entendemos realmente o que o outro disse, apenas ansiamos por responder ou interferir com a nossa própria história.
Estamos tomados pelos nossos conceitos, pela nossa própria biografia. Queremos que nos compreendam, mas jamais entendemos o que realmente se passa dentro do outro ser humano.
Portanto, fique atento. Quando você se perceber usando inadequadamente uma reação autobiográfica, ou seja, testando, avaliando, aconselhando ou interpretando, mude a situação, reconhecendo a falta de atenção na audição e pedindo desculpas. Talvez seja uma boa ideia solicitar o interlocutor que recomece sua fala e, dessa vez, você ficará genuinamente atento.
Este é um desafio, porque nós, seres humanos possuímos  uma mente complexa. Você não pode esperar entender alguém até que você se concentre toda a sua atenção na sua direção.
A beleza da consciência social é que com alguns ajustes simples farão você melhorar muito suas relações com outras pessoas.
Para melhorar consciência social, segue  alguns  exemplos de frases que as pessoas emocionalmente inteligentes são cuidadosas e evitam usar em uma conversa casual:
“Você parece cansado.” Pessoas cansadas são incrivelmente desagradável, elas têm os olhos caídos e cabelo bagunçado, elas têm dificuldade de concentração, e são ranzinzas. Dizer a alguém que ela parece cansado implica todos os itens acima e muitos outros. Em vez disso diga: “Está tudo bem?” A maioria das pessoas perguntam se alguém está cansado, porque elas estão com a intenção de serem úteis (elas querem saber se a outra pessoa está bem). Em vez de assumir a disposição de alguém, basta perguntar. Dessa forma, ela poderá abrir-se e compartilhar o que esta sentindo. E o mais importante, ela vai ver que você esta preocupado com ela, em vez de grosseiro e induzir a pessoa a um pensamento.
“Você emagreceu !” Mais uma vez, um comentário bem intencionado, neste caso um elogio que cria a impressão de que você está sendo crítico. Dizer a alguém que perdeu muito peso sugere que a pessoa costumava ser gordo ou pouco atraente. Em vez disso diga: “Você esta muito bem”. Em vez de comparar como ela esta agora com como ela costumava ser, apenas faça um cumprimento deixando o passado fora da questão.
“Você era bom demais para ela!” Quando alguém rompe os laços em uma relação, seja pessoal ou profissional, este comentário implica que a pessoa tem mau gosto e fez uma má escolha.
Em vez disso diga: “Quem perdeu foi ela!” Isso fornece o mesmo apoio entusiástico e otimismo sem qualquer crítica implícita.
Estes são pequenos exemplos de como é possível desenvolver uma comunicação eficiente, como consequência uma melhor qualidade de vida.
A PNL – programação neurolinguistica  é um metodo de comunicação e desenvolvimento pessoal, nela existe o Metamodelo: uma ferramenta criada a partir de diversos princípios da gramática transformacional a partir de observações e modelagem de pessoas que desempenhavam com excelência a prática clínica. Bandler e Grinder observaram, dentre outros, Frits Pearls, Milton Erickson e Virgínia Satir. A partir dessas informações o metamodelo pode ser codificado em padrões eficazes de comunicação para que as falhas fossem detectadas. Com essa técnica podemos tornar nossa comunicação mais incisiva e com isso chegar mais facilmente ao nosso objetivo.

Renato Moreira – Coach Executivo

Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL alem de atuar como coach para profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.
renatomoreira@me.com

Estados mentais

Searching archaeologists unaware of dinosaur shape inside of cave

Estar feliz é um estado mental, também é a depressão.  Estar animado é um estado mental, como é o cansaço e a letargia. Muitas pessoas estão familiarizadas com a expressão “É um estado de espirito”,  mas o que é realmente interessante sobre os estados mentais é saber o que nos leva a escolher este comportamento.
A sindrome “Lutar ou fugir” é o exemplo mais conhecido: Imagine o homen da caverna que caminha em uma trilha e de repente se depara com um tigre dente de sabre, o seu corpo reage imediatamente e o instinto de sobrevivência toma controle, uma onda de adrenalina se espalha pelo corpo, a taxa de respiração sobe e mais oxigênio entra nos pulmões, seu coração bombeia o sangue mais forte e mais rápido, simultaneamente drena o sangue para longe das extremidades, não somente para que ele possa ser utilizado de forma mais eficaz a nível interno, mas também caso o homem das cavernas decidisse  lutar, ele não iria sangrar tanto no caso fosse mordido. A esse ponto ele esta pronto para manter o instinto de sobrevivência – lutar ou fugir.
Hoje em dia muitas pessoas vivem grande parte de suas vidas no modo “luta ou fuga”, ou seja – stress. Essa resposta do sistema nervoso serve apenas para ser ativada em momentos de emergencia. Surtos de adrenalina frequentes e por longo período em sua corrente sanguínea podem causar grandes problemas de saúde e envelhecimento precoce. Através da PNL podemos aprender métodos simples para controlar nosso estado mental, reprogramando os gatilhos que disparam o mau estar.
Em poucas palavras, a PNL habilita as pessoas a serem menos afetadas (reagindo inconscientemente) por circunstancias externas, quanto mais consciente sobre os  nossos processos internos mais podemos responder efetivamente as circunstancias externas nas diversas areas da vida.

Renato Moreira – Coach Executivo e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal.

Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

O que é a PNL ?

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Considerada como o manual de operações da mente, a PNL é um modelo pratico do comportamento humano, com um especifico interesse nos padrões de comportamentos que distinguem uma performace exelente de uma mediana.
Um “Manual de operações da mente e da sua vida” rico de recursos para um completo auto-coaching, com explicações de como a mente trabalha, um conjunto de habilidades para ter mais controle sobre a sua mente e dos processos emocionais.
Este conjunto de habilidades nos permite performar os tipos de ações que levam com grande facilidade aos resultados que desejamos.

Nesses dias qualquer aparelho vem com o manual de operações,  aqui esta o manual de instruções da sua mente para um funcionamento otimal.

Vivemos em um  mundo de alta tecnologia  e tempos velozes, os seres humanos tornaram mais complexos comparado como eram antes,  esta complexidade viaja a uma velocidade  mais rápida a cada dia. Esta mesma complexidade é  util para sobreviver e prosperar no mundo moderno, porem desafios aparecem o tempo todo. Estilos de vida mais complexos resultando em vidas mais complexas que geram desafios mais complexos e as soluções de ontem não são tão úteis hoje.
“As pessoas precisam de meios para olharem por cima das nuvens de fumaça  geradas durante o funcionamento da mente, os pensamentos que produzem esta fumaça cerebral não são os tipos de processos que podem serem usados para limpa-los, para isso um novo paradigma de pensamento é requisitado.”
As habilidades de transcender nossos padrões normais de pensamento são necessárias se queremos elevar-nos para um novo nível de alegria, criatividade e produtividade.
Se não tomarmos o controle da nossa mente agora não temos como dizer a onde vamos chegar, e o resultado pode ser uma vida como a de uma criança dentro de  um quarto escuro – desajeitada e com medo, para isso é preciso mostrar a esta criança a onde esta o interruptor da luz, como liga-lo e como apreciar as coisas que se encontram tanto dentro como fora da sala.
A PNL é conhecida como o mais rapido e mais poderoso modo de mudança pessoal que existe.
Durante anos a PNL desenvolveu poderosas tecnicas e processos que hoje são usados em uma variedade de campos: aumentar a performace, superar emoções negativas e crenças limitadoras, facilitar curas e melhorar relacionamentos.
Como funciona a PNL?
Nós seres humanos vivemos em um mundo sensorial. Alimentamos a nossa mente com informações percebidas  pelos nossos cinco sentidos. Agora, se nós absorvermos tudo que recebemos pelos nossos 5 sentidos a uma media de 4 milhões de bits de informações por segundo, o  nosso circuito mental entraria em pane. Para lidar com isso, temos que compactar as informações em pequenos blocos; nos filtramos as informações.  Alguns desses filtros são: a nossa percepção de tempo e espaço, energia e matéria, a linguagem que usamos para entender as palavras e gestos, nossas memórias, o modo único em que tomamos decisões, os padrões que procuramos quando selecionamos as informações, os nossos valores e crenças, e as nossas atitudes. Nós excluímos, distorçamos e generalizamos as informações de acordo com os nossos filtros únicos. Uma vez que as informações passam por estes filtros, nós pegamos o que passou e fazemos uma representação interna. Esta representação tem a forma de uma percepção sensorial: uma fotografia com sons, sensações, gosto e cheiro. Em seguida a nossa representação interna desencadeia um estado emocional correspondente  e  comportamental.
Somos dependentes dos nossos cinco sentidos, eles que nos conectam com o mundo externo, com a realidade. Baseado nas  informações que recebemos criamos um mapa mental da realidade.
Nossos filtros neurológicos são únicos e individuais, eles  eliminan e/ou distorcem e/ou  generalizam tudo que vemos, ouvimos, sentimos, cheiramos e experimentamos (paladar) para criar pensamentos que conduzem nossas emoções e ações subsequentes.
Portanto a realidade que vivenciamos é amplamente determinada por aquilo que fazemos dentro da nossa mente. As nossas experiências ao longo da vida, incluindo o nosso nascimento, a educação dada pelos nos pais, a religião, os ensinamentos escolares, cultura, etc  – assim que são formados os nossos filtros neurológicos. Isto significa que todo mundo experimenta as  situaçoes na vida vida de forma diferente.
O conhecimento sobre o Modelo de Comunicação da PNL , juntamente com a aplicação da PNL permite que as pessoas “ administrarem suas próprias mentes “.
Viver uma vida cheia de realizações é quando nós somos menos afetados pelas circunstancias externas, ganhando controle dos nossos processos internos. Isto leva a liberdade mental, uma habilitação dinâmica a respostas e  interações concientes com as outras pessoas.

Renato Moreira – Coach Executivo e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal

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3 decisões que ditam a qualidade da vida!

Não tem nada pior do que uma pessoa rica que é cronicamente nervosa e infeliz. Não encontro desculpas para isso, mesmo assim eu vejo este fenômeno todos os dias. Isto  é o resultado de uma vida desiquilibrada, com muitas expectativas e sem apreciação suficiente por aquilo que foi conquistado.
Sem gratidão e apreciação por aquilo que possue, você nunca descobrirá a verdadeira realização, a profunda sensação de satisfação. Então como cultivar o equilíbrio na vida? Qual é a razão da conquista se a vida não tem equilíbrio.
Como coach tive o privilegio de trabalhar com CEOs de grandes empresas, executivos, empreendedores, profissionais dos setores mais variados e aprendi que  a qualidade da nossa vida é ditada pelas nossas decisões.
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Primeiro, cuidadosamente escolha no que focar, a cada  momento, milhões de estímulos  competem pela sua atenção, você pode focar naquilo que esta acontecendo neste momento ou no que você quer criar no futuro ou focar no passado, a onde o foco está a energia flui, a onde você direciona o foco a sua vida molda-se!
Em qual área você costuma focar mais: no que você tem ou no que está faltando?
Eu tenho certeza que você pensa nas duas, mas se você examinar os pensamentos habituais qual seria o que você passa mais tempo?
Em vez de focar no que você  não possue e invejar aqueles que estão melhores financeiramente, talvez você deveria reconhecer que você possue  muito para sentir-se grato,  muitas vezes  não tem nada a ver com bens materiais. Você pode ser grato pela sua saude, família, amigos, oportunidades e pela a sua mente.
Desenvolver o hábito de apreciação pelo que você possue cria um novo nível de bem estar emocional e riqueza. Mas a pergunta é: você toma o tempo necessário para sentir a gratidão profunda com a tua mente, corpo, coração e alma ? Com que freqüência você para pra refletir sobre as suas conquistas ? É ali que encontrará alegria, felicidade e realização.
Considere um outro ponto, onde focar o que afeta a qualidade da sua vida: você costuma focar no que você pode controlar ou no que você não pode controlar ?
Se você focar no que você não pode controlar, terá mais estress na vida. Você pode influênciar muitos aspectos da sua vida  mas normalmente não poderá controlá-los.
Quando você adota esta estratégia de foco a sua mente tem que tomar outras decisões.
Segundo,  significado!
Como você sente sobre a sua vida não tem nada a ver com os acontecimentos ou a sua situação financeira ou sobre o que aconteceu ou não para você. A qualidade da sua vida é controlada pelo significado que você dá a esses acontecimentos.
Na maioria das vezes você pode não estar consciente do efeito da sua mente inconsciente na atribuição dos significados e acontecimentos da vida.
Quando acontece alguma coisa que pertuba a sua vida (um acidente de carro, uma questão de saúde, uma perda de emprego) você tende a pensar que este é o fim ou o começo?
Se alguém te confronta,  esta pessoa está te insultando, te ensinando ou realmente se preocupando com você?
Será que enfrentar um problema devastador significa que Deus está punindo ou desafiando você ?
Sua vida tem o significado que você dá a ela! Cada significado vem com uma sensação única ou emoção e a qualidade da sua vida envolve como você vive emocionalmente.
Quando você da um novo sentido, uma razão para viver ou uma crença, você será mais forte. Quando as pessoas mudam o seu foco habitual e significados não há limites para o que a vida pode se tornar. A mudança de foco é uma mudança de significado, que pode literalmente alterar a bioquímica de alguém em minutos.
Então tome controle e lembre: significado é igual a emoção e a emoção é igual a vida. Escolha conscientemente e com sabedoria onde focalizar. Encontre um significado poderoso em cada evento e você encontrará a riqueza.
Terceiro, o que fazer a respeito!
As suas ações são fortemente moldadas pelo estado emocional em que você está. Se você está com raiva, você vai se comportar  de maneira muito diferente do que se você estiver sentindo brincalhão ou ultrajante.
Se você quiser dar forma as suas ações, a maneira mais rápida é a mudança no que focar assim mudando para algo mais empoderado.
Algumas pessoas expressam raiva em silêncio, outros em voz alta ou violentamente. No entanto, outros suprimem apenas para procurar uma oportunidade passivo-agressivo para recuperar a vantagem ou mesmo vingança.
De onde vêm esses padrões?
Nos tendemos a modelar nossos comportamentos baseados sobre aquelas pessoas que respeitamos, admiramos, nos identificamos e gostamos.
Quando as pessoas te deixam irritado ou frustado frequentemente você rejeite este comportamento, mas acabamos nos comportando desse modo, esses são comportamentos que foram testemunhados por  nós durante a nossa infância e juventude e nos incomodam.
E muito util tornarmos cientes dos nossos padrões quando estamos frustados, irritados ou sentido solitário, você só poderá mudar seus padrões  se você estiver ciente deles!
Agora que você está ciente do poder das três decisões, comece a procurar modelos de pessoas que estão experienciando o que você quer da vida. Eu prometo a você que aqueles que possuem um relacionamento apaixonado com a vida  têm um foco totalmente diferente e  eles encontram significados totalmente diferentes para os desafios, muito mais do que as pessoas que estão constantemente brigando ou lutando.
Quando você se torna ciente das diferenças no modo de se aproximar a estas três decisões, você vai ter um caminho para ajudá-lo a criar uma mudança positiva  e permanente em qualquer área da vida.

Renato Moreira  Coach executivo
Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

Mude seus pensamentos , mude sua vida

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Alguma vez você já se perguntou o que faz as pessoas se sentirem miseráveis?
É a pobreza? é o stress no trabalho ? são os problemas familiares ?
Posso assegurar-lhe que não é nenhuma das opções acima ! A única coisa responsável por fazer as pessoas se sentirem  miseráveis são seus próprios pensamentos sobre si mesmo e sobre o futuro.
As pessoas perdem tanto tempo se preocupando com a vida que se elas gastassem metade do tempo tentando melhorar as suas vidas, estas seriam muito melhor.
Se você quer uma vida maravilhosa , você deve começar com pensamentos maravilhosos !!!
A única coisa que você tem que enfrentar é um pensamento e um pensamento você pode mudar.
Seja qual for o problema que você está enfrentando, suas experiências , estes são apenas os resultados externos dos pensamentos que você teve .
Até mesmo a maneira como você se sente sobre si mesmo é o resultado de um pensamento.
Se você acha que ” eu não sou bom o suficiente ” , pense na emoção que ele cria dentro de você.
Se você parar com esse pensamento você vai eliminar a emoção negativa. Mude o seu pensamento e a emoção desaparecerá.
Não importa por quanto tempo você teve pensamentos negativos ou emoções desagradáveis. O poder está no Agora. Você pode acabar com toda essa dor agora, com um novo pensamento !
O ponto do seu poder está sempre no Agora.
Tudo que você tem lidado até agora são os resultados dos seus pensamentos e convicções .
Estes resultados foram gerados pelos pensamentos e desejos que você teve ontem , no mês passado , no ano passado , 10 anos atrás. Isto é passado! O que importa agora é o que você escolher o que  pensar – Neste momento.
Porque esses pensamentos e experiências vão criar o seu futuro.
O pensamento que você está tendo neste momento – É a base para o seu futuro – É preciso estar consciente.
Olhe para a sua historia pessoal de outra forma!
A experiencia humana so existe no momento presente. O passado existe enquanto recordação, mas para lembrarmos dessas recordações, temos que revivencia-las  de uma certa maneira no presente. O futuro existe enquanto expectativas ou fantasias, também criadas no presente. A ancoragem amplia a liberdade emocional, permitindo-nos escapar a tirania das experiências do passado e criar um futuro positivo.
A mudança da historia pessoal é uma técnica de reavaliação das lembranças problemáticas a luz do conhecimento atual. Todos temos uma rica historia de experiências passadas, que no presente só existem como lembranças. Embora o que realmente aconteceu  não possa ser mudado, podemos mudar o significado no presente e portanto, seu efeito sobre nosso comportamento.
Por exemplo o  ciúme quase sempre é gerado não a partir do que realmente aconteceu mas sim das imagens criadas sobre o que achamos que aconteceu. Portanto, nosso mal-estar é uma reação a essas imagens, apesar de jamais terem acontecidos realmente, às vezes as imagens são tao reais ao ponto de causar reações extremas!
No meu trabalho de  coach as pessoas vivem me dizendo: “Renato, você não entende, mudanças são lentas e dolorosas”.
E aí eu respondo “Eu não sou uma pessoa sensata”  eu me recuso aceitar crenças limitadoras somente porque me disseram que são assim! E uma outra coisa que as pessoas continuam a me dizer: “Você tem que descobrir quem você é e aceitar” , bom eu vou te dizer: Não, você não tem que ser nada que você não queira ser.
Porque você agiu como uma pessoa tímida até agora não significa que você está condenado a ser tímido para o resto da sua vida,  o fato de você pode ter agido preguiçoso ou imprudente não faz de você assim – é um padrão de comportamento, não quem você é, você pode ser como você escolher ser.
Mudanças acontecem o tempo todo, esta é a única constante na vida.
O ponto é, você vai escolher o rumo que sua vida vai tomar e o tipo de pessoa que você vai se tornar , ou você vai  apenas sentar e esperar que a vida aconteça para você ?
Comece a promover mudanças, invista tempo e dedicação no teu  desenvolvimento pessoal,  faça um primeiro passo: comece a mudar o modo de pensar, sentir e se comportar.
Você começa a tomar o controle  do que está fazendo – tanto dentro da sua cabeça quanto no mundo real  e reprogramar-se.
Para que você possa fazer mudanças significantes  na sua mente, você tem que mudar para assumir o controle da sua vida, mas só funcionara se você agir – se você realmente se comprometer a fazer o que é preciso para mudar as coisas e fazer isso acontecer.
Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas, elevando seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL, atualmente vivo entre a Holanda e o Brasil.

Liderança Emocional

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Nos últimos anos mudanças enormes ocorreram no mundo exterior (pense sobre o fato de que a televisão comercial foi criada apenas a 60 anos, o computador a mais ou menos uns 30 anos) com isto  aconteceram mudanças  em nossas experiências interiores e no nosso modo de vida, por isso  temos a necessidade de adaptar-nos neste ambiente em  constante evolução, pois só assim podemos sobreviver.

A maioria das pessoas estão tentando mudar. Algumas se vestem de acordo com a moda, pessoas mais velhas fazem cirurgias plásticas, outras usam muita maquiagem, algumas querem ficar mais bonitas, outras precisam de aventuras, outras querem mais fama e fortuna e outras leem livros sobre diferentes temas.
Dos mais pobres aos mais ricos, as pessoas não estão felizes como  são. Elas querem  se tornar  melhores, querem ter uma aparência melhor, um comportamento melhor, e o que elas mais querem acima de tudo é contentar-se consigo mesmo.

Na busca de tentar encontrar uma vida melhor, as pessoas tendem a fazer ajustes externos. Elas não deixaram claro na sua cabeça que tipo de mudança e o resultado que desejam ter. Elas querem mudar, mas não sabem como, então, às vezes fazem alterações que não são essenciais e na maioria das vezes inúteis.

Então que tipo de mudança estamos interessados? Precisamos mudar nosso penteado para ser bem sucedido na nossa carreira? Queremos ser bonitos para que os outros possam nos admirar ? Ou talvez nós queremos mudar a maneira que pensamos sobre nós mesmos e sobre o mundo à nossa volta, mudar a forma como lidamos com nós mesmos, mudar a forma como nos sentimos sobre nós e a maneira como tomamos decisões sobre a nossa vida?

Muitas vezes vemos pessoas que sabem o que elas querem mudar na sua vida,  sabem o que elas não estão satisfeitas, porem não sabem como mudar isso, assim elas precisam de algum tipo de tecnologia que possam usar  para atingir o resultado desejado.
Esta é a missão do workshop de liderança emocional, propor uma plataforma para promover a mudança, apresentar técnicas de coaching e uso aplicado da Programação Neurolinguistica.
Vamos falar sobre simples, rápidas e eficientes maneiras que você pode usar para alcançar seus objetivos, como se tornar o líder que você quer ser.
Quase tudo o que fazemos começa com uma idéia. O resultado dessa idéia é a materialização de um evento.
Convido e desafio você a agir! E gerar mudanças surpreendentes na sua vida!
Você vai aprender como usar sua mente e o seu comportamento para se conectar profundamente e sinceramente com si mesmo e com os outros e viver uma vida plena e criativa.

Informações: liderancaemocional@outlook.com


Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas, elevando seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL.