As pessoas que gastam dinheiro em experiências em vez de bens de consumo são muito mais felizes

Quando é o dia de receber o salário e o dinheiro cai direto na sua conta, imediatamente  você começa  a passar o cartão, mais vezes em um dia quanto os dedos se movem quando se navega através do Facebook, Instagram e Tinder todos juntos.
A gratificação instantânea acompanhada das etiquetas de preço das roupas novas, tênis da moda e jóias caras é satisfatório
o suficiente para ser considerado um vício real.
Isso é crucial para nos lembrar da importância de investir ainda mais em experiências de vida.
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Na verdade, as pessoas mais felizes são aquelas que de uma certa forma conseguiram distanciar-se dos vícios das compras e gastos desnecessários.
Em vez disso essas pessoas investem o dinheiro em viagens, experiências e memórias, e  isso certamente compensa.
Se nós começarmos a investir em nosso futuro muito mais do que investimos em roupas, gadgets –  bens de consumo em geral,  nossa vida serà mais maravilhosa do que qualquer coisa que o dinheiro possa comprar.
 
“A vida é escrita com recordações, não com diamantes.”
Pense sobre isso: No final da sua vida, você ira lembrar que teve um Iphone 6  plus enquanto todos  ainda estavam usando o Iphone 5, ou você vai  lembrar das memórias que compartilhou com as pessoas que contribuíram para moldar quem você se tornou?
Um estudo publicado pelo Jornal de Psicologia Positiva mostra que as pessoas que compraram produtos caros ao invés de investir em experiências frequentemente desvalorizaram o novo  item imediatamente após a compra.
Os pesquisadores da San Francisco State University descobriram que: entender a vida é sobretudo baseado nas memórias que nós criamos, porém nós somos capturados pelas tendências e demandas que nós induzem a fazer compras que inevitavelmente nos arrependemos, de acordo com the Huffington Post.
Mesmo antes de fazer as compras, os participantes do estudo disseram que experiências de vida seriam muito mais beneficentes do que comprar o primeiro  e maior item na lista de desejo de consumo.
Depois de  ter comprado algo de desejo temporário, os participantes logo notaram que seria melhor ter gastado  o dinheiro em uma experiência, que aumentaria sua felicidade por um período mais  longo e sustentável.
“Foco naquilo que te faz feliz, não no que te faz famoso.”
Nós somos como os produtos da nossa sociedade: brilhantes, caros e exclusivos que trocamos diariamente, e ainda mais.
O que nos separa dos nossos ancestrais é que nos desenvolvemos em um mundo de redes sociais, e quase tudo que compramos é fotografado e exposto para em uma auto-promoção.
O Dr. Thomas Gilovich psicólogo e  professor na Cornell University, tem procurado pela conexão entre dinheiro e a felicidade.
Ele afirma:
Nos compramos coisas que nos fazem felizes, e obtemos a felicidade. Mas apenas por um período. Coisas novas são excitantes no começo, porém nós nos acostumamos a isso.
Dr. Gilovich  afirma:
“Eu não estou dizendo que você nunca deve se recompensar por um mês de trabalho duro com uma roupa nova ou uma noite extravagante, mas os maiores investimentos devem ir em direção as experiências que criam memórias ao longo da vida, em vez de um item que vai perder seu fator “moda” dentro alguns anos (isso se você tiver sorte).”
Nossas experiências são uma parte maior de nós mesmos  que os bens materiais. Você pode realmente gostar das suas coisas. Você pode até pensar que parte da sua identidade está ligada a essas coisas, mas elas  ainda permanecem separadas do seu “Eu”. Em contraste, suas experiências são realmente parte de você. Nós somos a soma de todas as nossas experiências.
Abandone a etiqueta de preço e explore o mundo!
The Next Web reports:  Existem 79 milhões de Millennials somente nos Estados Unidos, três milhões a mais do que a notória geração Baby Boomer que é responsável por muitos dos postos de trabalho, indústrias e programas do governo à disposição.
 
Mas as indústrias vão ter de reavaliar geração Y se quiserem nos direcionar em sua publicidade. A maioria de nós esta começando a perceber as vantagens inestimáveis de gastar o nosso dinheiro suado em coisas como viagens, educação e atividades criativas.

Os pesquisadores dizem que as empresas terão de se adaptar a essa mudança de mentalidade, a fim de competir e sobreviver no novo mundo desta geração.

Em última análise, estes são investimentos a longo prazo em nossa felicidade pessoal.
 
Gastar mais o nosso dinheiro em coisas que melhoram a nossa vida  com memórias de ouro e aventuras inesquecíveis – nós não estamos apenas mudando as indústrias que nos cercam, nós estamos derramando uma positividade muito necessária para iluminar o mundo.

A cada dia somos convencidos a comprar coisas que não precisamos, gastar dinheiro que não temos, comprar qualquer lixo que perde valor de compra em questão de semanas.
Geração-Y é uma dos maiores e mais influentes grupos da sociedade, e nós temos a capacidade única de controlar o destino das nossas carteiras e investimentos na vida.
Por que comprar o mais recente telefone celular quando você pode colocar esse $ 400  dólares em  uma passagem  de avião para um país onde nunca esteve antes?
 
Pessoas que constantemente vivem com seus objetivos futuros, investindo em felicidade na vanguarda de suas mentes tendem a viver vidas mais felizes do que o resto dos consumidores inundados em produtos.
Para concluir,  posso afirmar que:
A felicidade é um escolha
Ser feliz não é uma questão de quem você é, ou o que você faz ou o que você possui. Sentir feliz é uma escolha que você faz conscientemente. A felicidade não é uma consequência de fatores externos, felicidade é a lente escolhida para ver a realidade.  Para isso a única coisa que você precisa fazer é escolher ser feliz, você tem este poder, mesmo que encontre muitas circunstancias que apontem para o contrario.
A cada dia encontramos pessoas com muito menos do que nós possuímos: Menos dinheiro, menos oportunidades, menos amor e afeto; em muitos casos as circunstancias físicas são completamente irrelevantes ao estado emocional.  Esta é a maior prova de que a felicidade é um estado mental, e não o resultado de conquistas materiais.
Eu não estou encorajando você a abandonar seus objetivos e ambições, porem não acredito que somente  esses objetivos irão fazer você feliz.  Se você esta procurando felicidade em circunstancias externas, você poder ficar decepcionado.
Persiga os seus objetivos porque você quer ser melhor, acima de tudo para si próprio; persiga seus objetivos para ajudar os outros ou promover mudanças no mundo, mas faça isso a partir de uma posição de prazer e satisfação, e não porque você acredita que isto preenchera um vazio.
Pare de procurar pela felicidade, porque a felicidade não é algo se obtém, mas é uma escolha a ser feita.
Nós temos a obrigação de ser feliz.

Renato MoreiraCoach Executivo e palestrante de cursos de desenvolvimento pessoal. 
Sou originário de uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, minha  aspiração para descobrir o mundo veio da minha querida avó, que adorava viajar até mesmo em idade avançava,  desde de pequeno acompanhava meu pai pelo interior do Brasil em seu caminhão, por estradas precárias como eram na década de 80, eu era sómente uma criança de 7 anos dormindo no desconforto e riscos na cabine de um caminhão, e ja experimentava a incomparável gratificação na descoberta de novos horizontes e novas experiências por acompanhar meu pai na sua árdua profissão.
Esta paixão por viagens e descobertas me levou aos quatro cantos do planeta, do conforto e riqueza cultural da Europa ao continente Áfricano, conhecendo a guerra civil na Angola e a pérola sudafrincana Cidade do Cabo, descobrindo o pais-continente Índia; subindo no topo das pirâmides de Gyza no Egito, bom, paro por aqui para não ficar cansativo com minha longa lista de lugares visitados e ainda muitos a visitar.
Nos últimos dez anos desenvolvi uma carreira como coach executivo com clientes que vão dos extravagantes do Qatar aos dedicados executivos da Áustria. Hoje vivo entre os Países Baixos e o Brasil.

A nossa maior força vem dos nossos lugares mais escuros

https://youtu.be/UMd5W615Dbo

Qualquer pessoa pode se sentir confiante e otimista quando a vida corre bem, mas o que podemos dizer quando as coisas ficam difíceis? É ai que o verdadeiro crescimento acontece.
Todos nós temos recordações de sair fora da nossa estrada quando a vida nos apresenta desafios!
Como lidamos com isso? Como usamos a oportunidade para crescer?
As vezes nos perguntamos: O que esta controlando a nossa vida?
Um fato que sabemos sobre a vida é que ela esta sempre mudando, é como uma montanha russa, as vezes estamos no alto as vezes estamos em baixo, as vezes as coisas vão muito bem as vezes  vão muito mal,  as vezes estamos triste as vezes estamos felizes, isto é o que chamamos VIDA.
Quando começamos a aceitar  que a vida tem momentos altos e baixos, nos momentos baixos é onde o crescimento acontece,  é ali onde o verdadeiro trabalho acontece!
O verdadeiro desafio é quando estamos no chão!
Como você enfrenta os desafios?

Segue o relato de um meu cliente.

 
Há alguns anos, ele se descobriu absorvido num padrão de frustração e raiva. Ele via problemas por todos os lados que se virava. A esse ponto, pensar positivamente não figurava no alto da lista de soluções. Afinal ele era inteligente, e pessoas inteligentes não fazem as coisas parecerem positivas quando não são! Havia muitas pessoas ao seu redor que concordavam com essa ideia (que também se sentiam frustadas com suas vidas!). Ele era incrivelmente negativo na ocasião, e via as coisas piores do que eram. Ele usava o seu pessimismo como escudo. Era uma fraca tentativa de se proteger da dor das expectativas fracassadas: Ele faria qualquer coisa para não ficar desapontado outra vez. Ao adotar esse padrão, a mesma barreira que protegia da dor, isolava do prazer.  Ho impedia de encontrar soluções, e se enterrava em uma tumba emocional, onde nunca se experimenta, onde sempre se justifica as ações limitadas com o argumento – “estou sendo apenas realista”. 

Um dos fundamentos da PNL é a oposição entre fracasso e feedback. Não existe fracasso, o que existe são apenas resultados, que podem ser usados como feedback, correções úteis e uma esplendida oportunidade para aprender algo que passou despercebido. O fracasso é apensas uma forma de descrever um resultado indesejável. Podemos usar os resultados para reorientar nossos esforços. O feedback faz com que não percamos nosso objetivo de vista. O fracasso é um beco sem saída. São duas palavras que representam duas maneiras totalmente diferentes de pensar.
Pessoas bem sucedidas consideram o fracasso parte do crescimento e uma oportunidade para aprender e progredir. Elas acreditam que, por mais que fracasse, vão se levantar e seguir em frente, mais fortes que antes.

Renato Moreira  Coach executivo
Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

“Objetivo – Sucesso “ Como executar a sua estratégia – Como passar do papel para as pessoas

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Como fazer a sua estratégia funzionar – como passar do papel para as pessoas.
Atrair desempenho de ouro aumenta a possibilidade de sucesso.
Muitos dos entrevistados como relata o livro  Making Your Strategy Work: How to Go from Paper to People de Chris Outram,  insistem na importancia  do execesso de investimento em pessoas.  Contratar o melhor, treinar bem, desafiar com frequencia e assumir os riscos em promover mais cedo os colaboradores. Quase sempre você sera recompensado por um desempenho superior. Nos dias hoje,  as empresas precisam de colaboradores expertos e mais preparados, para competir com os concorrentes que estão cada vez mais bem informados e capacitados.
“Pessoas boas produzem resultados bons resultados, as pessoas excelentes irão produzir resultados excelentes.”
Por consequência a principal tarefa do líder é encontrar pessoas excelentes.

“Limpando as plataformas:”

O corolario da conspiração da gestão “É preciso expurgar os colaboradores confirmados como – os duvidosos”. Como observa o CEO Duncan Painter do Grupo Top Right. Ele observa:
“As pessoas são a razão pela qual as empresas falham. Você deve sempre fazer um esforço para trazer os dissidentes de volta para o rebanho, mas se isso falhar remova-os”. Eles potencialmente se tornarão tóxicos. Causando a execução e implementação das estratégias mais difícil e mais cara do que poderia ser.
Os colaboradores duvidosos são um modelo pobre para os juniors, criando um ceticismo que irradia para fora e para baixo em toda estrutura hierárquica da empresa. Se a sua equipe não age como uma equipe,  substitua-la; diz Ian Livingston, CEO da BT Group.  “E faça parte do seu bônus dependente dos objetivos comuns para conduzir a  importância da colaboração.” Arno Mahlert, ex-CEO e CFO da Maxingvest, concorda:. “Os gestores precisam para criar a cultura certa, sendo  verdadeiros modelos. Eles precisam inspirar credibilidade sendo aberto a comentários. Eles também precisam ser capazes de tolerar alguns erros, mas a única coisa que não pode ser tolerada é o comportamento destrutivo. “Estratégias de desenvolvimento precisam de abertura e desafio”, diz John Brock, presidente e CEO da Coca-Cola. “Mas, uma vez que a estratégia está definida, você tem que executar, executar, executar. Você não pode permitir negativismo “.” Se alguém não estiver alinhado, você precisa levá-lo para fora do campo. ” Eles podem ser bons, inteligentes e eficazes em algum coisa, mas se eles estão bloqueando o caminho da execução da estratégia, em seguida, é fundamental removê-los, às vezes você pode mover as pessoas para funções menos críticas. Na sua forma mais extrema, você pode achar que é necessário gerenciar algumas demissões de alto perfil, se livrar dos executivos que não seguem ou não podem seguir o fluxo.
Do livro  Making Your Strategy Work: How to Go from Paper to People de Chris Outram
Estas estratégias na sua forma extrema resultam em cortes e reposicionamento de colaboradores que de um certo modo contribuíram para desenvolvimento da empresa, porem em um cenário atual são vistos como potenciais tóxicos de pessimismo e desmotivadores.  E se ainda existisse uma outra abordagem? Coaching e Programação Neurolinguistica.
O negativismo e a falta de cooperação das pessoas chaves no processo de implementação de estratégias pode e dever ser afrontado com um trabalho de parceria com coaches e uso da PNL. Ultrapassar crenças limitadoras, resignificar e alinhar os colaboradores com a visão, missão e estratégias da empresa são fattores importantes para o sucesso.
Vou citar dois tipos de abordagem de coaching:
Coaching de desempenho:  nesta abordagem o papel do coach é motivar o ”talento” a tomar  medidas em relação a uma certa habilidade ou ambiente, promover uma abertura ao feedback e estabelecer objetivos voltados ao aumento do desempenho.
Coaching de desenvolvimento:  Como ativar no “talento” a habilidade de refletir e mudar pensamentos, crenças, valors e identidades  que estão obstruindo o alcance dos resultados desejados.
 
Neste processo de busca da excelência em todos os aspectos, seja pessoal ou profissional, promove o desenvolvimento de  uma equipe eficaz, desenvolve o pensamento flexível, promove a  abertura aos desafios e novas idéias, compreensão dos valores individuais e da equipe. Engajamento de conflitos com o uso de posições perceptivas a fim de aprender e resolver conflitos e situações indesejadas. Adoção de Modelos de Níveis Lógicos para entender o propósito e os valores, e o que isto afeta nas mudanças do comportamento. Ressignificação da responsabilidade como algo que não pode ser dado, só pode ser conquistado.

Renato Moreira – Coach Executivo e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal.

Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

A anatomia de uma conversa excelente

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A maioria das pessoas possuem uma irresistível tendência de entrar no modo resolve-problema entre os 60 segundos da conversa,  movendo rapidamente do ponto A para o ponto B, completando um objetivo presumido. Assim temos a tendência de perder um monte de preciosas sugestões, dicas, contexto, ideias malucas que poderiam levar a um conjunto inesperado de soluções e resultados mais ricos.
Todas as conversas excelentes possuem uma anatomia. Para entender essa forma,  pegue dois funis e coloque um sobre o outro, sendo um de cabeça para baixo, e pronto! Esta é a forma da conversa excelente, a anatomia da conversa otimizada. Eu desenho estes dois funis no meu bloco de anotações sempre que faço uma sessão de coaching com os meus clientes, é como um lembrete, uma ótima conversa tem basicamente duas metades.
Uma abertura ampla para explorar e  outra para estreitar uma ação. Isto parece muito mais simples do que é na realidade.  Para trabalhar bem as duas metades é preciso assumir duas mentalidades muito diferentes e tornar-se duas pessoas diferentes com uma agenda e personagens contrastantes.
Deixe a conversa desenvolver livre na primeira metade da conversa. Por  exemplo:  uma sessão de coaching que dura uma hora, nos primeiros 30 minutos da conversa uso para abrir caminho para uma exploração. O meu objetivo nesta primeira metade é absolutamente esquecer que eu deveria dirigir a conversa na direção de um resultado. Este é o segredo,  porque libera o coach da obrigação de pressionar para obter algo com um final tangível.  Como consequência ouço muito mais.  Meu objetivo é me perder na estória do cliente e segui-lo a onde ele quiser ir com a conversa, estando sempre curioso e aberto. Cada vez que ele diz algo que  parece importante ou interessante, eu simplesmente envio uma ‘sonda’ –  “Conte-me mais?”
Na outra metade, entramos nos 30 minutos seguintes da sessão, a este ponto o coach se transforma em uma pessoa diferente, agora ele dirige a conversa, com foco singular e com intenção, buscando um sentido concreto, sinalizando o fechamento do funil.
Uma vez alguém me disse: “ Coaching que não termina com resultados concretos é apenas uma conversa agradável”  dito isso, não vou direto a ação,  uso o processo de “Brainstorm”:  Peço ao cliente cinco opções de respostas,  porque cinco? As três primeiras repostas que as pessoas dão tendem a ser as mais convencionais, elas quase sempre fazem um pausa antes de começar o numero quatro, e geralmente  uma pausa ainda mais longa precede a opção numero cinco. As opções numero quatro e cinco muitas vezes são as “out-of-the box”  ideias fora-da-caixa ou ações que o cliente tem resistido a tomar, e estas são muitas vezes aquelas que fazem a diferença no resultado quando aplicadas. 
Para fechar: A maioria dos desafios  no trabalho e na vida são resolvidos através da conversa. Aprender tecnicas de coaching pode ajudar você e as pessoas ao seu redor a otimizar as conversas e obter muito mais delas. 

Renato Moreira – Coach Executivo e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal.

Como coach atuo com profissionais e empresarios que buscam desenvolver uma performance criativa e inovadora em ambientes altamente produtivos. Esses profissionais estão dispostos a agir com coragem para atingir os seus objetivos e assumir os riscos necessários para alcançá-los.

Nice story from unknown author

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Enjoy!
Many hundreds of years ago in a small Italian town, a merchant had the misfortune of owing a large sum of money to the moneylender. The moneylender, who was old and ugly, fancied the merchant’s beautiful daughter so he proposed a bargain. He said he would forgot the merchant’s debt if he could marry the daughter. Both the merchant and his daughter were horrified by the proposal. The moneylender told them that he would put a black pebble and a white pebble into an empty bag. The girl would then have to pick one pebble from the bag.If she picked the black pebble, she would become the moneylender’s wife and her father’s debt would be forgiven. If she picked the white pebble she need not marry him and her father’s debt would still be forgiven. But if she refused to pick a pebble, her father would be thrown into jail. They were standing on a pebble strewn path in the merchant’s garden. As they talked, the moneylender bent over to pick up two pebbles. As he picked them up, the sharp-eyed girl noticed that he had picked up two black pebbles and put them into the bag. He then asked the girl to pick her pebble from the bag. What would you have done if you were the girl? If you had to advise her, what would you have told her? Careful analysis would produce three possibilities: 1. The girl should refuse to take a pebble. 2. The girl should show that there were two black pebbles in the bag and expose the moneylender as a cheat. 3. The girl should pick a black pebble and sacrifice herself in order to save her father from his debt and imprisonment. The above story is used with the hope that it will make us appreciate the difference between lateral and logical thinking. The girl put her hand into the moneybag and drew out a pebble. Without looking at it, she fumbled and let it fall onto the pebble-strewn path where it immediately became lost among all the other pebbles. “Oh, how clumsy of me,” she said. “But never mind, if you look into the bag for the one that is left, you will be able to tell which pebble I picked.” Since the remaining pebble is black, it must be assumed that she had picked the white one. And since the moneylender dared not admit his dishonesty, the girl changed what seemed an impossible situation into an advantageous one. MORAL OF THE STORY: Most complex problems do have a solution, sometimes we have to think about them in a different way. If you liked this story… please share with friends, family and children… You might spark a thought, inspire and possibly change a life forever! Thinking “Out of Box”…

Cos’è il coaching

Il Coaching è una disciplina relativamente nuova in Italia, ma che si è affermata negli Stati Uniti oltre 50 anni fa.

Affonda le sue radici nelle neuroscienze e nel business management. E’ un progetto di crescita mirato, con traguardi specifici, che facilita il cambiamento, attraverso un percorso autorigenerativo.

Il cliente è responsabile di ogni suo passo, il Coach lo aiuta a diventare consapevole dei suoi obiettivi e a realizzarli al meglio.

Il Coaching è uno strumento altamente efficace che aiuta le persone a far quadrare il bilancio della propria vita privata o professionale, a migliorare i rapporti con gli altri, scoprendo le strategie più adeguate per raggiungere i propri obiettivi.

 
Non è una psicoterapia, né un’alternativa alle terapie psicologiche, ma può coesistere con tali approcci.
 

Perché scegliere un Coach

Perché aiuta a:
  • individuare con chiarezza obiettivi personali e professionali
  • trovare le motivazioni a procedere, individuando le strategie più adeguate
  • diventare consapevoli delle proprie capacità e potenzialità
  • risolvere con successo i problemi
  • migliorare l’autostima ed acquisire sicurezza
  • comunicare con efficacia
  • gestire al meglio i rapporti con gli altri
  • ampliare il giro d’affari
  • sviluppare la leadership
  • orientarsi nello studio e nel lavoro
  • trovare un equilibrio tra la vita privata e quella professionale
  • trovare il coraggio di cambiare il corso della propria vita
Chi è il Coach
Le cose non cambiano, siamo noi che cambiamo
(H.D. Thoreau)
 
Il Coach è un consulente qualificato, un trainer esistenziale che fornisce gli strumenti e il metodo più adeguato per realizzare progetti di sviluppo personale e aziendale, stimolando le motivazioni per procedere.
E’ un facilitatore, che si affianca al cliente per trovare le soluzioni più idonee nei tempi più brevi. Il coach sa valutare i talenti e identificare i bisogni. Fornisce a chiunque sia in difficoltà o voglia sviluppare le proprie potenzialità, gli strumenti e il metodo per individuare e raggiungere i propri obiettivi, sia nella vita privata, che professionale (manager, professionisti, imprenditori, gruppi di lavoro).
Il Coach lavora con persone e team sulle resistenze al cambiamento, sviluppa l’autostima, il potenziale e le competenze del saper fare e saper diventare per raggiungere gli obiettivi prefissati.

Come lavora il Coach

Ascolta
Il Coach ascolta attivamente il cliente, ciò che esprime, ciò che tenta di dire e quello che non dice. Il Coach chiede, legge tra le righe, intuisce, rielabora, razionalizza la dimensione emotiva che ostacola il cammino e sviluppa l’intelligenza emotiva.
Aiuta il cliente a riconoscere i suoi bisogni, a verificare valori, idee e azioni, rendendolo consapevole del proprio potenziale e pronto a cogliere al massimo le opportunità, favorendo la sua crescita.
Focalizza
Il Coach affianca il cliente per individuare le modalità più adatte, più naturali alle sue esigenze, per valutare realisticamente le strategie più adatte per raggiungere i traguardi stabiliti, ma senza trascurare mai i bisogni complessi della persona, nel rispetto del suoi equilibri tra la vita personale e professionale.
Il Coach aiuta il cliente a trasformare i sogni e i desideri in progetti concreti, valutando la forza delle sue motivazioni. Lo stimola a focalizzarsi sulle priorità, a razionalizzare il cammino intrapreso, senza farsi distogliere da falsi problemi e da resistenze personali al cambiamento.
Valorizza
I consigli del Coach in realtà sono le verità del cliente, il Coach lo aiuta solo a renderle evidenti. Il Coach non è mai direttivo, non impone il suo punto di vista, ma lo confronta con quello del cliente per ampliarne il raggio d’azione.
Il cliente scopre che la strada si apre camminando e insieme al coach trova le risposte che ha già dentro di sé. Trasformerà i “vorrei”, in “voglio”, i “potrei”, in “posso”, comprenderà che le resistenze personali sono il primo ostacolo al raggiungimento dei propri traguardi.
Sostiene
Il Coach rende consapevole il cliente, lo prepara a prevenire gli ostacoli, a valutarli e a essere pronto a superarli, a comprendere che i problemi per essere risolti non vanno evitati ma affrontati con gli strumenti adeguati.
Il Coach sostiene il cliente nei momenti di scoraggiamento, lo aiuta a valorizzare le pause dovute a mancanza di energia, a rinforzare una scarsa autostima, a combattere la paura dei cambiamenti.
Sfida
Il Coach agisce sfidando e stimolando il cliente a scoprire le sue vere ambizioni, rendendolo responsabile della qualità della propria vita, personale e professionale. Il Coach aiuta a rispettare le scadenze, propone metodi, strategie e strumenti.
Tra una sessione e l’altra il Coach assegna “compiti”, obiettivi intermedi, azioni o cambiamenti che il cliente deve svolgere.

Renato Moreira – Business coach

Vulnerability

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“Vulnerability is the capacity or susceptibility to being hurt. The word vulnerable is also synonymous with the words openness and exposure. When a person is truly vulnerable, there is an unobstructed entrance or view to the person’s heart, being and soul. In the strongest or most enlightened person, there is no protecting or concealing cover because the person needs none. Such people carry themselves in full view of others because they are not afraid of being hurt, because they are not afraid to suffer.”


We want to be perfect, we want our children to be perfect, we want our life to be perfect,  we pretend what we do to be perfect, we tend to control and predict, we avoid taking risks , we have fears for the unknown.
 We make the uncertain certain and then we blame others for everything is not working as we expect.
It is time to take responsibility and be accountable for our actions.
When we find our voice, and we know who we are,  accepting  that what happens to us is our 100% responsibility! Many of the challenges we are facing now are results of  choices we made consciously or unconsciously that dictated the flows of the consequences see as, not in our control.
We can’t change the past, but we can control how we see our past.
There is a magical moment when we expose our  weakness, have the courage to tell our story, accept to be imperfect and  have compassion for yourself,  at that moment we build a connection.
When we embrace vulnerability, we have the sense of belonging.
We often believe: “we are not good enough!” that is how we cover up.
Let you go who you should be!
We reach a level where we are not willing to do something first, do the first step. We forgot how to initiate sex with our partner, how to give affection to the beloveds, how to ask for help, how to ask silly questions, we created that sense of perfectness choking your emotions.
Let yourself be seen!
Practise gratitude and joy!
Yes!! I am good enough
And stop screaming and start listening.

Renato Moreira – Business Coach

Why Coaching Is Important to Your Success

Business partner concept

Once reserved for the most senior executives, coaching is becoming more pervasive throughout today’s innovative organizations. Because companies continue to do more with less, they need every employee engaged and productive; they are relying on coaches, not internal managers, to help develop talent to drive results. If you’ve decided to fly solo without a coach, you’re putting your career at a significant disadvantage. That’s because coaches help you identify and focus on what’s important, which accelerates your success.
Good coaches do:
  • Create a safe environment in which people see themselves more clearly
  • Identify gaps between where the client is and where the client needs or wants to be
  • Discover, clarify, and align with what the client wants to achieve
  • Ask for more intentional thought, action and behavior changes than the client would have asked of him or herself
  • Encourage client self-discovery
  • Guide the building of the structure, accountability, and support necessary to ensure sustained commitment holding the client responsible and accountable
  • Elicit client-generated solutions and strategies
As coaches become integral to corporate leadership development, the expectations for return on investment are increasing. That’s why more and more companies are establishing mandatory standards for the coaches they hire. The quality, qualifications, skills, and methods of coaches once varied throughout the organization. Now, many companies are centralizing and standardizing their coaching or are at least developing guidelines to use when sourcing coaches.
Companies are also training their leaders to become coaches, integrating a coaching culture into their organizations. Businesses that want to make things happen are joining the transition, becoming less transactional and more relationship focused.
“Leader as Coach’ 14-week program respond to demand introducing into traditional ‘command and control’ sectors such as Corrections and Construction. Clients find that as a leadership style it delivers better staff engagement, innovation and productivity.”
As coaching gains momentum across all rungs of the ladder, those who embrace it – in themselves and their team members – will be in the lead.
As a coach I invite my clients to expand the workspace. Many limitations are self imposed. We are prisoners of our own minds. We wake up each morning and act out a story we have written about who we are and the role we play in our family, community, and organisation. We have a personal narrative about what is possible for us, what can be done and what cannot, and then we live our lives within that script, re-creating and solidifying the store each day. Through the intense and candid dialogue of a coaching relationship, we are able to learn about how we have been crafting these scripts and begin to see where we have placed arbitrary boundaries around ourselves.
One of the greatest values that coaching has to offer is that it demands action. Coaching beings with a conversation, but the real work starts when the Talent (coachee)  goes back to his  life and being to behave differently. Through this process, he learns that previous limitations no longer exits and in fact, they never did. He expands the range in which he can act, and in so doing, increases his “response-ability.”
Renato Moreira – Business Coach

Um banco chamado TEMPO

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Imagine uma conta bancaria em que nela é depositado a cada manhã o valor de 86.400,00. Nesta conta não é possível manter o saldo  para o dia seguinte. Ao final de cada dia é apagado o saldo que você não gastou.
O que você faria? Retiraria cada centavo? claro!
Cada um de nós tem um banco assim. O nome dele é tempo. A cada manhã, temos o credito de 86.400 segundos,  e a  cada noite escrevemos as perdas sobre o que não conseguimos investir em uma boa causa. Nenhum saldo é possível ser  carregado para o dia seguinte, não é permitido fazer retiradas ou ficar em debito.  A cada dia é aberto uma nova conta para você. A cada noite é queimado o saldo do dia. Se você não conseguiu gastar o credito o prejuízo é seu. Não existe nenhuma retirada sobre o credito de  amanha.  Você tem que viver o presente no credito do dia, por isso  invista para receber de volta saúde, felicidade e sucesso.
O relógio esta andando, faça o melhor de hoje.
Uma dica: “O melhor presente que você pode dar a uma pessoa é o seu tempo,  porque quando você presenteia alguém com ele, você esta dando uma parte de você.”

Renato Moreira  Coach executivo – Ajudo os meus clientes a encontrarem clareza e ganharem confiança para transformarem  suas vidas e levar os seus negócios para um alto nível. Sou palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal e PNL, atualmente vivo entre a Holanda e o Brasil.

O medo

O nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. O nosso medo mais profundo é o medo de que somos poderosos alem de qualquer medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão que mais assusta. Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, lindo talentoso, fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho do universo. Seu papel pequeno não serve ao mundo. Não há iluminação em se encolher para que as outras pessoas não se sintam inseguros ao seu redor. Somos todos feitos para brilhar, como as crianças. Nascemos para manifestar a gloria da vida que esta dentro de nós.
Não é apenas em alguns de nós; esta em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Como libertamos o nosso medo a nossa presença automaticamente liberta os outros. (Marianne Williamson)
 A maioria das coisas que fazemos nós aprendemos, assim como aprendemos a andar ou apertar as mãos quando cumprimentamos. Este processo de aprendizagem é particularmente útil para criar hábitos, desenvolvendo habilidades que operam em modo inconsciente,  liberando a nossa mente consciente para se ocupar outras atividades, considere que a  nossa mente consciente é capaz de processar no máximo sete segmentos de informações concomitante (+ 2 – 2 blocos de pensamentos) por isso imagine ter que aprender a amarrar os sapatos todas a manhãs.
Assim como os hábitos os medos também são aprendidos, acredita-se que nascemos apenas  com dois medos naturais, medo de ruídos altos e o medo de cair, estes dois medos são incorporados no DNA humano e tornaram-se um mecanismo de sobrevivência, que é passado para as novas gerações. O único objetivo destes medos inatos é manter os seres humanos vivos e motivados para evitar perigos potenciais.
Para viver uma vida plena é essencial  desenvolver a habilidade de identificar os medos que são úteis e os que são menos úteis (como medo de andar de elevador ou de avião). Uma vez identificados podemos reprogramar a nossa vida. Considere que acordamos todas as manha e vivemos um roteiro de vida que nós mesmos escrevemos baseado  nas nossas experiências, entre tentativas que os resultados foram medidos em fracasso ou sucesso, ali os medos foram incutidos e depositados no fundo da nossa mente inconsciente.
Com um processo de autodescoberta podemos descobrir onde colocamos nossos limites arbitrários e passamos ao processo de autoconsciência descobrindo a nossa própria voz, quem sou eu? a onde eu estou? a onde eu quero ir ? quais são as minhas forcas e quais são as minhas limitações? os meus medos?
Nos não queremos eliminar os medos completamente mas sim ter o medo certo no momento adequado, criar novos hábitos novos caminhos neurais que se tornam forte e substituam os medos menos úteis.
“A maior prisão das pessoas é viver no medo do que as outras pessoas pensam delas”

Renato Moreira  Coach Executivo