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É durante os períodos difíceis que é possível dizer se uma pessoa é capacitada.

“Quando o mar estava calmo, todos os navios mostravam competência…. flutuando.” Frase atribuída a William Shakespeare

Quando o mundo dos negócios se torna turbulento. Um momento os números estão altos em outro os números despencam,  gestores que pasaram por períodos de prosperidade enquanto o mercado encontrava-se em pujante crescimento agora navegam em aguas turbulentas. Crises cada vez mais frequentes, ataques impecáveis de concorrentes agressivos, mudanças no comportamento do consumidor e outras inovações tecnologicas. Em épocas de prosperidade essas empresas pareciam sólidas e invencíveis; agora que surgiu uma tempestade daquelas e a força das ondas atingiu o seu casco, já não sabem mais o que fazer.

Alguns projetos você acerta em cheio, outros fracassam, algumas pessoas são fáceis de trabalhar, outras são mais desafiadoras. 

O verdadeiro modo de medir as características de um gestor é como ele reage e opera quando o mar não esta calmo. Quando é preciso dirigir o olhar para aquilo que é prioritário e tomar as decisões certas.

Só uma coisa permanecerá: o fato de que a verdadeira capacidade de um líder é provada quando ele precisa solucionar questões que a maior parte das pessoas não encararia.


Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

O que faz de alguém um líder?

Uma pergunta tão simples e ainda continua a atormentar alguns dos melhores pensadores do  mundo dos negócios. Mesmo sendo coach e palestrante em cursos de desenvolvimento pessoal ainda encontro desafios para definir em poucas palavras o que é liderança.
Vamos começar com o que a liderança não é:
Liderança não tem nada a ver com a senioridade  ou posição hierárquica, muitos acreditam que quando se fala em liderança nos referimos aos executivos seniors, na verdade eles são apenas isso, executivos seniors. A liderança não acontece automaticamente quando você alcança um certo nível salarial ou uma alta posição hierárquica, é esperado que você encontre lá mas não é garantido que ela se desenvolva.
Liderança não tem nada a ver com títulos. Como mencionado no parágrafo anterior, somente por que você tem uma posição de nível alto, isso não o faz automaticamente um líder. Com freqüência afirmo que você não precisa de um título para liderar, você pode ser um líder no seu trabalho, na sua comunidade ou na sua familia tudo sem ter um título.
A liderança não tem nada a ver com atributos pessoais. Diga a palavra “líder” e a maioria das pessoas pensa em um indivíduo dominador, uma pessoa que está em controle, carismática. As pessoas geralmente pensam em ícones da história como: Napoleão Bonaparte ou o Presidente Lincoln. Liderança não é um adjetivo. Não precisamos ser extrovertidos ou carismáticos para praticar a liderança. E aqueles com carisma não necessariamente lideram.

Liderança não é gestão. Este é um ponto muito importante. Liderança e gestão não são sinônimos. Você tem varias pessoas sobre a sua responsabilidade? Ótimo  para você, espero que você seja um bom gerente. Uma boa gestão é necessária, gestores necessitam planejar, medir, monitorar, coordenar, resolver, contratar, demitir  e tantas outras coisas. Os gestores passam a maior parte do tempo gerenciando coisas. Líderes lideram pessoas.

Então, novamente a pergunta:  O que faz de alguém um líder?

Um conceituoso pensador do atual mundo dos negócios define liderança como:

 “A definição de um líder é alguém que tem seguidores.” – Peter Drucker

Um novo Capitão do Exército é colocado no comando de 200 soldados. Ele nunca sai do seu escritório, ou pronuncia uma palavra para os soldados da sua unidade. Talvez ordens de rotina são dadas através de um subordinado. Por padrão, suas tropas têm quer  “seguir” as ordens. O Capitão é realmente um líder? Comandante sim, líder não!

 

O que é  Liderança? 

DEFINIÇÃO: A liderança é um processo de influência social que maximiza os esforços dos outros para alcançar um bem maior.

Observe os elementos-chave desta definição:

* Liderança provém de influência social, não autoridade ou poder.
* Liderança requer que existam outros, e isso implica que eles não precisam reportar diretamente.
* Nenhuma menção de traços de personalidade, atributos, ou mesmo um título; Há muitos estilos, muitos caminhos para uma liderança eficaz.
* Inclui um bem maior, e não influência sem resultado esperado.


Liderança é uma mentalidade em ação. Então, não espere pelo título. Liderança não é algo que qualquer pessoa pode lhe dar – você tem que ganhá-la e reivindicá-la para si mesmo.


Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

O que a diferenciará a liderança nos próximos anos?

O que diferenciará a liderança nos próximos anos? Um pesquisa sobre comportamento humano realizada pela universidade Harvard afirma que será capacidade de desenvolver a si próprio e a sua equipe. De acordo com o estudo, a capacidade humana será a variável crítica no novo século. Os líderes que procuram vencer a guerra de aquisição de talentos pensando na capacidade como um recurso fixo a ser encontrado colocam a si e suas organizações em grande desvantagem.

Em contraste, os líderes que se perguntam “O que posso fazer para tornar meu ambiente um solo mais fértil  para o desenvolvimento de talentos?” colocam-se na melhor posição possível para alcançar o sucesso. Esses líderes entendem que para conseguirmos realizar nossas maiores aspirações – aproveitarmos novas oportunidades ou superarmos novos desafios, precisamos ter condições de explorar nossas futuras possibilidades. Esses líderes sabem o que possibilita e o que impede a realização desse objetivo.

O desafio de mudar e melhorar costuma ser equivocadamente entendido como a necessidade de “enfrentar” ou “lidar” melhor com a complexidade do mundo. Enfrentar e lidar com algo que envolve acrescentar novas habilidades ou aumentar o repertório de respostas e reações. Somos a mesma pessoa que éramos antes de aprender a lidar com a situação, apenas acrescentamos alguns novos recursos. Aprendemos, mas não necessariamente nos desenvolvemos e progredimos. Saber enfrentar e lidar com determinadas situações é uma habilidade valiosa, mas não de fato suficiente para afrontar os atuais desafios da mudança.

Na verdade, a experiência da complexidade não é apenas uma história relativa ao mundo, é também uma história relativa às pessoas, uma história sobre a combinação entre  exigências do mundo e a capacidade das pessoas ou da organização. Quando experienciamos o mundo como “complexo demais” não apenas experienciando a complexidade do mundo, estamos vivenciando um descompasso entre a complexidade do mundo e nossa própria complexidade no momento presente. Existem apenas duas maneiras lógicas de corrigir esse descompasso – reduzir a complexidade do mundo ou aumentar nossa própria complexidade. A primeira não acontecerá; a segunda, há tempos tem parecido uma impossibilidade na fase adulta. Mas felizmente parece, mas não é !

O  desenvolvimento da complexidade interna pode ser maximizado por abordagens que proporcionem recursos para vencer a inércia e a imunidade à mudança. Através do processo de coaching executivo o indivíduo pode se tornar apto a identificar quais as hipóteses ele abraçou, que o impedem de agir diferente; por exemplo: Um executivo acreditava que se seus liderados o vissem lendo o jornal Valor Econômico, poderiam pensar que ele não estava trabalhando. Então ele deixava de se atualizar com informações de grande impacto na estratégia, por medo de ser mal visto.

Ao reconhecer quais os pressupostos que o mantinham repetindo comportamentos que o impedem de avançar, o líder torna-se apto a desafiar estas hipóteses e assim se libertar para agir de forma a obter os resultados que deseja!


Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

Dentro da poça d’agua

Ja imaginou como funciona o processo de coaching.
“Coaches bem qualificados possuem clareza sobre os limites das suas responsabilidades: eles estão bem conscientes da linha que separa as suas responsabilidades daquelas do cliente. Eles sabem quais são os seus propósitos e quais pertencem ao cliente. Eles sabem qual parte da conversa são responsáveis e qual parte pertence ao cliente.  Por mais sedutor que seja fazer o contrário, o verdadeiro coach esta sempre vigilante para não cruzar essa linha. Quando o cliente está lutando com uma questão muito difícil é extremamente tentador mergulhar e ajudá-lo a resolver seus problemas.
O coach sabe que é responsabilidade do cliente resolver estes problemas. Mas isto pode ser muito difícil quando coach acredita que tem  a solução e acredita que pode ser útil.
Eu encontrei muitos clientes lutando com um problema tão intensamente e veementemente que eles não conseguem encontrar o caminho para sair deste estado mental. Eu chamo esta situação de “Dentro da poça d’agua” – 
É análogo a “Estar sentado no meio de uma poça, batendo os braços e gritando como se estivesse afogando em um oceano.” É muito atraente para o coach estender a mão e puxar a pessoa para fora da poça. O grande coach resiste a essa tentação e desafia o talento a parar de espernear e gritar, dar um olhada honesta nesta situação, levantar e caminhar para fora da poça. Ou  deixar o cliente  “na poça” até que ele esteja pronto para agir, neste processo o coach demonstra um compromisso com a responsabilidade pessoal.”

Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

renatomoreira@me.com

O que é a programação neurolinguistica

Um garoto perguntou a sua mãe, ‘O que é PNL?’
A mãe reagiu, ‘Eu vou te responder  daqui a pouco, mas antes gostaria que você fizesse uma coisa para poder entender melhor. Está vendo o seu avô sentado naquela cadeira?’
‘Sim” respondeu o garoto.”
‘Vai lá e pergunte como está a sua artritis hoje?”
O garoto se aproximou ao velho senhor e fez a pergunta,  súbito obteve a resposta ‘é sempre ruim quando o tempo esta húmido, hoje eu mal consigo mover os dedos’  se lamentou o ancião com uma cara triste.
O garoto voltou para sua mãe replicando. ‘Ele dise que esta muito ruim, eu acho que doi muito. Então, agora você vai me dizer o que é PNL?’
‘Daqui a pouco, eu prometo’ respondeu a mãe. ‘Agora, vai la e pergunte ao seu avô qual foi a coisa mais divertida que ele fez quando era jovem.’
O garoto tornou ao avô. ‘Vovô, qual foi a coisa mais divertida que você fez quando era jovem?’
O rosto do velho homem se acendeu. Sorrindo ele disse ‘ fora muitas situações, lembro de uma vez…… ‘  e prosseguiu a contar estórias infinitas com muito entusiasmo  até quando o garoto conseguiu escapar e voltou para sua mãe dizendo ‘Você ouviu o que o vovô disse?’
‘Sim,’ respondeu a mãe. “Você mudou o modo como ele se sente usando somente apenas algumas palavras. Isto é programação neurolinguistica.’

A PNL explora as relações entre a forma de como pensamos (neuro), como nós comunicamos (linguística) e os nossos padrões de comportamento e emoções (programas). A PNL é uma poderosa ciência da mente humana. Aprender PNL ajuda você a ganhar uma compreensão mais profunda da sua mente, como ela funciona e como programa-la para alcançar os resultados desejados. Você poderá estar muito a frente dos seus concorrentes com o conhecimento e habilidades da PNL. 


Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

renatomoreira@me.com

Resoluções quebradas

Já passaram seis meses, e como vão  as resoluções feitas na virada do ano?
Resoluções são complexas, elas chegam em forma de promessas  e nos imundam de convicções e motivações para cumpri-las.  Depois de passar uma temporada de férias e festas repletas de excesso de comida e álcool,  parece que é o momento perfeito para animar, romper com os maus hábitos e, finalmente sentimos que é hora de fazer algumas melhorias positivas para nós mesmos e no nosso estilo de vida. De acordo com a mais recente estatística da   Brain Statistics , 45% das  pessoas que fazem resoluções no Ano Novo, apenas 8% das pessoas são realmente bem sucedidas em alcançar seus objetivos.
Então, por que as resoluções de Ano Novo são tão difíceis de serem mantidas?
Como qualquer mudanças na vida que queremos fazer e manter, resoluções de Ano Novo são muito mais complexas e difíceis de conseguir do que nós acreditamos, apesar do momento oportuno e determinação entusiasmada,  partimos da uma simples explicação:  simplesmente somos criaturas de hábitos e depois de algum tempo perdemos a motivação.
Esta é sem dúvida a verdade que  faz a perseverança um aspecto importante quando se quer cultivar as mudanças que realmente desejamos fazer.
Todos nós sabemos quanto tempo e esforço é necessários para aprender a tocar bem um instrumento, aprender uma nova língua ou aderir a um novo esporte. Dando sentido a enorme quantidade de prática, esta mesma pratica  é necessária  para obter mudanças de comportamento e muitas pessoas  simplesmente não possuem a resistência necessária. Nós pensamos que uma vez querer mudar, a mudança vai ser fácil. Mas isso  é só o primeiro passo.
O que me leva a uma pergunta importante e muitas vezes esquecida  quando definimos nossas resoluções de Ano Novo: Será que eu realmente quero mudar?
Na superfície, é claro que a maioria de nós queremos mudar para o melhor. Queremos ser mais saudáveis, mais felizes e mais produtivos. Queremos ter uma maior satisfação com o  nosso trabalho, mais tempo para o lazer, ligações mais profundas e relacionamentos mais recompensadores. Queremos sentir menos irritados, menos ansiosos, menos críticos, menos dependentes e assim segue uma longa lista. Mesmo assim  fazemos resoluções de Ano Novo que visam melhorar a nós mesmos e as nossas vidas, isso ja é um bom passo na direção do auto desenvolvimento e auto-realização.
Brain Statistics constatou que, apesar de uma mera taxa de sucesso de 8%, as pessoas que explicitamente fazem resoluções de Ano Novo tem  10 vezes mais probabilidades de atingir os seus objetivos do que as pessoas que não fazem resoluções. Intenção e aspiração são vitais.
Para muitos de nós,  a intenção de fazer as mudanças que queremos na vida através de nossas resoluções de Ano Novo estão enraizadas em um descontentamento fundamental com quem somos. Isso soa como um acéfalo, mas quando as nossas resoluções tornam-se projetos de auto-aperfeiçoamento, estamos inerentemente indo para a batalha com nós mesmos. Estamos implicitamente – se não explicitamente – dizendo: O esforço para melhorar ou acabar com os aspectos indesejáveis que nós acreditamos  “eu não sou bom do jeito que eu sou, e até que eu estou melhorado, eu não posso ter a vida que eu quero.” só cria uma guerra interna com nos mesmos, eles também tem o efeito paradoxal na  manutenção dos comportamentos indesejados ou traços. Vemos isso na maneira que nós ficamos  presos, dias após dias, anos após anos, a resolução para  fazer melhorias que achamos que vão transformar  a nós mesmos ou a nossa vida em algo melhor, mas viver  um inferno temporal, realmente sentindo-se melhor ao longo do tempo, porque há sempre algo  para melhorar. Ou, se estamos entre os 92% daqueles que não aderem às nossas resoluções, sentindo ainda pior por não ter sucesso em fazer mudanças.
Então a questão se torna: Eu realmente quero mudar? Porque se eu realmente quero mudar,  eu tenho que perguntar a mim mesmo “O que eu estou fazendo esta funcionando?”, ou talvez o esforço para melhorar a minha vida somente me faz dar voltas e voltas, como um hamster dentro da roda, quando a mudança real requer pular fora desta roda de uma vez por toda.
Para a maioria de nós, pular fora da roda de hamster requer uma mudança profunda distante de estar em constante conflito com o que somos e a vida que estamos vivendo – o que só serve para manter nosso descontentamento – e  aceitar fazer as pazes com quem nós somos. Isso significa quebrar o hábito do auto flagelo e o ciclo negativo de “Eu não sou bom o suficiente.” Isso significa engajar  nossas lutas e limitações com compaixão em vez de um escárnio.
Esta abordagem pode parecer radical em um mundo altamente competitivo, mas funciona. A razão pela qual ela funciona é que perturba o status quo na fonte. Ela aborda a nossa resistência fundamental a mudança, assim como o nosso desejo inconsciente, subjacente para que as coisas realmente fiquem na mesma.  E mais importante, aumenta a nossa auto-aceitação e auto-compaixão.
Mudanças reais requerem coragem. Bater-se contra e continuas tentativas ineficazes para melhorar, não só não gera dividendos e mantém você constantemente no vermelho e no escuro. Se você está tendo dificuldades para executar suas resoluções de Ano Novo, já fracassou em realiza-las, desistiu ou esta ocupado lutando, odiando ou julgando esses aspectos de si mesmo ou com a sua vida que você está tentando mudar, faça um favor – pule  fora da sua roda de hamster. Dê a si mesmo um abraço. Isso não significa que você é fraco, isso significa que você é inteligente. Você está finalmente disposto a parar de fazer a mesma coisa, esperando resultados diferentes. E se você estiver realmente interessado nesta  abordagem, encontre  um coach  que irá trabalhar com você para fazer a verdadeira mudança duradoura de dentro para fora.

Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

renatomoreira@me.com

Change

Change is constant and inherent in all living and non-living systems and change today is becoming faster, deeper and more complex as environmental transformation increases pace.
This is a particular challenge for professionals and organisations, which need to develop the capability to manage in order to remain effective. Human change is at the core of what coaches do and they are well placed to support professional and organisations in managing unprecedented level of uncertainty.
Coaching enables the client to be the best he can be in the areas he chooses to focus on.
A confidential partnership where the client chooses the focus of the conversation and the coach work with him by listening and contributing observations and questions to help him clarify his understanding of the situation and move into action to progress towards his goals.
The client brings the content, the coach provides the process, which can apply in any context.
Coaching accelerates the client’s progress by helping him to focus on where he wants to go, become aware of blocks, attitudes and aptitudes that affect his choices and by supporting him in developing strategies to achieve his goals. Ownership of the content and decisions remain with the client throughout.
Coaching is a personal service and is always tailored to the needs of the individual. It is flexible, immediate, and focused on a specific requirement. Coaching only works when the client has chose this form of support for his personal development.
An organisation or individual may select coaching as a development tool to:
  • Identity talent and potential leaders and support their growth as part of a retention strategy
  • Improve communication, where the blocks are not technical but personal
  • Solve problems and improve decision-making
  • Suport culture change
  • Develop Leaders
  • Improve management style
  • Achieve successful Merges and Acquisitions
  • Fast-track performance
  • Support individuals to raise their perfomance to the next level (e.g. about to or having promoted them)
  • Improve individual’s performance in certain skills, especially where the blockage is not technical but personal
  • Support team development and cohesion
  • Support career change and transitions
  • Support exit from the organization
  • etc
For coaching to flourish as a means of  development it needs to encourage learning. For example the following elements indicate a learning culture:
  • Learning environment – share knowledge and experiences to learn from each other and this is recognised and rewarded
  • Not a ‘blame’ culture – can make a mistake and share experience so we all learn from the feedback, people actively seek feedback
  • Actively encourage creativity, ideas generation and innovation – it is desirable to think of new and better ways of doing things and try them out
  • Respect for the individual – appreciate diversity and difference as a means of encouraging creativity and change
  • Coaching style of working – managers use coaching to encourage performance growth, a coaching structure exists, external and internal coaches are accessible to all, there are strong role models of good coaching practice
  • Clear core values of learning, ownership, results orientation, relationship-building are lived every day
  • Clear understanding of the benefits
    • For individual – Improve self-awareness and flexibility, greater confidence, improve relationships with others, improve managerial and leadership skills, improve ability to deal with change and support others through change, develop clear goals, improve ability to solve problems and make decisions, acquire new skills, improve performance and productivity, learn a process to self-coach and to identify and act on learning need
    • For organisation–improve performance, productivity, quality,business results, improve morale and employee commitment (retention), demonstrate commitment to learning in the organisation and reinforce learning culture, develop coaching capability in the organisation, support organisational change, support other learning and development activity and reinforce the new ways embedding them quickly, support individuals through a personal change (eg promotion).
Contacting: it is important to agree in some clear rules and boundaries for the coaching process. This will ensure that all involved can focus on achieving results.
Relationships and commitments:
     Goals
     Coach: Committed to client’s goals and supports him to ensure alignment.
     Client: Sets goals aligned with organisation and with personal needs.
     Organisation: Agrees goals with client and ensures fit with organisational goals.
     Learning/change
     Coach: Provides the process to help client change. Maintains own knowledge and skills at high standard to offer client most effective methods of change.
     Client: Wants to learn and change and is committed to the process.
     Organisation: Wants to help client learn and change and supports implementation.
     Confidentiality
     Coach: Keeps confidentiality on personal issues and respect the organisation’s Non-disclosure Agreement.
     Client: Keeps organisation confidentiality as appropriate, shares information in confidence as he prefers.
     Organisation: Does not ask for confidential information.
     Presence
     Coach: Attends all sessions promptly and ready.
     Client: Arrives in time and prepared for all sessions.
     Organisation: Makes it possible for client to attend sessions.
     Plan
     Coach: Develops appropriate plan with the client, agrees budget, outcomes and timing with organisation.
     Client: Commits to plan of learning and change.
     Organisation: Agrees outline plan and budget with coach and client
     Respect
     Coach: Respects client and organisation and is non-judmental.
     Client:  Respects coach and organisation.
     Organisation: Respects client and coach.
     Measures
     Coach: Agrees where client is now and measures for growth/goal achievement with client.
     Client: Agrees current position and measures for growth with coach and in outline with organisation.
     Organisation: Agrees measures/evidence for progress with client.
     Ownership
     Coach: Coach helps client with process.
     Client: Client makes decisions and owns the results and takes responsibility for own behaviours.
     Organisation: Accepts client decision and makes organisations decisions.
     Environment
     Coach: Creates leaning environment for client in the sessions.
     Client: Establishes goals and seeks change with his/her control.
     Organisation: Creates no-blame environment so client can address issues and make mistakes as part of learning.
     Relationship
     Coach: Builds rapport with client and members of the organisation. Establishes permission-based working relationship with client.
     Client: Develops honest working relationship with coach and facilitates contact with others members of the organisation as appropriate.
     Organisation: Creates effective working relationship with coach as needed to support client and maintains open and honest relationship with client.
     Knowledge
     Coach: Ensures he has  relevant knowledge of the organisation as well as maintaining theirs coaching knowledge and expertise. Is highly self-aware and disciplined in managing the coaching relationship.
     Client: Brings appropriate knowledge of the organisation to the sessions. Develops self-awareness as the foundation for personal change.
     Organisation: Provides relevant knowledge on the organisation to coach and client.

Conflitos corajosos

O coach é o master da confrontação, mas não no sentido tradicional da palavra. A palavra confronto é normalmente  definida como: conflito de crenças e opiniões entre duas pessoas.

Eu prefiro definir como: encontro corajoso com a verdade, qualquer que possa ser.
O rolo do coach é de confrontar as idéias do cliente, perspectivas e assunções. Assim habilitando o cliente a encontar novos possíveis caminhos para agir e pensar. Para o coach, confrontação significa segurar o espelho para que o cliente venha cara-a-cara com a sua perspectiva sobre o estado atual, habilidades, aspirações e potencial, e mover além dos limites que ele havia estabelecido.
A palavra confronto normalmente evoca a noção de proveder um feedback negativo ou a sensação que nós vamos ser desafiados por ou afrontados  com  todas a coisas que tememos e acreditarmos que fazemos errado, mas e se confrontação  fosse uma ação positiva ?
Considere como seria confrontar alguém com próprios talentos naturais e potencial.
Confrontação é sobre desafiar o cliente com as coisas boas,  ao invés de confrontar o cliente com as suas fraquezas, grandes coaches passam mais tempo confrontando o cliente com o seu próprio potêncial para então desafia-lo para  subir um nível acima.

Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.

renatomoreira@me.com

Superar e deixar ir!

A fim de alcançar seus objetivos e atrair mais abundância em sua vida, você deve primeiro abrir espaço para as coisas que você quer.
É o nosso apego a circunstâncias ou a pessoas que já não nos correspondem são o que nos impedem de atrair alguém novo ou de manifestar algo de grande valor.
Normalmente o que nos impede de libertar  é o nosso medo de estar sem  aquilo que estamos familiarizados. Incertezas sobre o futuro nos mantém dando voltas na nossa  pouco segura  roda de hamster. No entanto, eventualmente nossa complacência leva à insatisfação, que depois leva à dor a menos que se faça uma mudança.
A zona de conforto se torna o terreno fértil para a miséria.
O desconhecido é onde descobrimos coisas novas.
É o espaço de onde surgem novas perspectivas e criatividade.

Renato Moreira – Coach Executivo – Instrutor de PNL

O copo

Um psicologo ensina aos seus alunos como administrar o stress.

Carregando um copo com agua circulou pela sala, em silencio.

Todos esperavam uma pergunta do tipo:

“O copo esta meio vazio ou meio cheio?”

A um certo ponto ele parou, levantou o copo e perguntou aos alunos:

“Quanto pesa este copo cheio de agua?”

Maravilhados, os alunos deram respostas  entre 250 a 500 ml.

O psicólogo respondeu: o peso absoluto não importa, o que importa é o tempo que seguramos o copo levantado… um minuto, nenhum problema… uma hora, um braço dolorido… Um dia inteiro o braço ficara paralisado.

Em cada um dos três casos o peso do copo não muda, muda somente o tempo.

O estresse e as preocupações da vida são  como o copo com agua. Se pense pouco neles, não acontece quase nada, se pense muito, o coração começa a doer, se pensa o tempo todo ao ponto de ocupar toda a sua mente ….

Segue a dica:

Ao chegar  em casa no final do dia, deixe para fora as suas preocupações.

Não fique  segurando o copo a noite inteira, abaixe o copo.

Você já imaginou uma vida com mais controle sobre as suas emoções.

Imagine possuir habilidades para desenvolver processos mentais que promovem a felicidade, definir metas,  viver uma vida onde você escreveu o seu roteiro pessoal.

Ser habilitado a programar a sua propria mente.

O conhecimento das ferramentas desenvolvidas com a PNL habilita o praticante a  desenvolver e selecionar processos mentais, com um domínio do uso das metáforas, este é o canal para acessar os proçessos da mente inconsciente.

Os praticantes de PNL não categorizam os pensamentos como bons ou ruins, uma abordagem comum na psicologia, filosofia e na maioria das religiões. Ao invés, abordam os pensamentos como sendo adequados ou inadequados, úteis ou inúteis, produtivos ou improdutivos.

Na NPL a questão é: se um pensamento especifico é apto para o propósito, ou seja, ele lhe dará o que você quer ou precisa?

Praticar a PNL significa:

  • Ter clareza sobre a sua visão , propósito e valores;
  • Criar e atingir metas pessoais significantes;
  • Superar crenças limitantes;
  • Melhorar a comunicação ;
  • Desenvolver a inteligência emocional e capacidades;
  • Criar uma presença pessoal e poderosa 

Renato Moreira – Coach Executivo – Instrutor de PNL