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As mudanças no mundo dos negócios, o desenvolvimento pessoal e a alta performance.
Analisando o caso do aplicativo Instragram que foi comprado pelo Facebook for um bilhão de dólares.
Os meus clientes são os especialistas do seu trabalho, eles dominam muito bem as suas habilidades de negócios, são intrinsecamente criativos e cheio de recursos, muito mais do que eles imaginam.
Eu ajudo os executivos a ousarem, não somente imaginar, mas agir! Meu trabalho consiste em sessões individuais de coaching para profissionais e empreendedores, estabelecendo uma plataforma para criatividade, inovação e mudança; estabelecendo um novo percurso para a alta produtividade. Estes profissionais estão dispostos a agir com coragem em direção aos seus objetivos, estão dispostos a tomarem os riscos necessários para alcança-los.
Coaching é uma parceria com o cliente em um processo criativo e de provocação de pensamento, inspirando-os as maximalizar seu potencial pessoal e profissional, processo de grande importância considerando o atual incerto e complexo ambiente empresarial.
Sobre esta base, a responsabilidade do coach é descobrir, esclarecer e alinhar-se com o que o cliente quer alcançar, encorajar a auto-descoberta, extrair do cliente a geração de soluções e estratégias, acima de tudo, manter o cliente responsável por suas ações!
Este processo ajuda o cliente melhorar drasticamente as suas perspectivas sobre o trabalho e a vida, ao mesmo tempo, melhorar a capacidade de liderança e o desenvolvimento do seu potencial.
É um convite para expandir o seu campo de ação, propondo uma analise sobre as limitações auto-impostas, estas mesmas que nos aprisionam mentalmente.
Quando pensamos no fato que: somos prisioneiros da nossa própria mente!
Nos acordamos todas as manhãs e agimos de acordo com um roteiro de vida que nós mesmos escrevemos, sobre quem somos e sobre o papel que desempenhamos na nossa família, comunidade e organizações, trata-se de uma narrativa pessoal sobre o que é possível, o que podemos e o que não podemos fazer, vivemos nossa vida recitando este roteiro, recriando e solidificando esta historia a cada dia.
O relacionamento de coaching é baseado em um intenso dialogo, onde somos capazes aprender como escrevemos esse roteiro e só assim podemos começar a ver onde temos ancorados os limites arbitrários em torno a nós.
Coaching começa com uma conversa, mas o verdadeiro trabalho inicia quando o cliente volta para sua vida e começa a se comportar de maneira diferente, quando ele aprende que as limitações anteriores não existem mais, alias nuca existiram, quando o cliente amplia o raio de ação em que ele capaz de agir, quando ele aumenta sua habilidade de responder.
A Revolução e o Renascimento dos negócios!
Existe um consenso quase unânime sobre o como os negócios mudaram completamente em um período de tempo relativamente curto, e ninguém tem dificuldade em reconhecer que ocorreu uma mudança exponencial.
Porem, quando mudamos o rumo da conversa para o futuro do comportamento do varejo e do consumidor, e começamos a descrever algumas mudanças significativas vistas no horizonte – mesmo durante um curto período de cinco a dez anos – quase sempre encontramos os inflexíveis, que são relutantes em comprar a idéia de que mudanças radicais podem estar na virada da esquina. Eles acham difícil imaginar as coisas que eles fazem hoje podem se tornar tão fora do tempo como os médicos que vendiam cigarros.
Parece que nós humanos, somos muito mais relutantes em aceitar mudanças quando estão à nossa frente do que quando olhamos seguros no espelho retrovisor. Embora uma dose saudável de ceticismo nos ajude a evitar sermos enganados e aproveitados; levado ao extremo, o ceticismo habitual pode ser letal. Pode interferir no julgamento, causar paralisia e, em última análise, levar uma organização as ruínas. Não há escassez de exemplos. Indústrias repletas de executivos brilhantes se desintegraram devido a incapacidade de reconhecer adequadamente a magnitude do impacto que as mudanças específicas as afetariam. Da indústria discográfica a videolocadora, a paisagem dos negócios é lisonjeada com lágrimas de quem leu: “Nós duvidamos disso!”
Esse fenômeno não é exclusivo para nós, meros mortais intelectuais. De fato, algumas das mentes mais respeitadas do mundo subestimaram o volume e a velocidade dos seus mercados. Em 1933, a Boeing previu que nunca haveria um avião construído que fosse maior do que o seu modelo com 10 lugares. Lord Willian Thomson Kelvin, presidente da Royal Society no final de 1800, acreditava que a tecnologia de rádio não iria a lugar algum e que o raio-X não seriam mais do que uma enganação. E até mesmo o Bill Gates disse uma vez “640 Kilobytes” deveria ser uma memória mais do que suficiente”
Então, por que as pessoas inteligentes e incríveis falham no que muitas vezes parecem mudanças e tendências tão óbvias e devastadoras?
Analisem os 10 pecados no mundo dos negócios:
Medo: a organização está tão assustada e confusa que fica petrificada e incapaz de tomar qualquer decisão de ação. Em vez disso, tenta negar que a mudança disruptiva esteja acontecendo. E aquelas pessoas que tentam defender a mudança dentro da organização são muitas vezes isoladas ou talvez até condenadas ao ostracismo por mencionarem a palavra mudança.
Arrogância: a organização percebe que tem um estrangulamento em seus fornecedores e consumidores mas acredita que é invencível. Pouca importância é dada na detecção precoce de tendências futuras, já que essas organizações consideram seus triunfos passados como prova suficiente de que podem superar qualquer coisa em vôo.
Distração: Existe uma crença coletiva que diz: “Tem muitas coisas para serem feitas hoje e não temos tempo para preocupar com o amanhã”. O esforço cotidiano para sustentar a organização com seus processos existentes e ultrapassados, deixa pouco ou nenhum tempo para se concentrar em tendências a longo prazo. As pessoas destas organizações não tendem a rever os seus objetivos e planos anuais, apesar das ameaças potencialmente catastróficas.
Apatia: poucas pessoas na organização se importam com o que acontece com os negócios, a maioria está apenas esperando o final do mês para receber o salário. Os melhores dias da empresa ficaram para trás e simplesmente não há energia suficiente entre os funcionários para conquistar novas mudanças. A maioria só quer jogar com segurança, sem gerar ondas.
Ignorância deliberada: a organização está completamente fora do ritmo do progresso com a mudança disruptiva sobre ela. Se tornou completamente míope em relação ao que o negócio faz e inconsciente do que acontece fora dos seus muros. Existe também uma tendência entre as organizações em acreditar que as mudanças que ocorrem no mercado de alguma forma se aplicam a todos os outros, exceto para eles, e de alguma forma não serão afetados.
Falta de imaginação: a organização não consegue prever o que pode acontecer ou imaginar uma realidade diferente, o que leva a uma escassez de inovação. Existe apenas uma pequena porcentagem de pessoas que parecem ser criativas ou imaginativas o suficiente para construir uma imagem clara do que poderia ser feito. Para a maioria, o futuro continua a ser um lugar nebuloso e obscuro, então a tendência é querer manter o que é considerado mais certo, definido e seguro: o presente.
Pensamento linear ou exponencial: como seres humanos, tendemos a projetar mudanças com base no que vemos como sendo a extensão lógica da nossa realidade presente. Por exemplo, parece lógico assumir que: se os carros atualmente fazem em média 10 km com um litro de gasolina, daqui a um ano ou dois, será um pouco mais do que isso, devido a uma melhor tecnologia. Nós imaginamos mudanças como sendo de natureza incremental e linear. No entanto, é essencial entender que, quando as tendências múltiplas (e muitas vezes aparentemente não relacionadas) se cruzam, elas podem resultar em mudanças exponenciais. Em outras palavras, é inteiramente concebível que duas ou mais tendências possam se cruzar, resultando em uma quilometragem média indo de 20 km para 80 km. Vemos isso constantemente, uma descoberta médica isolada em um lado do planeta pode resultar em novos tratamentos para várias doenças e condições não relacionadas em algum outro lugar. Estas mudanças quânticas são muitas vezes completamente imprevisíveis e freqüentemente devastadoras para os negócios.
O paradoxo da liderança: A organização espera do seu líder o desenvolvimento de soluções criativas para a mudança. O problema é que as pessoas mais criativas das organizações muitas vezes não são percebidas como um bom líder e vice-versa. A criatividade muitas vezes exige um pensamento não ortodoxo e radical, enquanto a liderança é muitas vezes mais sistemática, conservadora e guiada por regras. Isso significa que, embora a organização possa precisar de um desmantelamento completo do status quo, seus próprios líderes podem estar se perpetuando.
DNA antigo: A mentalidade organizacional está firmemente enraizada na tecnologia, economia e sociologia de uma era anterior do que a nova era apresenta. Apesar dos esforços para se adaptar, essa perspectiva anacrônica não permitirá que a organização faça a transição. Não ha nada mais frustrante do que possuir um DNA que não coincide com o da empresa para a qual você está trabalhando. É excruciante!
Racionalização: Talvez a armadilha mais mortal de todas seja a tendência entre as organizações de simplesmente racionalizar a mudança – para que isso pareça menos crítico do que realmente é, ela geralmente assume a forma de comparações errôneas entre a interrupção atual e os desafios passados com os quais a empresa lidou com sucesso. As empresas geralmente criam desculpas para evitar a mudança. Por exemplo, muitas organizações agora estão chamando de mobile “a nova internet”, o que lhes dá uma falsa sensação de conforto, racionalizando isso porque eles conseguiram migrar para a era da internet, eles certamente poderão sobreviver à transição para o mobile. Infelizmente, o mobile não é a nova internet – assim como o hip hop é a nova discoteca – pensar assim pode levar a uma infinidade de decisões ruins.
Renato Moreira – Coach Executivo
Os meus clientes são os especialistas do seu trabalho, eles dominam muito bem as suas habilidades de negócios, são intrinsecamente criativos e cheio de recursos, muito mais do que eles imaginam.
Eu ajudo os executivos a ousarem, não somente imaginar, mas agir! Meu trabalho consiste em sessões individuais de coaching para profissionais e empreendedores, estabelecendo uma plataforma para criatividade, inovação e mudança; estabelecendo um novo percurso para a alta produtividade. Estes profissionais estão dispostos a agir com coragem em direção aos seus objetivos, estão dispostos a tomarem os riscos necessários para alcança-los.
Coaching é uma parceria com o cliente em um processo criativo e de provocação de pensamento, inspirando-os as maximalizar seu potencial pessoal e profissional, processo de grande importância considerando o atual incerto e complexo ambiente empresarial.
Sobre esta base, a responsabilidade do coach é descobrir, esclarecer e alinhar-se com o que o cliente quer alcançar, encorajar a auto-descoberta, extrair do cliente a geração de soluções e estratégias, acima de tudo, manter o cliente responsável por suas ações!
Este processo ajuda o cliente melhorar drasticamente as suas perspectivas sobre o trabalho e a vida, ao mesmo tempo, melhorar a capacidade de liderança e o desenvolvimento do seu potencial.
É um convite para expandir o seu campo de ação, propondo uma analise sobre as limitações auto-impostas, estas mesmas que nos aprisionam mentalmente.
Quando pensamos no fato que: somos prisioneiros da nossa própria mente!
Nos acordamos todas as manhãs e agimos de acordo com um roteiro de vida que nós mesmos escrevemos, sobre quem somos e sobre o papel que desempenhamos na nossa família, comunidade e organizações, trata-se de uma narrativa pessoal sobre o que é possível, o que podemos e o que não podemos fazer, vivemos nossa vida recitando este roteiro, recriando e solidificando esta historia a cada dia.
O relacionamento de coaching é baseado em um intenso dialogo, onde somos capazes aprender como escrevemos esse roteiro e só assim podemos começar a ver onde temos ancorados os limites arbitrários em torno a nós.
Coaching começa com uma conversa, mas o verdadeiro trabalho inicia quando o cliente volta para sua vida e começa a se comportar de maneira diferente, quando ele aprende que as limitações anteriores não existem mais, alias nuca existiram, quando o cliente amplia o raio de ação em que ele capaz de agir, quando ele aumenta sua habilidade de responder.
O que os cavalos podem nos ensinar sobre a liderança?
É interessante como dois aspectos aparentemente não relacionados as vezes podem convergir de maneira mais inesperada. Sempre fui fascinado por cavalos, porem somente nos últimos anos tive a oportunidade de explorar essa paixão, agora estou vendo como essas duas partes separadas mas relacionadas na minha vida, finalmente se juntaram.
Um tópico relevante nas minhas sessões de coach com empresários e CEOs é a liderança. Quando exploro com os meus coachees que tipo de lider eles querem ser, quais são os modelos de liderança que desejam desenvolver, como eles podem aumentar seu autoconhecimento, e portanto, desenvolver a inteligência emocional. Nesse momento encontro os meus pensamentos voltados aos cavalos.
Agora eu explico: Por que os cavalos?
Como muitas pessoas sabem, os cavalos são animais incrivelmente intuitivos. Como um animal predado, os cavalos são tipificados com a reação de “fuga” em oposição a um animal de “luta” predador. Eles têm um reflexo de luta, e é por isso que eles vão morder ou dar coice, mas isso só acontece quando eles exploraram todas as outras opções de “fuga – vôo”, ou seja, quando sentem que não têm outro recurso. Também acontecerá se eles foram maltratados.
A razão pela qual o seu relacionamento com os humanos é tão intrigante e especial é porque, para um cavalo, somos o predador final. Os leões matam os cavalos saltando nas suas costas, então, quando colocamos uma sela em um cavalo e o montamos, estamos tocando em uma sensação muito primitiva para eles. O cavalo tem que colocar a sua confiança total em nós.
Sua resposta de vôo também significa que eles estão altamente sintonizados com pequenas pistas físicas e emocionais dos seres humanos. Se estamos com medo, tristes, ansiosos, eles saberão, muitas vezes antes de nós mesmos percebermos.
É por isso que os cavalos são usados cada vez mais no treinamento de liderança e na construção de equipes. Se você tentar guiar um cavalo em um estado emocional de medo ou raiva, simplesmente ele não irá segui-lo. Para que o cavalo confie em você, é preciso ser calmo e assertivo.
Alguém que trabalha com cavalos me disse o seguinte:
“Os cavalos não se importam quem você é, qual é o seu título ou quanto dinheiro possui. Eles fornecem sempre um feedback honesto”
Assim como a mudança que aconteceu na comunidade empresarial há vários anos, a comunidade equestre está passando da liderança baseada no medo (com a técnica de “quebrar” o espirito do animal para adestra-lo) para a liderança baseada no respeito. Isso ocorre porque os cavalos reagem do mesmo modo que os humanos reagem aos líderes intimidantes.
Para conduzir um cavalo, você tem que ouvir o cavalo (sentir as pistas sensoriais): ser consistente e claro, e o faça. Se você não fornecer a liderança, e bem provável que o animal o rejeitara.
Então, o que os cavalos podem nos ensinar sobre como ser um excelente líder?
Mesmo que você seja o proprietário do seu próprio negocio, você é um líder e sera você a definir o tom sobre como as pessoas interagem com sua empresa.
Muitos executivos com quem trabalhei não se propuseram a ser um líder, mas de alguma forma acabaram em uma posição de liderança por acaso. Isso pode acontecer quando você precisa de uma equipe de pessoas para ajudá-lo a perceber sua visão, mas você não tem idéia de como gerenciá-las.
Então, se você está liderando o seu próprio negócio, ou se você tem uma grande equipe de pessoas para gerenciar, identificar o tipo de líder que você é ou o que deseja ser, pode ser realmente útil.
Introverso x Extroverso
Ao passar o tempo com os cavalos e, em particular, observar o comportamento do rebanho, me levou à abordagem de equitação natural defendida por Pat Parelli entre outros, conhecida como “whisperers de cavalos”. A abordagem de Parelli aborda os “tipos” de cavalos, e assim como nós, os cavalos têm uma predisposição a ser mais introvertidos ou extrovertidos, ou um cérebro direito ou um tipo de cérebro esquerdo dominante; de forma mais emocional, ou mais linear em sua abordagem ao mundo e os problemas que se apresentam.
Saber como funcionamos, ou o que nos faz agir, ajuda a aumentar o nosso autoconhecimento e a inteligência emocional, e quando isso aumenta, não só estamos mais conscientes das nossas próprias respostas, estamos mais bem sintonizados com as pessoas que nos rodeiam e isso nos ajuda a sermos líderes melhores, bem como jogadores em uma equipe eficaz.
Então, eu gostaria de compartilhar com você o que os cavalos me ensinaram sobre liderança e como você pode usar essas idéias ao pensar sobre como você lidera seu negócio.
1 – Confiança
Não é necessário que eu diga que os melhores relacionamentos na vida são baseados na confiança. Na nossa vida pessoal e profissional, não podemos desenvolver relações positivas sem a confiança mútua.
Quando nos relacionamos com alguém em quem confiamos, somos capazes de ser nós mesmos, o que por sua vez, gera o crescimento pessoal.
Assim como a falta de confiança, nos fazemos desligar e transformar em nós mesmos, um relacionamento confiante nos permite expandir, e nos sentirmos seguros e apoiados. Podemos construir autoconfiança e auto-estima a partir de uma posição de confiança e podemos ajudar os outros a fazer o mesmo.
Então pergunte a si mesmo; Confio nas pessoas com quem trabalho? Eles podem confiar em mim? Como sou um colega/parceiro confiável? Como faço para demonstrar confiança aos meus clientes? Como eles confiam no meu negócio?
2 – Parceria
Como está a sua parceria com os colegas? Eu trabalhei com muitas parcerias comerciais, que na superfície, parecem estar trabalhando juntas, mas na verdade estavam trabalhando por conta própria. A mão esquerda literalmente não sabia o que a mão direita estava fazendo. Eles não estavam em sintonia uns com os outros ou com suas equipes, levando ao desengajamento e ao ressentimento em ambos os lados.
Com isso se desperdiça grandes quantidades de recursos em questões relacionadas à falta de comunicação, em alguns casos, presencie empresas perfeitamente boas degradando-se devido a incapacidade de parceirização.
Então pense em como você se associa com os outros no seu negócio. Você pode não ter um parceiro de negócios ou funcionários, mas pense em como você trabalha ao lado de outros, não apenas seus clientes, mas com as pessoas da sua rede em geral, as pessoas que o ajudam a avançar no seu negócio. Elas podem ser seu web designer, contador, um fornecedor, qualquer pessoa que esteja de alguma forma envolvida com o seu negócio. A sua comunicação está baseada na assertividade? Existe espaço para comentários? Como você pode aprofundar sua parceria?
3 – Seja assertivo!
Você é a única pessoa que sabe o que é certo para você, então conhecer seus limites é o primeiro passo para ser assertivo na sua comunicação com os outros. Assertividade é um grande tópico, mas essencialmente é sobre a capacidade de indicar seus limites de uma maneira calma, mas firme. A assertividade muitas vezes é incompreendida como agressão, mas é de fato a antítese da agressão.
Se você estiver engajado com alguém agressivo, é provável que você se sinta defensivo, como se estivesse sendo atacado, mas o comportamento verdadeiramente assertivo nunca pode ser mal interpretado. A assertividade está afirmando suas necessidades silenciosamente, mas com confiança. Como confiança, a assertividade em ambos os lados de um relacionamento faz o melhor e o mais eficaz tipo de comunicação.
Então, focalize em ser assertivo com sua comunicação e garanta que outros saibam que você espera o mesmo deles. Assuma a responsabilidade por suas ações e a maneira como você se comunica e outros seguiram a sua liderança.
E finalmente, seja positivo e sempre termine com uma mensagem construtiva!
Quando Pat Parelli ou Buck Brannaman estão trabalhando com cavalos que têm problemas relacionados a confiança, eles sempre fazem questão de continuar trabalhando até atingir uma mudança positiva, independentemente de quão pequeno.
Permanecer positivo em sua comunicação e reconhecer que às vezes concordamos em discordar é um bom lugar para terminar quando ha um conflito. Quando você respeita o ponto de vista de outra pessoa, mesmo se você não concorda com isso, deixa a porta aberta para mais reflexão e discussão. É outra maneira de dizer: “Eu posso não concordar com o que você diz, mas eu respeto seu direito de dizer isso”.
Ser um líder leva tempo e compromisso, mas as recompensas são enormes. Se você pode ficar positivo e assertivo em sua comunicação, você criará confiança em sua equipe/colegas e criará parcerias fortes e duradouras.
Deixe-me deixá-lo com uma citação de Pat Parelli:
“Se o seu cavalo diz não, ou você fez a pergunta errada ou perguntou a pergunta errada”.
Quando a liderança encontra a inteligência emocional
Qual é a conexão entre liderança e inteligência emocional?
Um líder possui a visão do “que” e do “como” em conjunto com clareza na sua visão. Liderança não é somente sobre a linha de fundo, mas como chegar até ela e causar impacto na vida das pessoas. O líder inova ao passo que o gestor administra.
Desenvolver o potencial humano é uma ação que não deve ser exclusivamente delegada ao departamento de recursos humanos; ao contrario, a função de gestor é desenvolver a equipe. Isso significa que, o líder é aquele que introduz novas ideias e ações com visão no futuro. Um líder mantém os olhos constantemente voltados para o horizonte e procura desenvolver novas estratégias e táticas. Ele precisa estar bem informado sobre as ultimas tendências e conjuntos de habilidades.
Existem pessoas que estão apenas indo para o trabalho em vez de pensar o por que eles estão fazendo o que estão fazendo.
Por outro lado um gestor mantém o que já foi estabelecido. Esta pessoa precisa manter o olho na linha de fundo e possuir o controle, ou então, poderá ocorrer desordem dentro da organização. Gerente é alguém que estabelece metas e critérios, analisa, avalia e interpreta o desempenho adequadamente.
Um lider é alguém que inspira as outras pessoas e ser o seu melhor, e sabe como definir adequadamente o tempo e o ritmo para com o resto da equipe. Quando as pessoas decidem segui-lo é porque ele as inspirou. Isso significa que ele criou um vínculo de confiança dentro da empresa, o que é essencial, principalmente quando os negócios estão mudando rapidamente e ele precisa de pessoas que acreditem na sua missão.
Para os gestores o trabalho é manter o controle sobre a equipe, ajudando os colaboradores a desenvolver seus próprios talentos. Para fazer isso de forma eficaz é preciso conhecer as pessoas com quem está trabalhando e entender seus interesses e paixões. O gerente então cria uma equipe através de decisões sobre remuneração, posição de cargos, promoção e sua comunicação com a mesma. Gerenciar é uma coisa, capacitar profissionais é outra completamente diferente, é nesse momento que a habilidade da inteligência emocional entra em campo.
A maioria das definições sobre a inteligência emocional descrevem como a capacidade de reconhecer e gerenciar suas próprias emoções e das outras pessoas, estar ciente das pistas não-verbais que enviamos e recebemos. O ciclo da inteligência emocional elevada começa quando se torna consciente das próprias emoções e da capacidade de gerencia-las. Permanecer calmo quando os desafios na vida acontecem, conhecendo seus próprios pontos fortes, pontos cegos e ganhar autoconfiança desse conhecimento. Em seguida vem a empatia, um diferencial chave da própria personalidade, a capacidade de reconhecer e compartilhar os sentimentos dos outros. Quando consideramos habilidades de comunicação, com frequência a empatia é confundida com fraqueza, este nada mais é que um obsoleto mode de pensar. Na verdade a empatia é uma poderosa força.
Grandes liderança não são impulsionadas pelo medo ou intimidação mas sim pela confiança. Um modo para desenvolver a confiança é enfatizar a empatia, descobrir como ser mais eficaz em se conectar com as pessoas em modo individual. As pessoas trabalharão mais duro e dedicadas quando possuem um líder em que confiam.
Se você olhar ao seu redor, os lideres que você admira têm um coisa em comum. Eles simplesmente parecem vibrar! Essa é a sua equação com as pessoas ao seu redor. As pessoas acham que eles são interessantes e inspiradores o suficiente para ouvi-los. Estes lideres sabem o momento de deixar de controlar e, em vez disso passam a apoiar as pessoas. Eles reconhecem os sinais de burnout e rebeldias. Eles conseguem ler quem precisa de apreciação e quem precisa de apoio. Eles prestam atenção e escutam. Eles aprendem a construir equipes fortes.
Uma coisa é saber o que fazer, a outra é realmente aplicar aquilo que sabe na vida diária. A maioria das pessoas sabem o que fazer, elas só tem problema em faze-lo – em agir!
O desenvolvimento da inteligência emocional elevada é uma maratona e não somente um sprint.
Renato Moreira
O sucesso com a programação neurolinguística
Praticar a PNL significa:
- Ter clareza sobre a sua visão, propósito e valores;
- Criar e atingir metas pessoais significantes;
- Superar crenças limitantes;
- Melhorar a comunicação;
- Desenvolver a inteligência emocional e capacidades;
- Criar uma presença pessoal poderosa e confiante;
- Gerar estados emocionais voltados a motivação;
- Construir resiliencia e flexibilidade;
- Melhorar a performance pessoal;
- Acessar capacidades, estratégias e estados mentais voltados paro o sucesso; usando para atingir processos de excelência nos negócios e na vida;
- Melhorar suas habilidades de coach;
- Abertura para novas opções na vida privada e trabalho;
- Contar com mais liberdade e escolhas sobre os seus estados mentais, suas emoções, estados de performance e resultados finais;
- Superar obstáculos nós negócios e na vida privada;
- Enriquecer as suas experiências e jóia de vida;
- Ajudar as pessoas a alcançar os resultados que eles querem na vida;
- Descobrir o poder da linguagem, para motivar os outros, para chegar ao centro de situações complexas mais rápido e comunicar efetivamente;
- Aumentar pensamento criativo;
- Alinhar a sua mente e corpo;
Beneficios no trabalho:
- Melhorar a capacidade de liderança;
- Aumentar a eficiência nos negócios;
- Viver com mudanças efetivamente;
- Desenvolver novas estratégias para resolver problemas;
- Alcançar grande sucesso nas negociações e vendas;
- Administrar pessoas difíceis com mais facilidade;
- Desenvolver fortes relacionamentos nos negócios;
3 diferenças entre coaching e consultoria
Experience is the new battlefield
- What is the desired experience of your brand, your customers?
- What leadership does your organization need to empower your employees?
- What kind of training does each of your employees need? What types of learning work best for them?
- What qualities doe you employees have? How do you set them up for success and sustainable growth?
- How can you make sure your employees can fulfill your brand promise every moment of every day?
EMPLOYEES ARE BRAND AMBASSADORS
- Raving Fans
- Loyal customers having experienced positive brand experiences
- Increased revenue because of authentic marketing
- Differentiation of your competitors due to a unique brand promise
TRAINER’S TOOLKIT
THE WOW MOMENT
Autoconfiança
É durante os períodos difíceis que é possível dizer se uma pessoa é capacitada.
“Quando o mar estava calmo, todos os navios mostravam competência…. flutuando.” Frase atribuída a William Shakespeare
Quando o mundo dos negócios se torna turbulento. Um momento os números estão altos em outro os números despencam, gestores que pasaram por períodos de prosperidade enquanto o mercado encontrava-se em pujante crescimento agora navegam em aguas turbulentas. Crises cada vez mais frequentes, ataques impecáveis de concorrentes agressivos, mudanças no comportamento do consumidor e outras inovações tecnologicas. Em épocas de prosperidade essas empresas pareciam sólidas e invencíveis; agora que surgiu uma tempestade daquelas e a força das ondas atingiu o seu casco, já não sabem mais o que fazer.
Alguns projetos você acerta em cheio, outros fracassam, algumas pessoas são fáceis de trabalhar, outras são mais desafiadoras.
O verdadeiro modo de medir as características de um gestor é como ele reage e opera quando o mar não esta calmo. Quando é preciso dirigir o olhar para aquilo que é prioritário e tomar as decisões certas.
Só uma coisa permanecerá: o fato de que a verdadeira capacidade de um líder é provada quando ele precisa solucionar questões que a maior parte das pessoas não encararia.
Renato Moreira – Coach Executivo – Organizo cursos de Inteligencia Emocional, Liderança e PNL além de atuar como coach com profissionais que desejam atingir um alto nível de excelência no trabalho e na vida pessoal.